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Esporte Arrascaeta e Pedro juntos? Parte física pesa em meio à má fase do Flamengo Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ) 21/02/2026 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Filipe Luís orienta Arrascaeta durante duelo entre Flamengo e São Paulo pelo Brasileiro Imagem: Adriano Fontes / Flamengo A fase conturbada do Flamengo neste início da temporada expõe fragilidades e traz à tona debates sobre a equipe e o elenco. Neste cenário, o momento do setor ofensivo gera dúvidas e uma das questões é: Arrascaeta e Pedro podem jogar juntos? O técnico Filipe Luís acredita que sim, mas ainda aponta a questão física para que os camisas 10 e 9, pilares de um ataque que até outrora dava alegrias à torcida, não tenham sequência lado a lado. O debate não é novo desde quando o treinador assumiu o comando do time profissional, mas ganha força novamente. A atuação frente ao Lanús, no jogo de ida da Recopa Sul-Americana, foi mais um capítulo de um Flamengo que escreve uma história cambaleante em 2026, e aumenta a pressão sobre time e comissão técnica. Wálter Maierovitch Prisão preventiva de Eduardo pode vir em breve Paulo Camargo 2026 será o ano mais fragmentado da década Juca Kfouri O Campeonato Brasileiro deste ano vai pegar fogo Carla Araújo Suprema Corte abala Trump, que dobra aposta Acredito que, sim, podem jogar Pedro e Arrasca juntos. Poderiam ter jogado juntos, mas acredito que não estejam na melhor forma física para jogarem um jogo físico como eu esperava que fosse. Por isso optei por essa variação no sistema e com as trocas tentar ajustar, com a entrada do Pedro. Claro, o jogo não foi como esperávamos, então vão existir justas críticas pela minha escolha, mas escolhi pensando no que era melhor para a nossa equipe. Filipe Luís Até aqui, Arrascaeta e Pedro foram titulares contra o Corinthians, na Supercopa do Brasil, e Vitória, pelo Brasileiro, além de alguns minutos diante do Internacional. Após o confronto com o Colorado, explicou a escolha de Bruno Henrique como centroavante com o fato de um planejamento de montagem para Pedro, que "ficou três meses parado no ano passado, antes de finalizar o ano". Filipe Luís tem feito mudanças e testes em busca de um maior poderio ofensivo. Bruno Henrique, Everton Cebolinha, Plata, Carrascal e Paquetá foram alguns que também entraram nessa ciranda à procura de soluções. [Pedro] Pode começar. Obviamente, é um jogador determinante, importantíssimo. Colocarei a equipe que for melhor para poder ganhar. A partir daí, os jogadores escalados, estando o Pedro ou não, será a equipe que eu creio que será a melhor para vencer. Filipe Luís Foram, até aqui, nove jogos desde quando a "cavalaria" assumiu, com 15 gols, sendo que sete marcados na goleada por 7 a 1 sobre o Sampaio Corrêa, que disputa o quadrangular contra o rebaixamento. Continua após a publicidade A questão física, inclusive, vem sendo tema recorrente do treinador, que avaliou ser essa a chave para melhores atuações. "Hoje ficou evidente que ainda falta um pouco da parte física dos jogadores. Como eles não estão bem fisicamente ainda, da forma que espero, e estão acostumados a jogar, estão chegando tarde, chegando na pressão atrasada, bola escapando um pouco do pé, e isso vai ligado ao mental, com decisões erradas", disse, após o duelo com o Inter. Desta coletiva até aqui, foram duas semanas e dois jogos — Vitória e Lanús —, mas ainda sem um desempenho convincente. O Rubro-Negro mudou a planejamento no começo do ano, com impactos na pré-temporada. O elenco principal foi chamado após o sub-20 conseguir apenas um ponto em três partidas no Carioca, e a chance de não passar da primeira fase bater à porta. Busca por novo centroavante O Flamengo foi ao mercado em busca de um novo centroavante para o elenco, mas não houve sucesso. O Cruzeiro rejeitou investidas por Kaio Jorge — a primeira de 30 milhões de euros (R$ 191 milhões) e a segunda de 24 milhões de euros (R$ 153 milhões) mais o atacante Everton Cebolinha. O argentino Taty Castellanos também esteve no radar, mas ele encaminhou sua transferência para o West Ham, da Inglaterra. Continua após a publicidade Montagem de elenco é sempre com o Boto, com o diretor de futebol, que é quem faz e planeja a montagem. Eu, claro, participo. Na apresentação de Paquetá, porém, Boto apontou para uma falta de lastro financeiro para novas contratações. A transferência do meia, que estava no West Ham, da Inglaterra, fez o Rubro-Negro desembolsar 42 milhões de euros (R$ 263 milhões), o que a tornou a contratação mais cara da história do futebol brasileiro. Quando decidimos pela contratação dele, tínhamos duas ou três posições que queríamos, e ele cumpria essas posições. Era trazer um jogador que acrescentaria muito ao grupo e foi isso que fez avançarmos pela contratação, mesmo sabendo que depois ia ficar curto para o restante do mercado. Boto, na apresentação do Paquetá Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Como é a 'Olimpíada' em que vale até doping para quebrar recordes Perder carro financiado para banco está mais fácil do que você pensa; veja Qual a maior empresa do mundo em vendas? 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