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Samuel Pupo cai em cima das pedras após acertar última manobra em Margaret River Depois de Miguel Pupo garantir o primeiro título da temporada de 2026, os surfistas da WSL desembarcam em Margaret River, na costa sudoeste da Austrália. A pequena cidade do interior, com menos de 8 mil habitantes, abriga ondas pesadas e perfeitas. O “Main Break”, pico principal da segunda etapa do ano, é conhecido por ser perigoso. A última seção da onda é chamada de “Mesa do Cirurgião”. É a parte mais crítica, a que pode levar o surfista em direção às pedras. "Surgeon's Table", ou a "Mesa do Cirurgião", é uma seção perigosa de recife submerso localizado no principal pico de surfe de Margaret River, na Austrália Ocidental. + Tubarões, ondas grandes e lugar selvagem: etapa em Margaret River começa nesta quarta + Italo Ferreira surfa com golfinhos em Margaret River: "Qual outro esporte tem essa conexão?" + WSL: veja as baterias de estreia de Margaret River; Miguel Pupo pega Morgan Cibilic 1 de 4 Yago Dora quebra a prancha em Margaret River — Foto: Getty Images Yago Dora quebra a prancha em Margaret River — Foto: Getty Images Apesar de ser um lugar crítico para os surfistas, é ali que eles vão buscar as maiores notas da bateria. Acertar uma manobra no final da onda é a diferença entre uma nota 9 e uma 5. Samuel Pupo sabe bem disso. Em 2024, o jovem paulista arriscou uma última manobra e caiu em cima das pedras. O brasileiro não sofreu graves lesões, mas levou alguns arranhões para a casa. - De novo não - brincou Samuel Pupo ao relembrar a queda nas redes sociais. 2 de 4 Samuel Pupo cai em cima das pedras na segunda rodada em Margareti River, em 2024 — Foto: Reprodução Samuel Pupo cai em cima das pedras na segunda rodada em Margareti River, em 2024 — Foto: Reprodução Para receberem notas altas em Margaret River, os surfistas precisam se arriscar. O comprometimento com a última manobra é um fator crucial na avaliação dos juízes. A “Mesa do Cirurgião” é perigosa, mas o surfista que dominá-la pode ir longe na competição. Gabriel Medina foi campeão em 2023 com um somatório 16.50. O tricampeão arriscou e surfou nas partes mais críticas das ondas. Veja como foi a melhor nota da final. Gabriel Medina arrisca e receba 9.50 em Margaret River Portuguesa corta o pé na "Mesa do Cirurgião" e faz o maior somatório das mulheres em Margaret River A etapa de Margaret River teve início nesta quarta-feira, e logo na segunda bateria do feminino a portuguesa Yolanda Hopkins protagonizou uma das histórias mais marcantes do dia. A atleta cortou o pé durante um treino, nos dias que antecederam o campeonato, justamente na “Mesa do Cirurgião”. Veja como ficou. 3 de 4 Portuguesa surfa com pé cortado e faz maior somatório do dia das mulheres em Margaret River — Foto: Reprodução Portuguesa surfa com pé cortado e faz maior somatório do dia das mulheres em Margaret River — Foto: Reprodução Mesmo com o ferimento recente, Hopkins decidiu competir e entrou no mar para disputar contra a costa-riquenha Brisa Hennessy. Apesar da lesão, avançou na bateria e ainda registrou o maior somatório entre as mulheres no campeonato. 4 de 4 Sally Fitzgibbons passa mal depois de bateria em Margaret River — Foto: Getty Images Sally Fitzgibbons passa mal depois de bateria em Margaret River — Foto: Getty Images Temporada dos brasileiros na WSL A "Brazilian Storm" começou dominando a temporada de 2026. No top 5 do ranking, quatro são brasileiros. Miguel Pupo, campeão da primeira etapa do ano em Bells Beach, está com a camisa amarela, reservada ao número 1 do mundo. Logo depois vem Yago Dora (2º), Gabriel Medina (3º) e Samuel Pupo (5º). Apenas o americano Griffin Colapinto, que está em terceiro do ranking, conseguiu furar a bolha verde e amarela. Surfe: Medina vence primeira etapa do ano, em Margaret River