🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Seleção brasileira melhora taticamente e, sobretudo, na atitude Julio Gomes Colunista do UOL 29/09/2026 09h08 Deixe seu comentário Bruno Guimarães, da seleção brasileira, comemora gol contra a Austrália Imagem: Matt Roberts/Getty Images Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A seleção brasileira venceu a Austrália por 4 a 2, nesta terça, no segundo amistoso entre os países. Não pelo resultado, mas pela atitude, foi um bom jogo do Brasil. Os jogadores - e Ancelotti - precisam sempre entender que, quando se trata de seleção brasileira, não tem essa de amistoso. Cada jogo tem de ser jogado como se fosse de Copa do Mundo, com vontade, postura e responsabilidade. A partida da última sexta-feira não é aceitável. A de hoje, foi. Taticamente, o Brasil melhorou com a presença de um homem a mais no meio de campo. Bontempo estreou dando um passe de gol para Vanderson, ainda que não tenha sido muito influente na partida. Mas a simples presença dele já deu mais fluidez ao ataque, como se viu nos primeiros 20 minutos de jogo. No segundo tempo, Andrey entrou no lugar dele, o que inverteu o triângulo e jogou Danilo e Bruno Guimarães mais para frente. Essa disposição tática melhorou o time e foi por isso que o Brasil chegou aos dois gols na etapa final. Sigo achando uma pena Ancelotti insistir com a linha de 4 atrás e dois laterais. Vanderson fez o gol no começo da partida e depois não apareceu mais - quer dizer, apareceu dando um passe na fogueira para Rayan, que dominou mal e isso gerou o segundo gol da Austrália - a virada, naquele momento. Mauro Júnior, nem percebemos em campo. Se os dois laterais fossem sacados para a entrada de um zagueiro e um atacante, o time ficaria mais sólido. Espero que o teste seja feito contra a Índia, mas duvido. Marco Antonio Sabino Inferno de Dante: Nossa Senhora vira cabo eleitoral Josias de Souza Campanha foi de Vorcaro a Nossa Senhora Aparecida Alicia Klein A curiosa lógica do presidente do Flamengo Felipe Salto Fim das bets salva vidas e ajuda a economia O fato é que, como laterais ou não, o sistema com três meio-campistas veio para ficar. O problema dele é que Raphinha terá sempre de atuar como centroavante, pois não pode sair do time. Então Endrick, João Pedro, Pedro, essa turma toda, vai ficar batendo papo no banco de reservas mesmo. Endrick entrou na partida no intervalo, pois Raphinha sentiu alguma coisa, e participou do terceiro gol. Andou se estranhando com australianos e caiu no chão como se tivesse sido agredido porque sentiu um dedo relar no pescoço - lamentável. Mas não jogou mal, não. Vini Jr jogou mal, muito mal, no primeiro tempo - já havia sido assim na partida da última sexta. Deveria ter sido substituído. Mas Ancelotti insistiu com ele e deu certo. Acabou fazendo a jogada do terceiro gol, levando o pênalti e marcando o quarto. Vini quis dar a bola para Bruno Guimarães na hora do pênalti. Uma ótima ideia. Mas o banco achou mais importante que a confiança fosse retomada pelo atacante, que vinha mal, e não pelo meia, que perdera a penalidade contra a Noruega. Mais pênaltis virão. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Julio Gomes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Proibição das bets: a curiosa lógica do presidente do Flamengo Vorcaro e ex-ministro de Bolsonaro tentaram conter crise de Moraes e Musk Pesquisa Atlas: Lula tem 45,3%, e Flávio, 42,2% no 1º turno; no 2º, empatam Campanha foi de Vorcaro a Nossa Senhora Aparecida 'Rei do Bolão': lotérica do CE fatura R$ 57 milhões com delivery de jogos