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Análise dos Times

Corinthians

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Motivo: O artigo é uma análise detalhada sobre a chegada de Fernando Diniz ao Corinthians e como seu estilo de jogo impactará o time. O tom é informativo e analítico.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Dorival Júnior Allan Fernando Diniz Charles Matheus Pereira Breno Bidon Hugo Souza Yuri Alberto Matheuzinho Hugo Raniele Gui Negão Rodrigo Garro André Carrillo João Vitor Gustavo Henrique André Ramalho João Pedro Bidu Memphis Pedro Raul Gabriel Paulista Lingard Milans

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Tá na Área: Gabriel Oliveira detalha mudanças no comando do Corinthians Não deu nem tempo de pensar! O Corinthians acertou com Fernando Diniz como novo treinador após a saída de Dorival Júnior na última segunda-feira (06). + Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp A diretoria do Timão escolheu Diniz por considerar que o treinador tem um modelo de jogo ofensivo (o famoso "Dinizismo"), um perfil de liderança mais energético que o de Dorival e qualidade para tornar a equipe mais criativa e ofensiva. A pouca qualidade na criação de jogadas foi o principal motivo que levou à decisão de demitir Dorival, mesmo com dois títulos vencidos. 1 de 6 Fernando Diniz defendeu o Corinthians como jogador e agora será técnico — Foto: Divulgação/ Corinthians Fernando Diniz defendeu o Corinthians como jogador e agora será técnico — Foto: Divulgação/ Corinthians + Pressa, perfil e elenco: entenda por que o Corinthians escolheu Fernando Diniz + Fernando Diniz é anunciado pelo Corinthians: "Meu coração já pulsa no mesmo ritmo da Fiel" + Fernando Diniz no Corinthians é escolha corajosa, com mais prós do que contras A diretoria avalia que o elenco montado no ano passado se encaixa perfeitamente com o "Dinizismo": muitos jogadores criativos e uma mescla de jovens com velocidade e veteranos com visão de jogo, perfil que Diniz adora. O ge te explica no detalhe quem sobe e quem desce com o estilo tático do novo treinador: Dinizismo #1: a saída curta com o goleiro O Dinizismo começa nos pés do goleiro. Diniz quer que o goleiro participe dos passes curtos desde o início da jogada. Quando o goleiro joga com os pés, o adversário sobe para tentar roubar a bola mais à frente e abre espaço nas costas da marcação. Quem sobe e quem desce no Corinthians? Hugo Souza sobe. O goleiro carrega a desconfiança da torcida com os pés, mas já disse publicamente que gosta de jogar assim e quer fazer parte da construção do jogo. Felipe Longo, reserva imediato, terá pela frente o desafio de mostrar que também se encaixa nesse modelo para brigar pela titularidade. 2 de 6 Hugo Souza em Chapecoense x Corinthians — Foto: Renato Padilha/AGIF Hugo Souza em Chapecoense x Corinthians — Foto: Renato Padilha/AGIF Dinizismo #2: troca curta de passes na defesa Diniz sempre coloca nos seus times uma saída de bola com passes curtos. O chutão é proibido? Nem sempre. Mas a ideia é que os zagueiros e os volantes se aproximem do goleiro para atrair o adversário e depois sair tocando com os meias, que também se aproximam. No Fluminense campeão da Libertadores, Fábio tocava curto com Felipe Melo, que repassava para Marcelo, que repassava para Lima. Cada toque forçava uma linha do adversário a reagir e a se mover. Veja um exemplo daquele histórico 3 a 0 do Flu no Cruzeiro em 2023: todo mundo próximo. 