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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo foca na seleção brasileira e na busca por um líder em sua composição, analisando o desempenho individual dos jogadores sob o comando de Ancelotti.

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Motivo: O Real Madrid é mencionado como clube de Vini Jr. para comparar seu desempenho, sem um viés direto para o clube em si.

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Motivo: O Barcelona é mencionado como clube de Raphinha para contextualizar seu desempenho, sem um viés direto para o clube.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Brasil Carlo Ancelotti Neymar Endrick Vinícius Júnior Raphinha Estêvão Luiz Henrique Martinelli Rodrygo Equador João Pedro Croácia

Conteúdo Original

Futebol Ancelotti chega à Copa sem achar seu protagonista na seleção pós-Neymar Pedro Lopes , Danilo Lavieri e Igor Siqueira Do UOL em São Paulo, Orlando e Rio de Janeiro 01/04/2026 05h30 Deixe seu comentário Vinícius Júnior em ação durante jogo entre Brasil e Croácia Imagem: Rich Storry/Getty Images Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti estreou como técnico da seleção no dia 5 de junho de 2025, em um morno 0 a 0 com o Equador. Daquele jogo até a vitória de ontem sobre a Croácia por 3 a 1 — último teste antes da convocação para a Copa do Mundo — testou 16 nomes no ataque, e não convocou Neymar nenhuma vez. Nos muitos testes em uma seleção sem sua maior estrela dos últimos 15 anos, o italiano não conseguiu encontrar seu grande protagonista. Carregando o selo de ter sido eleito melhor jogador mundo, Vini Jr. convive com críticas por não repetir na seleção o desempenho do Real Madrid. O UOL fez um raio x da produtividade dos atacantes brasileiros na "era Ancelotti". Se fosse necessário indicar "o cara" da seleção do italiano, o número apontaria para Estêvão. Mas há o risco de entregar a um garoto de 18 anos o peso de ser o protagonista da seleção em sua primeira Copa. Juca Kfouri Inter dá mole e quase leva virada do São Paulo Daniela Lima Decisões de Fachin geram clima horroroso no STF Wálter Maierovitch Moraes faz escapismo para se defender Josias de Souza Moraes agiu como Ícaro ao voar em jatos de Vorcaro Vini Jr. teve bons momentos, mas passou longe de repetir o protagonismo que tem no clube nos últimos anos. Dos jogadores mais experientes da seleção, quem chegou mais perto de Estêvão foi Rodrygo, fora do Mundial com ruptura dos ligamentos do joelho. Raphinha está entre os que mais ficaram devendo com a amarelinha. O vácuo de protagonismo é um dos fatores que ajudam a explicar a incessante discussão sobre a convocação ou de Neymar - ou mesmo a pressão por mais minutos a Endrick. Com o ciclo encerrado e as oportunidades de mostrar serviço esgotadas, são questionamentos que devem continuar até a convocação final, no dia 18 de maio. Líder em gols criados tem 18 anos; segundo colocado está fora da Copa Ataque do Brasil na era Ancelotti Imagem: Arte/UOL Com apenas 18 anos de idade, Estêvão foi o jogador ofensivo mais produtivo até agora na seleção de Ancelotti: com 5 gols marcados, ele participa de um gol a cada 83 minutos na equipe sob o comando do italiano. Aos 18 anos, vive um momento da carreira no qual lendas do futebol brasileiro como Kaká e Ronaldo foram a Copas ganhar experiência como reservas - no Brasil de Ancelotti, entretanto, é candidato a titular em 2026. Continua após a publicidade Rodrygo viria na sequência no ranking de produtividade: com dois gols e uma assistência em 285 minutos, ele participou de um gol a cada 95 minutos na seleção de Ancelotti, mas rompeu os ligamentos do joelho e está fora da Copa. Em números, o italiano teve, nesse pouco menos de um ano, em um garoto de 18 anos seu principal destaque ofensivo, e perdeu o nome mais experiente que mais se aproximava dele. Vini Jr é quem mais jogou, com produção no meio do pelotão Principal jogador brasileiro hoje no cenário mundial de clubes, Vini Jr é o atacante que mais jogou na seleção sob o comando de Ancelotti. Foram 640 minutos, com dois gols e duas assistências, resultando em uma participação em gol a cada 160 minutos. São números razoáveis, mas que o deixam distante do protagonismo que teve Neymar na sua trajetória na seleção (mais de 130 participações em gol em 128 jogos). Na seleção de Ancelotti, onde vestiu a 10 na última data Fifa antes da Copa, Vini produziu menos do que Estêvão, Rodrygo e Luiz Henrique, e tem números similares aos de Martinelli, que participa de um gol a cada 164 minutos. Muito brilho nos clubes, muito pouco na seleção Ataque do Brasil na era Ancelotti Imagem: Arte/UOL Raphinha, indicado ao prêmio de melhor do mundo e na segunda temporada seguida em altíssimo nível no Barcelona, não se encontrou na seleção sob o comando de Ancelotti. Foram 243 minutos, sem nenhum gol e nenhuma assistência. João Pedro, que também vive grande fase no Chelsea, passou em branco sem participar de gols em 220 minutos jogados. Continua após a publicidade Os 14 minutos mágicos de Endrick e o talismã Luiz Henrique Sem atuar até ontem na era Ancelotti, Endrick teve 14 minutos diante da Croácia, entrando em uma leva de oito substituições. Nesses 14 minutos, sofreu um pênalti e deu uma assistência para Martinelli. Se números fossem analisados friamente, teria uma participação em gol em 14 minutos. Luiz Henrique, do Zenit, foi um dos destaques da seleção sob o comando do italiano. Com duas assistências, registrou uma participação em gol a cada 150 minutos, ficando atrás só de Estêvão e Rodrygo. Amostra é pequena, mas explica as narrativas Números não são absolutos, e a amostragem com pouco menos de um ano de trabalho de Ancelotti é pequena, mas eles ajudam a explicar várias das narrativas que vão se construindo às vésperas da Copa do Mundo. Vini Jr. é alvo de críticas porque sua produção fica bem abaixo da de Neymar, seu antecessor no posto de maior estrela da seleção, e mesmo da de alguns companheiros do time atual. As expectativas em cima de Estêvão são enormes porque a ascensão dele sob Ancelotti foi meteórica. Continua após a publicidade A torcida se debruça sobre a ida ou não de Neymar porque a Copa do Mundo chegou, bate à porta, e o camisa 10 do Santos não foi substituído. E quer ver Endrick no Mundial porque ele é quem mais mostra ter potencial de um dia fazê-lo. Ancelotti tem dito que convocará 9 atacantes para a Copa, mas começará o torneio sem que nenhum deles ocupe o posto de sua grande estrela. A seleção pode ter sucesso atuando coletivamente, ou alguém pode acabar ocupando essa posição durante a competição - essa é uma história que continuará sendo escrita a partir do dia 18 de maio, quando o italiano divulgará sua lista final. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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