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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo foca em um ponto negativo de Neymar e da seleção brasileira, comparando sua produção goleadora desfavoravelmente com seleções menores.

Viés da Menção (Score: -0.4)

Motivo: A seleção da Bósnia é utilizada como um contraponto positivo em termos de produtividade goleadora de seu camisa 10.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: A Suécia é citada como exemplo de uma seleção com camisa 10 mais goleador que Neymar.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: Assim como Bósnia e Suécia, a República Tcheca serve como comparação de produtividade goleadora.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Santos Lionel Messi Brasil Carlo Ancelotti Copa do Mundo Neymar Kylian Mbappé Suécia República Tcheca Bósnia

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Neymar: Brasil vai à Copa com camisa 10 menos goleador que Bósnia e Suécia Rafael Reis Colunista do UOL 03/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Neymar será o camisa 10 da seleção brasileira pela quarta Copa consecutiva Imagem: Pedro Vilela/Getty Images A seleção brasileira vai em busca do fim de um jejum de 24 anos e do hexacampeonato mundial na Copa-2026 com um camisa 10 que balançou menos as redes na última temporada que seus correspondentes de Bósnia, República Tcheca e Suécia. Neymar, que vestirá pela quarta vez o número consagrado por Pelé em Mundial (feito que apenas o Rei do Futebol conseguiu anteriormente), fez somente 13 gols desde agosto do ano passado. Essa marca, prejudicada pelos inúmeros problemas físicos que o transformaram em um jogador de participações esporádicas no Santos, faz do meia-atacante um camisa 10 menos produtivo do que os semelhantes de algumas seleções que estão longe de serem consideradas candidatas a ganhar a Copa. Josias de Souza Trump passa de 'aliado' de Flávio a maior estorvo José Fucs Por que cerco de Trump às facções é bom para o Brasil Narrativas em Disputa Tarifaço, Pix e o efeito na campanha de Flávio Wálter Maierovitch Trump libera fúria contra Netanyahu Ermedin Demirovi?, do Stuttgart e da Bósnia, marcou 15 vezes no período. Benjamin Nygren, do Celtic e da Suécia, comemorou 22 oportunidades. E Patrik Schick, do Bayer Leverkusen e da República Tcheca, provocou 23 modificações de placar. O uruguaio Giorgian de Arrascaeta (18), o egípcio Mohamed Salah (19), o senegalês Sadio Mané (24) e, claro, o argentino Lionel Messi (36) são outros números 10 do Mundial com mais gols na temporada que o astro brasileiro. Mas nenhum deles chegou sequer perto da fome artilheira do dono da camisa reservada ao craque do time da seleção francesa. Kylian Mbappé passou por 2025/26 com 48 bolas nas redes somando os jogos do Real Madrid e dos "Bleus". A situação de Neymar O camisa 10 da seleção foi convocado e se apresentou para o início da pré-temporada da Copa, na semana passada, com uma lesão muscular de grau 2 na panturrilha direita, sofrida quando ainda estava a serviço do Santos. O problema físico do veterano de 34 anos levantou debates acalorados se ele deveria ou não ser cortado da competição. No entanto, o técnico Carlo Ancelotti já avisou que considera essa contusão um "pequeno problema" e que seguirá com o astro para o torneio. Continua após a publicidade Relacionadas Próxima grande venda do Porto pode fazer São Paulo faturar mais de R$ 80 mi 7 craques que vão chegar 'voando' na Copa... e nenhum deles é brasileiro Janela já movimenta R$ 6,4 bi antes de abrir; veja os reforços mais caros O prazo inicial de recuperação dado pelo departamento médico da CBF para Neymar é de "duas a três