🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Estados Unidos

Principal

Motivo: O artigo foca na trajetória do goleiro dos EUA e sua importância para a seleção anfitriã na Copa do Mundo, destacando seus feitos e potencial.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Palavras-Chave

Entidades Principais

New York City MLS Manchester United Estados Unidos Copa do Mundo Philadelphia Union Mauricio Pochettino Matt Freese Harvard

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Goleiro que vai à Copa estudou em Harvard e rejeitou Europa por faculdade Rafael Reis Colunista do UOL 28/05/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Ex-aluno de Harvard, Matt Freese deve ser o goleiro titular dos EUA na Copa-2026 Imagem: AP Photo Harvard, a universidade de maior reputação do planeta, estará representada na Copa do Mundo. E não será apenas por dirigentes, membros de comissão técnica ou outros profissionais da organização do evento. Pela primeira vez na história, a renomada instituição de ensino por onde passaram Bill Gates, Mark Zuckerberg, Barack Obama, John F. Kennedy e Margaret Atwoord terá um dos seus ex-alunos disputando a competição de futebol mais importante. Matt Freese, um dos 26 convocados dos Estados Unidos e provável dono da meta da seleção anfitriã no Mundial, estudou economia na prestigiada universidade. Wálter Maierovitch Na Casa Branca, Flávio quis imitar o irmão Eduardo Daniela Lima Parlamento mostrou que quando quer não é surdo Milly Lacombe O efeito da idolatria na luta contra o ódio Josias de Souza Esboço de nova chapa: Caizema ou Zemaiado? "Durante um dos meus cursos semestrais, criei um modelo de ?gols esperados? baseado em regressão logística. Em outro, fiz uma análise teórica a respeito do valor estimado dos times da MLS (Major League Soccer)", disse o goleiro do New York City, em entrevista ao site " Goal.com ". Na adolescência, Freese colocou a carreira em segundo plano para se dedicar à vida acadêmica. Por isso, recusou uma proposta para deixar os Estados Unidos e se juntar às categorias de base do Manchester United. Ele ingressou em Harvard graças a uma daquelas bolsas distribuídas a atletas que são tão comuns nos EUA. Entre 2017 e 2018, defendeu o Crimson, time de futebol universitário da instituição. Mas Freese não completou os estudos. Quando completou 20 anos, optou por se dedicar integralmente ao esporte e se transferiu para o Philadelphia Union para jogar profissionalmente na MLS. Na terceira temporada de sua carreira, já foi convocado pela primeira vez para a seleção. E, em junho do ano passado, já como jogador do time do Grupo City nos EUA, assumiu a titularidade do gol norte-americano de onde não saiu mais. O caminho do anfitrião Convocada na última terça-feira, a seleção norte-americana ainda tem dois amistosos pela frente para ajustar os últimos detalhes antes do Mundial: enfrenta Senegal, neste domingo, e depois encara a Alemanha, em 6 de junho. Continua após a publicidade Relacionadas Ex-pequeno, PSG busca feito histórico que Barcelona, Juve e United não têm Fenômeno do Dortmund rejeita Brasil e vai estrear pela seleção italiana Champions: Arsenal pode ensinar Brasil a usar o melhor de Gabriel Magalhães Por serem um dos anfitriões da Copa, os EUA ganharam o direito de ocuparem uma vaga de cabeça-de-chave. Com isso, escaparam de confrontos prematuros contra os favoritos ao título. A estreia dos comandados de Mauricio Pochettino está marcada para o dia 12, contra o Paraguai, em Inglewood, nos arredores de Los Angeles. Na sequência do Grupo D, medem forças com Austrália (19) e Turquia (25). A melhor campanha da história dos Estados Unidos em Copas foi justamente na edição de estreia, em 1930, quando terminaram na terceira colocação. Em 1994, quando sediaram a competição pela primeira vez, foram eliminados pelo Brasil nas oitavas de final. A maior de todas Marcada pela ausência da Itália e pelas semanas e mais semanas de incerteza sobre a participação do Irã, ainda em guerra com os norte-americanos, a Copa-2026 será a mais grandiosa já realizada. Pela primeira vez na história, terá jogos espalhados por três países diferentes: Canadá, EUA e México. Também estabelecerá novos recordes de número de seleções participantes (48, contra 32 das últimas sete edições do torneio), jogadores inscritos (mais de 1.200) e partidas disputadas (104). Continua após a publicidade O pontapé inicial está marcado para 11 de junho e será dado no estádio Azteca, na Cidade do México, com a partida entre a seleção da casa e a África do Sul. A final será nos EUA, em Nova Jérsei, no dia 19 de julho. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Câmara dos Deputados aprova fim da escala 6x1; texto vai ao Senado Em noite terrível de Hugo Souza, Corinthians perde para o Platense Guarda Revolucionária do Irã diz ter atacado base militar dos EUA Diniz defende Hugo e minimiza vaias a Yuri: 'Tem casca para suportar' Maquiadora disse que 'achava que ia morrer' horas após aplicar PMMA em SP