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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Filipe Luís deveria priorizar atletas mais inteiros em Flamengo sem pernas Rodrigo Mattos Colunista do UOL 11/02/2026 08h35 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Everton Cebolinha chuta para fazer o segundo gol do Flamengo sobre o Vitória Imagem: Gilvan de Souza / Flamengo O Flamengo enfrenta claros problemas físicos e de ritmo neste início de temporada. Isso se confirmou no jogo contra o Vitória embora o time tenha achado soluções para chegar ao resultado positivo. Pode-se discutir aqui o fato de o time rubro-negro estar abaixo fisicamente dos rivais. Demorou mais para voltar depois de estender a temporada até a final do Mundial, optou por retardar a entrada de seus principais jogadores. Ou até se debater se esse foi o planejamento ideal em um ano com início de Brasileiro no final de janeiro. Também qual seria a alternativa? Mas fato é que a realidade está posta e atletas de alto nível como Arrascaeta, Alex Sandro, Léo Ortiz, Pulgar estão jogando em baixa rotação, assim como o recém-chegado Paquetá. E isso ainda afeta a execução técnica de jogadas. José Fucs O que Lula e Haddad não vão falar sobre a economia Josias de Souza Cheio de problemas, Lula mete a colher no STF Aline Sordili Elon Musk declara guerra à indústria da música Maria Prata Maternidade real: agora num cinema perto de você O uruguaio, melhor do Brasil na temporada passada, não tem ganhado divididas, não consegue sustentar disputas. Paquetá já armou contra-ataques de dois gols. No Barradão, o Vitória venceu 64% dos duelos pelo chão. Por isso dominou a maior parte do jogo, teve mais conclusões e grandes chances. Perdeu por conta da defesa de Rossi no pênalti e da eficiência de Cebolinha. E aí vai a questão: há jogadores que voltaram da temporada em ritmo físico bem melhor. São os casos de Cebolinha, Carrascal (entrou bem diante do Vitória) e Plata. Quando o trio foi escalado, o Flamengo dominou o Vasco e foi melhor do que o São Paulo no 1o tempo. Também se vê isso com Vitão e Samuel Lino. É meio óbvio que Filipe Luís vê o que acontece, já admitiu os problemas físicos da equipe. Mas sua estratégia de usar jogos para botar suas estrelas em forma tem proporcionado as atuações claudicantes no início de temporada, a pontos rifados no Brasileiro. Com um futebol extremamente intenso, faria mais sentido escalar os jogadores mais inteiros nos jogos prioritários, Brasileiro, Recopa, Supercopa. E deixar as partidas do Carioca para as estrelas pegarem ritmo. Sem força, não há como fazer o jogo de marcação pressão, nem de retomada após perda de bola. Não por acaso o Flamengo sofre tantos contra-ataques como não ocorreu em 2025. Paquetá enfileirou três jogos como titular após chegar e claramente sente a adaptação. Por que forçar? Por que manter um Arrascaeta com dificuldades físicas em um jogo brigado no Barradão? Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Instalar fábricas gigantes de chips no Brasil é um erro, diz Marcelo Zuffo Rioprevidência: PF acha dinheiro jogado pela janela em ação contra ex-chefe BBB: Aos gritos, Sol parte pra cima de Ana Paula: 'Se toca, p*rra' Motociclista morre após acidente com carro Tesla Cybertruck em São Paulo Palmeiras só planeja 2 mudanças no elenco após Arias e Paulinho mais perto