semanas" a partir da quinta-feira passada. Se essa previsão se cumprir, o meia-atacante corre risco de ficar fora das duas primeiras partidas da seleção no Mundial. Sexta estrela Depois da goleada por 6 a 2 sobre o Panamá, no último domingo, a seleção ainda fará mais um teste pré-Copa. Neste sábado, enfrenta o Egito, de Mohamed Salah, já em território norte-americano -a partida será em Cleveland. O Brasil inicia a corrida pelo hexacampeonato mundial e pelo fim de um jejum de 24 anos sem vencer a Copa no dia 13 de junho, contra Marrocos. Na sequência, enfrenta ainda dentro do Grupo C as seleções de Haiti e Escócia. Os três compromissos estão marcados para os EUA. Marcada pela ausência da Itália e pelas semanas e mais semanas de incerteza sobre a participação do Irã, ainda em guerra com os norte-americanos, o Mundial-2026 será o mais grandioso já realizado. Pela primeira vez na história, terá jogos espalhados por três países diferentes: Canadá, EUA e México. Também estabelecerá novos recordes de número de seleções participantes (48, contra 32 das últimas sete edições do torneio), jogadores inscritos (mais de 1.200) e partidas disputadas (104). Continua após a publicidade Todos os camisas 10 da Copa ÁFRICA DO SUL: Relebohile Mofokeng (Orlando Pirates-AFS) ALEMANHA: Jamal Musiala (Bayern de Munique-ALE) ARÁBIA SAUDITA: Salem Al-Dawsari (Al Hilal-ARA) ARGÉLIA: Farès Chaïbi (Eintracht Frankfurt-ALE) ARGENTINA: Lionel Messi (Inter Miami-EUA) AUSTRÁLIA: Ajdin Hrustic (Heracles Almelo-HOL) ÁUSTRIA: Florian Grillitsch (Braga-POR) BÉLGICA: Leandro Trossardi (Arsenal-ING) BÓSNIA: Ermedin Demirovi? (Stuttgart-ALE) BRASIL: Neymar (Santos) CABO VERDE: Jamiro Monteiro (Zwolle-HOL) CANADÁ: Jonathan David (Juventus-ITA) COLÔMBIA: James Rodríguez (Minnesota United-EUA) COREIA DO SUL: Lee Jae-sung (Mainz-ALE) COSTA DO MARFIM: Simon Adingra (Monaco-FRA) CROÁCIA: Luka Modric (Milan-ITA) CURAÇAO: Leandro Bacuna (Igdir-TUR) EGITO: Mohamed Salah (Liverpool-ING) EQUADOR: Kendry Páez (River Plate-ARG) ESCÓCIA: Ché Adams (Torino-ITA) ESPANHA: Dani Olmo (Barcelona-ESP) ESTADOS UNIDOS: Christian Pulisic (Milan-ITA) FRANÇA: Kylian Mbappé (Real Madrid-ESP) GANA: Brandon Thomas-Asante (Coventry-ING) HAITI: Jean-Ricner Bellegarde (Wolverhampton-ING) HOLANDA: Memphis Depay (Corinthians) INGLATERRA: Jude Bellingham (Real Madrid-ESP) IRÃ: Mehdi Ghayedi (Al Nassr-EAU) IRAQUE: Mohanad Ali (Dibba-EAU) JAPÃO: Ritsu Doan (Eintracht Frankfurt-ALE) JORDÂNIA: Musa Al-Taamari (Rennes-FRA) PARAGUAI: Miguel Almirón (Atlanta United-EUA) QATAR: Hassan Al-Haydos (Al Sadd-QAT) MARROCOS: Brahim Díaz (Real Madrid-ESP) MÉXICO: Alexis Vega (Toluca-MEX) NOVA ZELÃNDIA: Sarpreet Singh (Wellington Phoenix-NZL) NORUEGA: Martin Odegaard (Arsenal-ING) PANAMÁ: Ismael Díaz (León-MEX) PORTUGAL: Bernardo Silva (Manchester City-ING) REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO: Théo Bongonda (Spartak Moscou-RUS) REPÚBLICA TCHECA: Patrik Schick (Bayer Leverkusen-ALE) SENEGAL: Sadio Mané (Al Nassr-ARA) SUÉCIA: Benjamin Nygren (Celtic-ESC) SUÍÇA: Granit Xhaka (Sunderland-ING) TUNÍSIA: Hannibal Mejbri (Burnley-ING) TURQUIA: Hakan Calhanoglu (Inter de Milão-ITA) URUGUAI: Giorgian de Arrascaeta (Flamengo) UZBEQUISTÃO: Jaloliddin Masharipov (Esteghlal-IRA) Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Trump cria 'taxa das blusinhas' global e usa trabalho forçado como desculpa Fazendeiro deixou 5 cabeças de gado numa ilha; 130 anos depois havia 2.000 Próxima grande venda do Porto pode fazer São Paulo faturar mais de R$ 80 mi Moraes é tietado no Gilmarpalooza e brinca: 'Sou popular, corintiano' UE vê tarifaços de Trump como oportunidade de crescimento na América Latina