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O dia do Vasco foi escrito entre o desejo de jogar em casa e a obrigação de encontrar outro palco para o clássico com o Flamengo. O Bepe vetou São Januário, citando restrições de segurança ainda sem comprovação atualizada de correções; o parecer apontou o Maracanã como primeira opção, mas o duelo do Campeonato Brasileiro será no Nilton Santos. [ ] O estádio escolhido receberá uma operação robusta: mais de mil policiais militares e 380 seguranças privados. Também ficou acertada a divisão igualitária dos ingressos entre as torcidas, um 50 a 50 que substituiu o plano inicial do Vasco e promete arquibancadas sem vantagem numérica para nenhum lado. [ ] Há ainda uma conta antiga a desafiar o Cruz-Maltino: em 14 confrontos com o Flamengo no Nilton Santos, foram duas vitórias do Vasco, cinco empates e sete triunfos rubro-negros. Pedro Emanuel disse que a decisão do estádio não passou por ele, mas a preparação, sim: o elenco treinou no gramado sintético, que também o espera contra Palmeiras e Athletico Paranaense. [ ] [ ] Depois da virada sobre o Corinthians, Marino Hinestroza treinou entre os titulares, e Brenner também foi testado para o ataque. O Vasco chega ao clássico em 13º lugar, com 38 pontos, enquanto o Flamengo lidera com 70; para o time cruz-maltino, o reencontro com o rival vale tanto pela tabela quanto pela chance de prolongar a reação. [ ] Nos bastidores, a rivalidade também ganhou rosto: Bap e Pedrinho seguem em lados opostos numa disputa judicial que acompanha as tensões entre os clubes. E, enquanto seis chapas se organizam para a eleição vascaína, o clube já mira 2027 e negocia um pré-contrato com Carlos Vinícius, do Grêmio. O clássico, assim, transborda do campo: estádio, política, torcida e planejamento disputam espaço na mesma jornada. [ ] [ ] [ ]