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Análise dos Times

Portugal

Principal

Motivo: Tom neutro, mas destaca afirmação de Ramos, clima do grupo e critica indiretamente saída de Ronaldo.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Citado apenas como clube atual de Gonçalo Ramos, sem qualquer avaliação jornalística.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção histórica como antigo clube de Ramos e Jesus, sem avaliação de desempenho.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Jorge Jesus Cristiano Ronaldo Benfica Milan Liga das Nações Eslováquia Gonçalo Ramos Estádio do Dragão Portugal Noruega País de Gales Dinamarca Canal 11

Conteúdo Original

O conturbado abandono de Cristiano Ronaldo da concentração da seleção portuguesa após o segundo duelo da última Data Fifa abriu caminho para a afirmação de Gonçalo Ramos . Autor de gols nos três confrontos em que começou entre os titulares, o centroavante do Milan concedeu entrevista ao Canal 11 , de Portugal , e não escondeu a ambição de ser mantido no comando do ataque da equipe liderada por Jorge Jesus . ➡️ Siga o Lance! no WhatsApp e acompanhe em tempo real as principais notícias do esporte — Quero ser titular na seleção. Passei a mensagem de que, se há alguém que deve jogar… Sou eu. O Mister e o país inteiro conseguem entender. O importante para mim é que eu jogue. Não quero que saia alguém em específico; isso é decisão do selecionador — declarou o jogador de 25 anos. A ruptura de Cristiano Ronaldo com o grupo ocorreu após atritos com a comissão técnica. O camisa 7 acusou Jorge Jesus de quebra de palavra e demonstrou insatisfação por ter aquecido no primeiro jogo contra a Noruega sem ser acionado. Gonçalo relatou o clima de perplexidade vivido pelo elenco diante do sumiço do capitão: — A saída do Cristiano foi estranha. Tínhamos treino e ele já não estava lá. Soaram muitos alarmes e houve muito ruído em volta da Seleção. Tudo o que o Cristiano faz – seja bom ou não – vai ter uma grande repercussão. Nada daquilo parecia verdade. Ficamos sem entender se tinha ido embora. Não dá para ignorar a situação, mas não conseguiríamos impedir o Cristiano de deixar a seleção; isso cabe à direção. É uma situação que não se quer. Acho que nem o Cristiano aprova essa decisão, mas terá as suas motivações. O atacante do Milan fez questão de ressaltar que o grupo não guarda ressentimentos do veterano e garantiu que o astro terá recepção calorosa na Data Fifa de novembro, quando a equipe encara Dinamarca e País de Gales pela Liga das Nações : — Vai ser bem recebido, como qualquer outro colega da seleção seria. Vamos deixar de falar com ele por uma decisão de cabeça quente? Claro que não. Acontece a todos. Se o Cristiano estiver no elenco, vou cumprimentá-lo da mesma forma. Ele tem de se resolver com o Mister e com a federação. Antigo pupilo de Jesus nos tempos de Benfica , Ramos celebrou a retomada do trabalho em conjunto com o treinador e reforçou que aproveitou o espaço deixado na equipe: — É um novo começo. Já tinha trabalhado com o mister Jorge Jesus e quis voltar a mostrar o meu valor. Aproveitei a oportunidade no segundo jogo e garanti o lugar para o terceiro. Depois houve toda a situação, e acabei por jogar o quarto jogo. Mostrei serviço. Por fim, o centroavante desmistificou a ideia de que a sua titularidade exclui automaticamente o camisa 7 , recordando que já funcionaram lado a lado com a camisa lusa: — Respeitando o status do Cris, mas eu acho que muitas vezes nós poderíamos jogar juntos. Podíamos recompensar a minha boa forma, os meus gols, não abdicando do Cris, tanto que já aconteceu de jogarmos juntos. Há um jogo no Dragão em que jogamos juntos, contra a Eslováquia, em que não só eu e ele fizemos um grande jogo, mas toda a equipe. É uma coisa possível; não tem que se abdicar de um para jogar o outro. Para eu jogar, não quero que saia o Cris. É uma decisão do Mister.