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Esporte Torcedores apontam temporada de Zé Ivaldo no Santos como "regular" 13/12/2025 05h00 Deixe seu comentário O ano de Zé Ivaldo no Santos foi um retrato de altos e baixos que só ganhou contornos decisivos na reta final do Brasileirão. Emprestado pelo Cruzeiro no início da temporada, o zagueiro chegou ao clube com status de titular, encaixou uma longa sequência de jogos e rapidamente virou peça de confiança. Depois, perdeu espaço, caiu de rendimento e parecia destinado ao esquecimento. Mas, na reta final do campeonato nacional, recuperou a boa fase, virou solução num momento crítico e ainda obrigou o Peixe a comprá-lo em definitivo para 2026. Em enquete promovida pela Gazeta Esportiva , os votantes elegeram a temporada do defensor santista como "regular", com 49,14% dos votos. Logo atrás vem a opção "bom", que teve 33,62%. Josias de Souza Fim da Magnitsky cai como lápide sobre bolsonarismo Helio de La Peña Papai Noel já está em ação e presenteou classe política Reinaldo Azevedo Trump antecipa presente para Moraes Milly Lacombe A estranha dupla caneta emagrecedora e futebol A trajetória do defensor pode ser medida nas estatísticas. Com 2.899 minutos em campo ? quarto jogador mais utilizado do elenco no ano, segundo dados do Transfermarkt ? Zé Ivaldo terminou 2025 como o defensor mais acionado pelo Santos. Foram 31 partidas e um gol marcado, mas o caminho até esse ponto não foi linear. No primeiro semestre, seu nome era quase incontestável na titularidade. Forte nas disputas curtas e seguro pelo chão, o alagoano se consolidou rapidamente, a ponto de ser o segundo atleta com mais minutos na equipe, atrás apenas do goleiro Gabriel Brazão. Entre março e junho, emendou 18 partidas consecutivas e tornou-se o pilar da defesa. A dúvida da comissão técnica não era ele ? era quem jogaria ao seu lado. Esse cenário ruiu com a mudança de comando. A chegada de Cleber Xavier ao setor fez João Basso ressurgir. Basso aproveitou uma suspensão de Zé Ivaldo, foi bem contra o Vitória e abriu caminho para assumir a vaga. No duelo seguinte, diante do Fortaleza, Zé virou opção secundária e entrou apenas no segundo tempo, improvisado na lateral direita. De peça chave, passou a incógnita. A ponto de o departamento de futebol cogitar que sua permanência para 2026 poderia não valer o investimento. Quando parecia tarde para reagir, o destino ofereceu uma brecha. Problemas físicos, a Data Fifa e uma reorganização promovida por Juan Pablo Vojvoda recolocaram Zé no time justamente nos jogos mais pesados do calendário. A suspensão de Luan Peres no clássico contra o Palmeiras abriu a primeira porta. Ele foi titular no Allianz Parque apesar da derrota, e convenceu. Dias depois, enfrentou o Flamengo no Maracanã com atuação segura. E, com Luan preservado por protocolo de concussão e Alexis Duarte convocado para a seleção paraguaia, Zé manteve o posto contra o Palmeiras, desta vez na Vila, na vitória que encaminhou a permanência santista na Série A. Os três jogos consecutivos ativaram a cláusula que o Santos vinha monitorando há meses: o defensor atingiu a meta de 60% das partidas para as quais esteve disponível, o que obriga o clube a comprá-lo do Cruzeiro. Serão 1 milhão de dólares (pouco mais de R$ 5,3 milhões) pagos em quatro parcelas, a primeira delas em janeiro. Continua após a publicidade Neymar Jr ? Cruzeiro pic.twitter.com/1d4eSyTtvM ? Santos FC (@SantosFC) December 12, 2025 Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora 'Desceu minha calcinha com velocidade': meti na Sapucaí durante o Carnaval Em encontro com Lula, Nunes pede ajuda e Tarcísio, intervenção na Enel Neymar e Biancardi desfrutam de suíte presidencial em NY de R$ 200 mil Bebê de 1 ano morre após passar 2 h em cadeirinha em creche irregular no DF Justiça manda Enel religar energia imediatamente sob multa de R$ 200 mil/h