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Futebol Justiça suspende eleição da Federação Paulista de Futebol na véspera Fábio Lázaro Do UOL, em São Paulo 24/03/2026 12h29 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Taça do Paulistão Série A1 em 2026 Imagem: Pedro Zacchi/Ag.Paulistão/Sua Foto No Jogo A Justiça de São Paulo suspendeu a eleição da Federação Paulista de Futebol marcada para esta quarta-feira. A decisão foi proferida pela desembargadora Débora Vanessa Caús Brandão, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, na última sexta-feira. A medida atende parcialmente a um recurso da Liga Mauaense de Futebol. A entidade questiona a validade da reforma estatutária que embasaria o processo eleitoral da federação. Josias de Souza Caiado não é a terceira via, mas a via auxiliar de Flávio Mônica Bergamo Michelle vai sozinha falar com Moraes e irrita aliados Alicia Klein Neymar dobrou a aposta e foi de 'all in' João Paulo Charleaux Irã emerge da guerra mais agressivo, coeso e fechado Procurada pelo UOL, a FPF afirmou que "tomou ciência da decisão e irá recorrer, para se fazer respeitar a vontade da totalidade dos clubes e ligas regulares e que têm direito a voto". Decisão suspende eleição e mantém arbitragem A decisão determina a suspensão da Assembleia Geral Ordinária Eletiva e de atos relacionados ao pleito. A eleição estava prevista para ocorrer com chapa única, encabeçada por Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação desde 2015. O despacho também mantém a exigência de que o caso seja levado à arbitragem. A Justiça fixou prazo de 30 dias para a instauração do procedimento arbitral, contado a partir da efetivação da medida. A Liga Mauaense alega que a reforma estatutária da federação não foi devidamente deliberada em assembleia. A entidade afirma que a alteração consta em ata registrada posteriormente, sem discussão prévia. O recurso também aponta possíveis irregularidades formais. Entre elas, estão a forma de convocação da assembleia e a publicação de editais no mesmo dia. Continua após a publicidade Outro ponto citado é a mudança nas regras de reeleição. A entidade afirma que o novo estatuto permite sucessivas reconduções ao cargo de presidente. Decisão cita risco institucional e governança A decisão considera que há elementos que justificam a suspensão cautelar do processo eleitoral. A magistrada aponta risco de prejuízo à eficácia da arbitragem caso a eleição fosse realizada antes da análise do mérito. O despacho também menciona regras de governança previstas na Lei Geral do Esporte. O texto cita ainda parâmetros de entidades como FIFA, CONMEBOL e Confederação Brasileira de Futebol. Segundo a decisão, a realização da eleição sob regras questionadas poderia gerar efeitos de difícil reversão. A medida busca preservar a análise posterior do caso em instância arbitral. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora BBB 26 terá três eliminações e formação do Top 10 nesta semana Lúpus: um novo remédio para quem não responde ao tratamento padrão Em filiação ao PL, Moro diz a Flávio Bolsonaro: 'Paraná não vai lhe faltar' Nova parcial da enquete UOL BBB: números surpreendem no início da tarde Neymar dobrou a aposta e foi de 'all in'