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Multicampeã de jiu-jitsu, Letícia Ribeiro detalha trabalho como juíza no UFC BJJ O Mundo da Luta #383 recebeu Letícia Ribeiro . Com mais de 30 anos de carreira na nobre arte, ela faz parte do Hall da Fama da IBJJF e foi nove vezes campeã mundial de jiu-jitsu pela Federação Internacional de Jiu-Jitsu Brasileiro. Em bate papo com Ana Hissa e Luciano Andrade, a multicampeã falou de algumas regras do UFC BJJ - competição em que atua como juíza - e lembrou do início de carreira de Bia Mesquita, que hoje integra o card do Ultimate. Ouça a entrevista completa no player abaixo . Letícia participou do seu último mundial em 2012, ano em que conquistou o nono título da carreira. Fora dos tatames como atleta, seguiu participando dos campeonatos como treinadora e posteriormente, passou a atuar na comissão técnica de algumas competições. Com a criação do UFC BJJ, ela foi convidada para integrar o grupo de juízes da categoria. Siga o canal de MMA, boxe e outras lutas do ge no WhatsApp Donald Trump recebe lutadores e revela cinturão especial do UFC na Casa Branca Empresário faz alerta para cenário do MMA: "Ultimate virou o único evento lucrativo" 1 de 3
Letícia Ribeiro participa do podcast Mundo da Luta — Foto: Vitória Lemos Letícia Ribeiro participa do podcast Mundo da Luta — Foto: Vitória Lemos A multicampeã ressaltou que um dos principais objetivos do UFC BJJ ao modificar algumas regras era deixar a competição dinâmica e facilitar a compreensão do público que não está habituado a acompanhar competições da nobre arte. - Quando entrou o UFC BJJ foi que trocou para os três rounds, para as pontuações 10 - 9, 10 - 8, 10 - 7. O público do jiu-jitsu é grande, mas se torna pequeno se comparado ao do MMA. A maioria do público do MMA não luta, então tinha que facilitar para eles entenderem. Como eles já estavam sabendo como funcionava no UFC, fazendo uma regra parecida, eles iam começar a entender com mais facilidade - explicou Letícia. Letícia Ribeiro lembra das primeiras competições de jiu-jitsu que participou A juíza também ressaltou que o desejo dos membros da organização é que as lutas do card terminem com finalizações. Para motivar os lutadores, Letícia explicou que a bolsa dos atletas é dobrada quando conseguem acabar o duelo pela via rápida. - Eu acho que a coisa mais importante do UFC BJJ hoje, que eu acredito que é legal na regra, é que o juiz central além de dar punição quando a luta está amarrada, ele pode levantar a luta em qualquer minuto, assim como no MMA. É legal porque torna a competição mais dinâmica. Eu acredito que as regras são mais voltadas para esse dinamismo, para não parar, para tentar a finalização - ressaltou. 2 de 3
Bia Mesquita e Letícia Ribeiro — Foto: Reprodução/Instagram Bia Mesquita e Letícia Ribeiro — Foto: Reprodução/Instagram Além de atuar como atleta, Letícia se formou em educação física e auxiliou no processo de formação de diversos atletas, incluindo Bia Mesquita. Com 35 anos, a lutadora é 10 vezes campeã mundial de jiu-jitsu, soma sete vitórias no seu cartel profissional de MMA e atualmente integra o plantel de lutadoras do Ultimate. Na organização presidida por Dana White, ela venceu dos confrontos - ambos por finalização. - Desde o primeiro dia em que encontrei com a Bia (quando tinha 12 anos), vi que ela tinha talento e força de vontade. (...) o pai dela dirigia de Saquarema para a Tijuca três vezes por semana para a Bia treinar, esperava ela acabar de treinar e voltava para Saquarema. Essa dificuldade que forma o campeão. Ela tinha o dom, tinha força de vontade de ser campeã e era "receita certa de bolo" - afirmou Letícia. A edição #383 do podcast Mundo da Luta ainda abordou a prisão do professor de jiu-jitsu Melqui Galvão , tema de reportagem produzida pelo Fantástico. Clique abaixo para ouvir o podcast "Mundo da Luta" no seu agregador favorito: Spotify Apple Podcasts Pocket Casts 3 de 3
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