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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: O artigo analisa um aspecto específico de um jogador do Palmeiras (Carlos Miguel), mas a análise geral é baseada em estatísticas da Série A, sem viés direcionado ao clube.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado brevemente como o clube de um jogador (Jadson) analisado em relação à 'Lei do Ex'.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado brevemente como o clube de um jogador (Gabriel) analisado em relação à 'Lei do Ex'.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como o clube de um jogador (Marinho) em um confronto específico.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como o adversário de um jogador (Marinho) em um confronto específico.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como o clube de um jogador (Reinaldo) que se destacou pela 'Lei do Ex'.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como o adversário de um jogador (Reinaldo) em uma imagem.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo São Paulo Palmeiras Fortaleza Carlos Miguel Bragantino Athletico-PR Mirassol Reinaldo Marinho Jadson Gabriel Campeonato Brasileiro Série A Lei do Ex

Conteúdo Original

Fato ou Fake? Veja a eficácia da Lei do Ex na Série A do Campeonato Brasileiro Lei do Ex e o "ponto fraco" de Carlos Miguel. Esses são os destaques do novo episódio do quadro Fato ou Fake, parceria do Gato Mestre com o Tropa ge tv. De um lado, estatísticas que confrontam a maior crença do futebol brasileiro. No outro, uma investigação sobre os 2,04m do goleiro palmeirense e sua agilidade em chutes rasteiros. Fato ou fake? Veja os detalhes abaixo! 1 de 5 Fato ou Fake do Futebol, a parceria entre Gato Mestre e Tropa ge tv — Foto: Editoria de arte Fato ou Fake do Futebol, a parceria entre Gato Mestre e Tropa ge tv — Foto: Editoria de arte 1. Lei do Ex no Campeonato Brasileiro #FAKE Esse é um assunto que já foi explorado em um série de reportagens há cinco anos no ge. Relembre aqui . Apesar de o tema não ser novo, a mística continua. Basta um ex-jogador balançar a rede para a "Lei do Ex" ser invocada. O que ninguém conta é que, na maioria dos confrontos, ela simplesmente não dá as caras. O Gato Mestre, atento aos detalhes, trouxe a prova real. Desde o ano passado, em 790 reencontros na Série A, a "lei" só foi aplicada em 58 ocasiões. Ou seja, o atleta "castiga" o antigo clube em apenas 7,34% das vezes. Em mais de 90% dos casos, o tabu é puramente psicológico ou um singelo trauma de torcedor. Veja os números abaixo: 790 encontros de um jogador com um ex-clube 58 vezes que a lei foi aplicada (7,34% dos casos) 70 gols marcados 2 de 5 — Foto: Infoesporte — Foto: Infoesporte Nos últimos dois anos, os volantes Jadson ( Athletico-PR ) e Gabriel ( Bragantino ) foram os recordistas de reencontros no Brasileirão, com 10 duelos cada contra ex-clubes. Apesar da frequência, a "lei" foi tímida: apenas o volante do Massa Bruta balançou as redes. Ele marcou contra o Palmeiras no ano passado e passou em branco nos demais duelos. Porém, os dois jogadores têm funções mais defensivas. Logo abaixo da dupla, o atacante Marinho teve nove duelos contra ex-clubes na Série A em 2025 e 2026, mas não marcou nenhuma vez. Ele é o jogador ofensivo que mais desperdiçou chances de aplicar a Lei do Ex. 3 de 5 Marinho pelo Fortaleza contra o Flamengo em 2025 — Foto: Baggio Rodrigues/FEC Marinho pelo Fortaleza contra o Flamengo em 2025 — Foto: Baggio Rodrigues/FEC Mas claro, tem quem leve a lei a sério. O lateral Reinaldo, destaque do Mirassol , foi o grande "terror dos exs" na Série A, marcando cinco gols em seis jogos. A temporada espetacular do defensor no ano passado teve reflexo direto na aplicação da lei. No ano passado, Kingnaldo fez 13 gols e distribuiu seis assistências. O melhor desempenho de um defensor em uma edição nos pontos corridos. 4 de 5 Reinaldo comemora gol do Mirassol contra o São Paulo — Foto: Fabio Giannelli/AGIF Reinaldo comemora gol do Mirassol contra o São Paulo — Foto: Fabio Giannelli/AGIF 2. Bolas rasteiras com Carlos Miguel no Palmeiras #FATO O goleiro Carlos Miguel tem um ponto fraco? A torcida do Palmeiras garante que sim e o alvo é um só: os chutes rasteiros. Mas será que é implicância ou os números confirmam o problema? A gente mergulhou nos dados e a resposta é curta: faz sentido. Desde que chegou ao Verdão, Carlos Miguel sofreu 22 gols em 30 jogos. Desses 22 gols, 16 foram por baixo. Isso dá uma taxa de 73% de gols sofridos em bolas rasteiras. É um número muito alto se comparado à média. Para analisarmos o caso, analisamos todos os gols do Brasileirão do ano passado. Dos 959 gols do campeonato, 516 foram rasteiros. Uma média de 54%. Ou seja: o Carlos Miguel sofre 19% a mais de gols rasteiros do que a média da elite do futebol brasileiro. 5 de 5 Carlos Miguel faz defesa durante a partida entre Palmeiras e Fluminense — Foto: Cesar Greco Carlos Miguel faz defesa durante a partida entre Palmeiras e Fluminense — Foto: Cesar Greco Veja o primeiro episódio do quadro abaixo: Gato Mestre e Tropa ge tv mostram qual o time da virada e se equipes jogam "de ressaca" *Gato Mestre é formado pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Millena Paes Leme, Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo