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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: Matéria centra nas iniciativas legais em prol do clube de forma descritiva, levemente simpática ao clube.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: Cita rumor de favorecimento à Shakhtar no Desliga-Disney/SBT e tira nele rodoviário porque levantou calote.

Viés da Menção (Score: -0.1)

Motivo: Mencionado apenas como usuário frequente do estádio ligado à concessão de nome tornado social.

Viés da Menção (Score: -0.1)

Motivo: Tratado exclusivamente adversário do confronto internacional — nada harmônico valioso coerente final.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Maracanã Flamengo Botafogo Boca Juniors Vasco Fluminense Adriana Marques dos Santos Laia Franco Georgia Vasconcellos Marcus Vinicius de Menezes Reis Fla-Flu Serviços S.A. Rose Marie Pimentel Martins Zico

Conteúdo Original

Horas depois da 2ª Vara Cível do Rio de Janeiro ordenar que a Fla-Flu Serviços S.A. se manifestasse em até 48 horas sobre o pedido feito pelo Vasco para jogar no Maracanã contra o Boca Juniors , a concessionária responsável pelo estádio se posicionou. Em manifestação enviada na tarde desta sexta (2) à 5ª Câmara de Direito Público do Rio, que agora será a responsável para definir o caso, o consórcio pediu que seja mantida a decisão da 1ª instância do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), que negou o uso da arena pelo Cruzmaltino no jogo da CONMEBOL Sul-Americana , marcado para o dia 20 de outubro. Assim como já havia feito na negativa dada ao Vasco no início da semana , a empresa afirmou que a partida contra o Boca traria "graves prejuízos" ao gramado da arena, que não teria tempo para se recuperar da maratona de jogos que envolve também Flamengo e Fluminense . "A ação movida pelo Agravante tem potencial de resultar em graves prejuízos ao Maracanã, já que a utilização do estádio em desacordo com os critérios técnicos necessários para preservação do gramado importará danos ao próprio equipamento público que o Agravante diz querer proteger", escreveram os advogados da concessionára. O consórcio repete que desde que assumiu a gestão do Maracanã, em setembro de 2024, o Vasco usou o estádio "diversas vezes" como mandante, sustentando que as negativas recentes "não decorrem de favorecimento a Flamengo ou Fluminense", mas de "razões técnicas relacionadas ao gramado". A Fla-Flu diz que os recentes relatórios técnicos de agrônomos e da empresa responsável pela manutenção apontaram" elevado desgaste do campo", devido ao excesso de partidas, às condições climáticas, ao curto intervalo entre jogos e aos impactos adicionais causados pelo jogo da NFL realizado no Maracanã no último final de semana. A concessionária ainda assegura que recusou nos últimos meses pedidos do próprio Flamengo, como uma partida comemorativa dos 45 anos da Copa Intercontinental de 1981, e também do tradicional "Jogo das Estrelas" organizado por Zico . De acordo com a empresa, isso demonstra "tratamento isonômico" e "baseado em critérios técnicos". O consórcio ainda diz que a ação pública aberta pelo advogado Marcus Vinicius de Menezes Reis para tentar liberar o Maracanã para Vasco x Boca é "inadequada", pois estaria "defendendo interesse de torcedor ou do clube, e não um interesse coletivo". Para a concessionária, o uso do estádio no duelo da Sul-Americana iria "causar danos ao patrimônio público" ao "agravar a deterioração do gramado do Maracanã". Isso resultaria, na visão da Fla-Flu, em "comprometimendo dos jogos futuros", "aumento dos riscos para atletas" e "prejuízo ao calendário esportivo", além de "afetar a imagem do Estado do Rio de Janeiro para futuros eventos internacionais". Por fim, a empresa afirmou que não há urgência para definir o caso, pois "a realização do jogo não depende necessariamente do Maracanã". De acordo com o consórcio, o Estádio Nilton Santos, do Botafogo , é "alternativa apta a sediar a partida", já que "recebe regularmente jogos internacionais e da Conmebol". Vale lembrar que o Vasco tem que indicar até a proxima segunda-feira (2) à Confederação Sul-Americana qual será o palco da partida contra o Boca Juniors. São Januário não pode receber o encontro, já que não possui capacidade mínima exigida ( 30 mil lugares). O caso agora aguarda a decisão da desembargadora Rose Marie Pimentel Martins . Também na tarde desta sexta, o advogado Marcus Vinicius de Menezes Reis , que é torcedor do Vasco e inicou a ação pública pela liberação do Maracanã, comunicou o "fato novo urgente" (no caso, a decisão da manhã desta sexta) à Justiça e reforçou o pedido de tutela antecipada para garantir a disponibilização do estádio para o duelo da competição internacional. Explica-se: pela manhã, a decisão da 2ª Vara indicou que já havia ações anteriores à do Vasco na Justiça carioca, o que fez a juíza responsável ordenar a suspensão do processo do clube da Colina por 20 dias para evitar o risco de decisões contraditórias sobre a mesma questão. No agravo, o torcedor vascaíno indicou que a questão sobre a disponibilização do Maracanã agora está sob a relatoria da desembargadora da 5ª Câmara de Direito Público , passando a ser "a única via judicial capaz de produzir uma decisão antes do prazo da Conmebol", que exige a indicação do estádio do jogo até a