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Futebol São Paulo: Roger Machado muda substituição e fala em autonomia ao elenco Gabriel Sá Colaboração para o UOL 16/03/2026 09h48 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Roger Machado, técnico do São Paulo, durante partida contra o Red Bull Bragantino pelo Campeonato Brasileiro Imagem: Anderson Romão/AGIF Um episódio nos minutos finais da vitória do São Paulo por 2 a 1 sobre o RB Bragantino evidenciou a forma como Roger Machado pretende conduzir a relação com o elenco. Já nos acréscimos da partida, o treinador mudou uma substituição após conversa com jogadores em campo e, depois do jogo, afirmou que pretende dar espaço para que os atletas também participem das decisões com bola rolando. O momento aconteceu aos 47 minutos do segundo tempo, quando o São Paulo já vencia a partida. Roger Machado chamou o volante Luan para entrar em campo e preparava a substituição à beira do gramado. Antes da troca ser confirmada, porém, o treinador teve uma breve conversa com o zagueiro Alan Franco, que estava próximo da área técnica. Após o diálogo, o técnico mudou a decisão inicial e optou por colocar o zagueiro Arboleda em campo. A mudança tinha como objetivo reforçar a defesa pelo alto nos instantes finais, diante da pressão do Bragantino em busca do empate. Maria Ribeiro Wagner ter chegado a esse lugar é muito emocionante Josias de Souza Sistema político entrou novamente em convulsão Yara Fantoni Demissão de Tite reflete a urgência de resultados PVC São Paulo tem seu melhor início no Brasileirão Na entrevista coletiva, Roger explicou que a alteração foi motivada por um pedido dos próprios jogadores, que sinalizaram a necessidade de manter maior segurança na bola aérea defensiva. "Me dirigi ao Alan e disse que eles aprenderiam a conviver melhor comigo e a me conhecer, e saber que, embora tenha a liderança do processo, eu preciso deixar um espaço para que eles tenham autonomia dentro de campo. Não tenho vaidade nesse sentido. Em algumas vezes eu vou atender; em outras, eu vou procurar fazer o que está na minha primeira opção", afirmou. O treinador detalhou que, inicialmente, imaginava uma reorganização tática diferente para segurar o resultado, mas decidiu considerar a leitura feita pelos atletas em campo. "Naquele momento, eu imaginei, junto com os meus auxiliares, que poderíamos bloquear esse avanço do Red Bull no campo fazendo uma linha de cinco na primeira linha de ataque: botando um tripé de meio, botando o Cauly por um lado e o Ferreira por outro, trazendo o André para marcar o volante e liberando os dois zagueiros. E os atletas, que estão sentindo o jogo e vivendo o jogo, me sinalizaram de lá, que é a clássica sinalização quando você quer uma linha um pouco mais alta. E está tudo certo", disse. Roger ressaltou que a abertura para ouvir o grupo faz parte da construção do seu trabalho e da liderança dentro do elenco do São Paulo. "Isso, na verdade, é uma construção coletiva com o líder. O líder sou eu, mas nem sempre eu vou ter razão em tudo", completou o treinador. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Ana Paula atende ao Big Fone, ganha R$ 20 mil e recria meme: 'Tô rica' Sem prêmio para o Brasil, Oscar aposta no óbvio e ri da própria desgraça Brooklyn Beckham ignora Victoria Beckham em homenagem de Dia das Mães Irmão de Luciana Gimenez é levado à delegacia após briga com a mãe Por que Bezos desafia Musk e plano de lançar 1 milhão de satélites