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Esporte Paz quer distância da política do Corinthians e fala sobre SAF 10/01/2026 05h00 Deixe seu comentário Novo executivo de futebol do Corinthians , Marcelo Paz foi apresentado nesta sexta-feira, no CT Dr. Joaquim Grava. O dirigente falou sobre o momento político conturbado do clube e também sobre a possibilidade de uma eventual transformação em SAF (Sociedade Anônima do Futebol). Paz disse que quer distância do ambiente político do Timão. Ele pretende trabalhar apenas na área do futebol, dentro do CT Dr. Joaquim Grava, e deixar a disputa por poder para o Parque São Jorge. "Aqui a gente está fazendo um trabalho profissional dentro do CT, com o apoio do presidente Osmar. A gente sabe que a política às vezes atrapalha, e eu conto com o apoio da torcida para isso. Quando foi anunciado o meu nome, o que eu mais vi foi o seguinte: 'Deixa ele trabalhar, deixa ele trabalhar, se deixar ele trabalhar vai dar certo'. Então conto com o apoio do torcedor nessa situação de que a gente vai fazer um trabalho profissional para dar alegria para todo o público. Dar alegria para quem é corintiano, independente de qual situação política eu possa estar. Eu quero estar alheio à questão política ", afirmou. Daniela Lima Pesquisa: apoio a veto da dosimetria domina redes Juca Kfouri O melhor Campeonato Paulista dos últimos tempos José Fucs Xandão, os 'isentões' e os heróis de que precisamos Casagrande Marrocos e Senegal avançam como favoritos Fala, Marcelo Paz! ?? #VaiCorinthians pic.twitter.com/a3ti2SaDQn ? Corinthians (@Corinthians) January 9, 2026 Lições do Fortaleza Marcelo Paz traz ao Corinthians aprendizados de sua longa passagem como dirigente do Fortaleza. O executivo disse que não pretende repetir os mesmos erros cometidos no Leão do Pici. "Logicamente que o fato do rebaixamento lá, houve erros que fazem com que a gente aprenda, cresça e não queira repeti-los. Um erro nunca é individual, principalmente no futebol, ele é coletivo. Eu falei algumas vezes que acho que deveria ter feito uma mudança de perfil de jogadores antes, nem sempre o vencedor tem que continuar, às vezes é a hora de fazer a mudança e a gente não fez a mudança", refletiu. Continua após a publicidade "O perfil de contratação também não encaixou na primeira janela, foram jogadores que vieram com muita boa vontade, tinham qualidade técnica, mas não encaixou com o modelo do grupo, até que houve uma recuperação. E ao longo do ano o grupo sofreu com problemas políticos também, influência externa, que é tudo que eu não quero aqui", completou. E a SAF? O dirigente também foi questionado sobre SAF no Corinthians . Ele apontou pontos positivos e negativos do modelo de gestão, mas evita cravar um caminho correto a ser seguido pelo clube. "Eu vejo a SAF como uma boa lei. É uma lei que foi criada para permitir que os clubes adotem modelo empresarial. A lei é muito boa, tanto é que muitos times entraram, têm mais de 100 SAFs no Brasil. É um modelo interessante, dá alternativas. Não vou cravar qual é melhor, existem várias formas de ter sucesso. Existem várias formas de fazer gestão", avaliou. "Pode ser bom como SAF ou associativo, o que vale é a cabeça das pessoas que estão no comando. A desvantagem é, se você tem um dono que não é bom, vai ser muito pior. Tudo isso precisa ser bem amarrado no acordo de investimentos", finalizou. No momento, uma das alternativas para que o Timão se transforme em SAF é a SAFiel . O projeto, porém, ainda encontra resistência interna no clube. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora João Fonseca desiste do ATP de Adelaide e é dúvida para o Australian Open MP-RJ pede inclusão de ex-CEO da Hurb na lista de procurados da Interpol Lotomania: prêmio acumula e chega a R$ 1,3 milhão; confira os números 'Segredo guardado até hoje': transei com marido da minha amiga após festa Lotofácil acumula e prêmio sobe para R$ 6 milhões; confira dezenas