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Nesta terça-feira, Samir Xaud prometeu mudanças na estrutura do futebol brasileiro. O presidente da CBF falou sobre uma negociação de vaga extra para a Libertadores, apontou alterações no calendário e anunciou novas ferramentas para a arbitragem. "Temos uma conversa com a Conmebol a respeito de nossas datas. A gente tem algumas datas Conmebol, de pré-Libertadores, que estamos conversando. Estamos tentando esse diálogo (trocar duas vagas na pré por uma vaga direta), por que se for parar para analisar, nesta fase é sempre brasileiro contra brasileiro. Praticamente temos uma vaga direta", disse Samir Xaud, em entrevista ao jornal O Globo. Atualmente, o futebol brasileiro classifica cinco times diretamente para a Libertadores: quatro via Brasileirão e o campeão da Copa do Brasil. Além das vagas diretas, mais duas equipes vão às fases preliminares do torneio, por meio do Campeonato Brasileiro. A concretização do acordo com a Conmebol pode aliviar o calendário do futebol nacional. Samir Xaud, inclusive, reiterou a proposta de um novo modelo para os campeonatos estaduais a partir de 2026. "(O calendário) é um dos grandes desafios que estamos enfrentando à frente da CBF... De antemão, posso falar que vamos acabar o calendário do futebol brasileiro neste ano. Vamos fazer de tudo para não prejudicar os estaduais, queremos fortalecer esses torneios ainda mais", disse o presidente da CBF, agora em entrevista à SporTV. O plano de Samir Xaud é reduzir para 11 datas os Estaduais. Atualmente, esses torneios chegam a ter até 16 datas para os finalistas. Além das extensas mudanças no calendário, Samir Xaud abordou um dos temas mais polêmicos do futebol brasileiro: a arbitragem. O presidente prometeu melhorias e anunciou novas tecnologias. "Queremos investir no impedimento semiautomático. É um investimento alto, mas ano que vem nós teremos o impedimento semiautomático no futebol brasileiro. Nas principais competições da CBF, Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. Será muito útil para dar uma lisura para as nossas competições. Queremos que seja a melhor arbitragem do mundo", apontou. Por fim, o presidente da CBF falou sobre a polêmica camisa vermelha. Em abril, o site Footy Headlines, especializado em uniformes de futebol, divulgou que a Nike iria inovar para a Copa do Mundo de 2026 e produziria a camisa secundária do Brasil na cor vermelha. "Foi um assunto delicado. Muita gente levou para o lado político, mas eu não levei para esse lado. Pensei pelos cores da bandeira do Brasil. Azul, amarelo, verde e branco são as cores que tem que ser seguidas. Fui totalmente contra a questão do vermelho, mas não por ideologia política, mas sim por patriotismo pela bandeira do Brasil. Ela estava em produção e fiz uma reunião de emergência com a Nike, pedindo que parasse. Não queria perder o simbolismo e toda a nossa história", revelou.