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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: Time foco da matéria, busca o hexa; jogadora estrela defende a equipe; sem críticas ao desempenho em campo

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Citado apenas como adversário da final, com relato neutro da classificação na semifinal

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado apenas como equipe eliminada pelo Corinthians na semifinal, relato factual

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado apenas como equipe eliminada pelo Cruzeiro na semifinal, relato factual

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

corinthians cruzeiro olimpia libertadores feminina quito vic albuquerque santa fe belen aquino conmebol

Conteúdo Original

O Corinthians se prepara para mais uma final de CONMEBOL Libertadores feminina neste final de semana - as Brabas enfrentam o Cruzeiro neste sábado (31), em busca da sexta conquista. Mas, apesar das evoluções dos times brasileiros e outros sul-americanos, a estrutura da competição segue abaixo do esperado, disse a artilheira Vic Albuquerque, do Alvinegro paulista. "A evolução das equipes é nítida. Dá para ver que melhoraram bastante. Não vejo evolução no torneio", disse a camisa 17. "Saio do Brasil sabendo exatamente cada detalhe do que vai acontecer aqui. Há anos o torneio é igual, traz dificuldades para a gente". "A gente até entrega muitas soluções, mas, ainda assim, continua igual", explicou. Em 2024, após a conquista do torneio, as jogadoras do Timão reclamaram de alguns tópicos, como falta de qualidade nos gramados dos estádios e pouco espaço entre os jogos. Vic falou também que a Glória Eterna poderia ser estruturalmente igual ao evento masculino. "A gente não vê evolução em relação ao tratamento da Conmebol com o futebol feminino, não só brasileiro, mas sul-americano inteiro. Gostaria que fosse bem melhor, que tivéssemos mais estrutura, mais tempo, que jogássemos uma Libertadores parecida com a Libertadores do futebol masculino. Está muito longe disso". A atacante Belén Aquino citou ainda outra situação: a escolha pela cidade de Quito, no Equador, como local da decisão. "Acredito que poderia ter sido escolhida uma sede melhor do que Quito, porque, no decorrer da competição, algumas meninas se sentiram muito mal". "Há países que estão ficando para trás e não estão evoluindo, mas há outros que já estão um degrau abaixo do Brasil. Mas, para mim, ainda falta muito. Precisamos que as pessoas de dentro queiram investir um pouco mais e dar um passo à frente", concluiu. O confronto acontece a partir de 21h (de Brasília) - as paulistas superaram o Santa Fe (COL) por 2 a 1 na semifinal, enquanto as mineiras bateram a equipe do Olimpia, do Paraguai, por 1 a 0.