próxima segunda-feira (5). Justamente por isso, o advogado pede urgência na questão, já que, se a decisão não ocorrer imediatamente, a Confederação poderá determinar outro estádio para o jogo depois de segunda, tornando ineficaz qualquer decisão posterior sobre o Maracanã. Com base nos argumentos, o pedido é para que seja juntada da nova decisão da 2ª Vara Cível aos autos, com "análise imediata e monocrática" do pedido de tutela recursal para liberar o estádio para o Cruzmaltino. A exigência é para que a Fla-Flu Serviços S.A. seja obrigada a disponibilizar a arena para o jogo entre Vasco e Boca Juniors, mediante pagamento do preço contratual aplicável, com "intimação imediata da concessionária e a comunicação da decisão aos juízos envolvidos". Na manhã desta sexta (2), a juíza Adriana Marques dos Santos Laia Franco , da 2ª Vara Cível do Rio de Janeiro, divulgou a decisão sobre o pedido feito na última quinta (1º) pelo Vasco da Gama para poder enfrentar o Boca Juniors no Maracanã, em duelo válido pela CONMEBOL Sul-Americana . Em documento obtido pela ESPN , a magistrada ordenou que a Fla-Flu Serviços S.A. , concessionária responsável pela arena, seja intimada com urgência para se manifestar, em até 48 horas , sobre o pedido liminar formulado pelo Cruzmaltino. No entanto, ela também determinou que, após esse prazo, o processo deverá ser suspenso por 20 dias. De acordo com a juíza, já existe uma ação popular anterior, ajuizada em 29 de setembro na 2ª Vara da Fazenda Pública do Rio pelo advogado Marcus Vinicius de Menezes Reis , que discute essencialmente o mesmo tema: a obrigação da concessionária de disponibilizar o Maracanã para Vasco x Boca. O pedido liminar dessa ação foi negado pela juíza Georgia Vasconcellos , e a questão agora está sendo analisada em um Agravo de Instrumento no TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro). A magistrada ressalta que, embora os processos tenham partes e fundamentos diferentes, existe risco de decisões contraditórias sobre a mesma questão principal: a utilização do Maracanã para essa partida. Por isso, aplica-se o art. 55, inciso 3º, do Código de Processo Civil, que busca evitar decisões conflitantes. Dessa forma, a 2ª Vara Cível entendeu que: Já existe um relator no TJ-RJ analisando a questão; Não é possível reunir os processos porque tramitam em órgãos de competência distinta; O processo deve ficar suspenso até que a questão prejudicial seja resolvida; A Justiça expediu a certificação eletrônica para informar Vasco e Fla-Flu Serviços S.A. às 11h32 (de Brasília). Na ação, à qual a ESPN teve acesso, o Cruzmaltino pediu tutela de urgência contra a Fla-Flu Serviços S.A. , concessionária do estádio, para que o empresa disponibilize o Maracanã para o jogo de 20 de outubro, sob alegação de que a equipe carioca que precisa comunicar oficialmente à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Fuebol) o local da partida até a próxima segunda-feira (5). Na petição, o Vasco diz que São Januário não pode receber o duelo da semifinal da Sul-Americana, pois tem capacidade oficial para 21,8 mil torcedores, enquanto o regulamento da Confederação Sul-Americana exige capacidade mínima de 30 mil lugares para este estágio da competição. Por isso, o clube disse que foi "obrigado" a procurar uma nova arena. Em seguida, o Cruzmaltino alega que o Maracanã é a "opção ideal", já que comporta 78,8 mil espectadores, além de ter "melhor infraestrutura, logística e segurança". O time ainda afirma que o estádio "foi apontado pela Polícia Militar como o local mais adequado para o confronto" e está "historicamente ligado aos grandes eventos esportivos do Rio de Janeiro". A equipe da Colina ainda salienta que o Nílton Santos, do Botafogo , não pode ser apontado como "equivalente", pois tem capacidade menor que a do Maracanã e possui gramado sintético. O Vasco ressalta que "disputou toda a competição em gramados naturais", e a mudança "poderia gerar desvantagem esportiva". À Justiça, o time ainda diz que vem sendo tratado "de forma desigual" pela Fla-Flu Serviços S.A. , enquanto a concessionária deveria "tratar os clubes de forma isonômica"; "não impedir o acesso de agremiações sem justificativa técnica objetiva"; e "priorizar jogos oficiais de futebol em relação a outros eventos". O Vasco também contesta as justificativas da empresa para ter negado o pedido de uso do Maracanã, afirmando que o gramado do estádio tem que ser preservado devido ao excesso de jogos. O Cruzmaltino diz que a grama "está sendo completamente substituída antes da partida" contra o Boca, apontando ainda que o "próprio cronograma de manutenção demonstra que o estádio já recebeu jogos com intervalos menores". Por isso, a equipe alega que a recusa da concessionária em ceder a arena é "inconsistente e seletiva". A petição é finalizada com os quatro pedidos do clube à Justiça: Determine imediatamente a disponibilização do Maracanã para Vasco x Boca Juniors em 20/10/2026; Garanta condições iguais às oferecidas a Flamengo e Fluminense; Autorize uso integral da carga de ingressos, mosaicos e demais estruturas de jogo; Aplique multa diária de R$ 1 milhão em caso de descumprimento; Botafogo (F) - 07/10, 20h30 (de Brasília) - Brasileirão Remo (C) - 10/10, 17h (de Brasília) - Brasileirão Boca Juniors (F) - 13/10, 21h30 (de Brasília) - CONMEBOL Sul-Americana