3 de 6 Fábio sai jogando com Felipe Melo: marcação sobe — Foto: Reprodução Fábio sai jogando com Felipe Melo: marcação sobe — Foto: Reprodução Quem sobe e quem desce no Corinthians? Gustavo Henrique é quem melhor se encaixa nessa ideia. Gabriel Paulista e André Ramalho também têm qualidade na saída de bola e boa leitura para iniciar jogadas, provavelmente disputando uma posição entre si, com João Pedro como reserva. GE Corinthians detalha a escolha de Fernando Diniz como treinador Dinizismo #3: trocas de posição e laterais com liberdade Diniz gosta de dar bastante liberdade para jogadores se movimentarem onde a bola está. No Flu, Arias e Samuel Xavier trocavam de lado, bagunçavam a marcação e eram vistos em todas as partes do campo. No Cruzeiro, Diniz tentou fazer isso com Matheus Pereira, e no Vasco, por questões de elenco, não conseguiu aplicar tanto esse estilo. Vamos a um exemplo dessa movimentação com Diniz na Seleção: veja como Lodi e Danilo não estão nos lados, mas sim por dentro. É como um carrossel 4 de 6 Seleção brasileira com Diniz: pontas alargando o campo e Casemiro próximo da defesa — Foto: Reprodução Seleção brasileira com Diniz: pontas alargando o campo e Casemiro próximo da defesa — Foto: Reprodução Quem sobe e quem desce no Corinthians? Diniz não deve mudar Matheuzinho e Bidu, os titulares nas laterais atualmente. Quem pode crescer com o estilo do treinado é Hugo, que mostrou qualidade jogando por dentro no Goiás e em alguns jogos. Bidu, que já foi improvisado como ponta, pode crescer. Milans e João Vitor têm tudo para se desenvolverem para além da lateral. Dinizismo #4: todo mundo perto de onde a bola está Se tem uma ideia central, um DNA de Diniz, é o fato de que todos os jogadores podem (e devem) se movimentar perto de onde a bola está. A troca de posição existe com um propósito: ter mais gente que o adversário na zona da bola para sair tocando curto. Aconteceu no São Paulo, no Flu, no Vasco... Diniz chama isso de "jogo aposicional", como você leu aqui. Veja um exemplo na seleção: todos próximos. Se a bola está na direita, o meia da esquerda sai e se aproxima. Até o atacante se aproxima. 5 de 6 Richarlison pede a bola: sinal do inconfundível estilo de Diniz — Foto: Reprodução Richarlison pede a bola: sinal do inconfundível estilo de Diniz — Foto: Reprodução Quem sobe e quem desce no Corinthians? Rodrigo Garro é o jogador do elenco que mais representa o Dinizismo: cai para o setor onde a bola está, cria opções de passe e dita o ritmo. Breno Bidon também sobe muito pela técnica e criatividade mostrada. André Carrillo, pela experiência mostrada e a qualidade na construção de jogadas, também deve ganhar espaço quando voltar. Raniele, mais voltado à marcação, pode perder espaço para Allan. Será que vem um meio-campo com Allan e Bidon como volantes? E Carrillo e Lingard como pontas? Charles e Matheus Pereira, volantes de maior chegada do que de passe, podem perder espaço. Mas lembre-se: Diniz gosta de desenvolver jogadores. Dinizismo #5: tocar curto para atacar espaço lá na frente Por que Diniz gosta tanto de fazer o time tocar a bola? É pela beleza? Para o torcedor comentar depois? Tudo tem uma intenção lá no jogo: Diniz quer que o adversário suba a marcação no toque curto e abra espaço lá atrás. Por isso, ele gosta de jogadores que ataquem espaços, sejam velozes e consigam aproveitar as lacunas deixadas atrás. Quem sobe e quem desce no Corinthians? Diniz tem no Corinthians um elenco para brilhar aqui: Lingard, Memphis e principalmente Yuri Alberto têm tudo o que ele mais gosta: mobilidade, bom toque e inteligência para receber a bola na frente. Pedro Raul deve perder espaço, assim como Gui Negão, por não terem a mobilidade que Diniz gosta, e devem se adaptar com o novo treinador. 6 de 6 Yuri Alberto comemora gol do Corinthians sobre o Flamengo — Foto: Marcos Ribolli Yuri Alberto comemora gol do Corinthians sobre o Flamengo — Foto: Marcos Ribolli E para você? Quem sobe e quem desce no elenco do Timão com a Era Fernando Diniz? Como você imagina esse time titular, com todos à disposição? 🎧 Ouça o podcast ge Corinthians🎧 + Assista: tudo sobre o Corinthians na Globo, sportv e ge 50 vídeos