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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: O Flamengo é o time com a primeira menção de técnico estreante em finais estaduais, mas a análise é mais geral sobre a prática, sem pender para ou contra o clube.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O texto cita a demissão do técnico após 14 jogos com duas derrotas, uma delas na final, e a estreia de outro, com uma conotação de instabilidade que pode ser vista como negativa.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Motivo: O artigo menciona a estreia do técnico 'Barba' no segundo jogo da final com um empate em 0x0, sem um viés claro a favor ou contra o desempenho inicial.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: A menção ao Vasco é histórica, com a virada emblemática sob Joel Santana, apresentada como um fato pontual e não um indicativo de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como campeão bicampeão baiano e em um caso histórico de troca de técnico, sem carregar um viés explícito.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Crb

Motivo: Mencionado como pentacampeão alagoano, um dado factual sem implicação de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como bicampeão paranaense, um dado factual sem implicação de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Vasco Flamengo Palmeiras Atlético Bahia Cruzeiro Real Madrid Paysandu Remo CRB Arsenal Internazionale Leonardo Jardim Eduardo Dominguez Bayern Operário Léo Condé São Caetano Joel Santana Juan Carlos Osório

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte O campeão é o amadorismo! Três finais de domingo têm técnicos começando Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 08/03/2026 09h17 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Leonardo Jardim é apresentado como novo técnico do Flamengo Imagem: Bruno Braz / UOL São doze finais de Campeonatos Estaduais neste final de semana. No domingo passado, o IAPE ganhou seu primeiro campeonato maranhense. No sábado, o Bahia foi bicampeão baiano, o CRB pentacampeão alagoano e o Operário, de Ponta Grossa, bicampeão paranaense. Neste domingo acontecem as decisões do Carioca, Catarinense, Cearense, Gaúcho, Mato-Grossense, Mineiro, Paraense, Paulista e Pernambucano. Das nove finais, três têm técnicos estreantes ou no segundo jogo. Maria Ribeiro Desculpas são bem-vindas, mas justiça é indispensável Giovana Madalosso Que tal riscar 'vagabunda' do dicionário? André Santana E se os homens lotassem as ruas neste domingo? Sylvia Colombo Colômbia pode ir eleger presidente de esquerda O Flamengo inaugura o percurso de Leonardo Jardim, terceiro colocado do Campeonato Mineiro do ano passado pelo Cruzeiro, e que pode iniciar com o sétimo tricampeonato carioca rubro-negro. O Remo demitiu o colombiano Juan Carlos Osório depois de apenas 14 jogos, com duas derrotas, uma delas no jogo de ida da final estadual contra o Paysandu. Léo Condé estreia no Clube do Remo e pode oferecer à torcida o bicampeonato. Eduardo Dominguez, já apelidado Barba, fará seu segundo jogo pelo Atlético, na decisão contra o Cruzeiro, com 50% de torcedores atleticanos e 50% cruzeirenses, no Mineirão lotado. Na primeira partida, empate por 0 x 0 contra o América. No segundo, pode ser campeão. Por duas décadas e meia, a história se resumia a Joel Santana, que desembarcou em São Januário dois dias antes da terceira partida decisiva da Copa Mercosul. Em 20 de dezembro, sua estreia, virada do Vasco sobre o Palmeiras de 0 x 3 para 4 x 3 no Parque Antarctica. Nas semanas seguintes, dois jogos contra o São Caetano e campeão brasileiro. Continua após a publicidade Na história do Campeonato Brasileiro unificado, há um único outro caso: Bahia, 1959. Trocou Geninho por Carlos Volante entre o segundo e terceiro jogos da final da Taça Brasil. Mas houve três meses de distância entre a vitória santista, na Fonte Nova, por 2 x 0 em 30 de dezembro, e o triunfo do Bahia no Maracanã por 3 x 1, em 29 de março de 1960. Das 71 edições de Brasileirão unificado, incluindo Flamengo e Sport como campeões de 1987, dezesseis foram vencidas por clubes que trocaram de técnico. Quer dizer que 78% das vezes, o campeão não muda de treinador e filosofia durante a campanha vencedora. Na Alemanha, o último campeão com mudança de técnico foi o Bayern, em 2020, com a queda de Niko Kovac e a subida ao cargo do assistente Hansi Flick. Na Espanha, o campeão não troca de técnico desde o Real Madrid de 1978, de Milan Miljanic demitido, Luis Molowny campeão. Na Itália, o vencedor não muda o treinador durante a campanha desde a Internazionale de 1971, Heriberto Herrera dispensado, Giovanni Invernizzi campeão. Na Inglaterra, o campeão não demite o técnico na temporada vencedora desde 1934, quando o Arsenal teve Herbert Chapman até janeiro e Joe Shaw a partir daí. O motivo da mudança: Herbert Chapman morreu. Continua após a publicidade Felizmente, os 33% de finais com técnicos estreantes, ou quase, é a exceção à lógica. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Irã escolhe novo sucessor de Khamenei, diz agência Irã ataca aeroporto no Kuwait, usina no Bahrein e base militar na Jordânia Fonseca joga hoje na quadra central de Indian Wells graças a rival dos EUA Ferreira perde espaço no São Paulo após 'aposta da tanguinha' de Neto PF viu 30% de um celular de Vorcaro; autoridades falam em 'gota no oceano'