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Análise dos Times

Motivo: A menção ao Corinthians é feita no contexto de onde ocorreu o fato, sem viés aparente.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O autor critica a postura defensiva de torcedores do Palmeiras em relação a Andreas Pereira, caracterizando como 'clubismo' e 'fanatismo cego'.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Andreas Pereira conseguiu um feito: ampliar o papelão Julio Gomes Colunista do UOL 14/02/2026 10h57 Deixe seu comentário Andreas Pereira, durante Corinthians x Palmeiras, no Campeonato Paulista Imagem: Cesar Greco/Palmeiras/by Canon Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Andreas Pereira não deveria mais poder jogar o Campeonato Paulista. Uma suspensão que seria condizente com o que ele fez no domingo passado, em Itaquera, e que serviria de exemplo para que ninguém mais tentasse trapacear no futebol. Se não bastasse o fato em si, Andreas deu uma entrevista para o repórter André Hernan, na última quinta, dizendo que só estava "tirando lama da chuteira". Aquele tapa na cara da sociedade, né? Porque todo mundo sabe que ele foi lá cavar um buraco no chão para atrapalhar a cobrança do pênalti que havia sido marcado para o Corinthians - se efetivamente atrapalhou ou não é absolutamente irrelevante para o debate. Não é ou deixa de ser errado por ter ou não eficiência. Andreas teve a chance de se retratar. Poderia ter falado algo do tipo: "acontece muito no futebol, mas a gente tem a chance de aprender e nunca mais farei na vida". Mas não. Ele insinua que outros jogadores sabem bem que o que ele fez é normal, se faz mesmo e é coisa de otário não fazer, otário é quem não toma cuidado para que o outro não faça. E aí mente descaradamente falando da lama. Josias de Souza Supremo precisa expor relatório da PF sobre Toffoli Milly Lacombe Como lidar com o orgulho de ser brasileiro? Juca Kfouri Lucas Pinheiro, o campeão que veio do frio Alicia Klein Lucas Pinheiro é do Brasil, de verdade Ele piorou o papelão. Se alguém tinha dúvida de que uma punição exemplar deveria ser aplicada a ele, agora não deveria ter mais. A atitude de Andreas deve e precisa ser vilanizada, para que não se repita. Assista a todos os jogos do Paulistão 2026 na HBO Max. Assine pelo UOL Play a partir de R$ 22,90/mês. Há vários modos utilizados no futebol para distorcer o jogo, para atingir a vitória a qualquer preço. Simulações de faltas, goleiros que fingem dores a cada defesa (quando o time está ganhando), cera, gandulas que somem, tem de tudo. O futebol está sempre à frente inventando maneiras de burlar a regra, e os tribunais às vezes aparecem, às vezes, não. Se aparecessem sempre, talvez os modos mudariam. Quando Léo Jardim, do Vasco, foi expulso no Brasileiro passado por fazer aquilo que todos odiamos, alguns elogiaram o árbitro, mas o "mundo do futebol" achou um exagero. Nenhum goleiro foi expulso depois disso por fazer aquilo que todos sabemos que estão fazendo: matar tempo. E os goleiros continuam... matando tempo. O que Andreas Pereira fez no campo, dizem, é passível apenas de cartão amarelo no campo. Isso já é muito discutível. A regra fala em "fazer marcas no campo", a regra não consegue prever todo o tipo de antijogo que a criatividade humana é capaz de inventar. Se o árbitro interpretar como vermelho, é vermelho. Recentemente, jogadores do Marrocos, na final da Copa Africana, foram lá dar sumiço na toalha que o goleiro de Senegal usava para secar as luvas. Olhando desta maneira, isolada, la letra fria da regra, era, no máximo, cartão amarelo. Mas, ao olhar para o contexto todo, a Confederação Africana resolveu suspender os jogadores marroquinos das próximas partidas válidas por competições continentais. Os tribunais podem e dever intervir, extrapolando a ação do árbitro de campo, que tem de tomar decisões rápidas e que não consegue ver tudo ao mesmo tempo. O clubismo, que nada mais é do que um fanatismo cego, faz com que muitos palmeirenses se revoltem com as críticas a Andreas. "Mas e o Bruno Henrique? E o fulano? E o beltrano?". É aquela velha mania do torcedor de achar sempre que seu time joga e existe "contra tudo e contra todos", especialmente o palmeirense. Sinto muito, mas tenho um recado para os "meu-clube-centristas". Esse caso nada tem a ver com o Palmeiras. Esse caso tem a ver com o futebol e do que queremos como sociedade. Queremos que as trapaças sejam institucionalizadas? Queremos passar a mensagem de que afetar o campo de jogo será algo corriqueiro, apenas uma inocente malandragem? Ou queremos melhorar? Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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