🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: Texto destaca eficiência e articulação do clube na operação de registro, tom favorável à diligência corintiana

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Citado apenas como adversário da estreia de Seedorf, sem qualquer avaliação ou tom jornalístico

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

vasco corinthians campeonato brasileiro marcelo paz holanda cbf suriname emirados arabes unidos conmebol uefa clarence seedorf julio manso jennifer geerlings-simons

Conteúdo Original

Futebol Mutirão por Seedorf no Corinthians teve presidenta do Suriname e 4 países Fábio Lázaro Do UOL, em São Paulo (SP) 24/10/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Seedorf está no Brasil há 11 dias, mas só teve situação regularizada nesta sexta-feira Imagem: Fabio Giannelli/AGIF O Corinthians mobilizou contatos em quatro países, acionou representações diplomáticas e chegou até à presidenta do Suriname para conseguir registrar Clarence Seedorf a tempo de o treinador comandar a equipe contra o Vasco. A força-tarefa terminou nesta sexta-feira (23), quando o holandês foi liberado para estrear neste sábado (24) , pelo Campeonato Brasileiro. Como foi a operação Segundo apurou o UOL, o Corinthians precisou reunir documentos no exterior, cumprir as exigências para que Seedorf pudesse trabalhar no Brasil e obter o reconhecimento da Conmebol para a licença de treinador emitida pela Uefa. Todo o processo foi conduzido em pouco mais de uma semana. A operação envolveu Brasil, Suriname, Holanda e Emirados Árabes Unidos. Integrantes do clube e o próprio Seedorf trabalharam em diferentes fusos horários, enquanto mantinham contato com embaixadas e acompanhavam as exigências dos órgãos brasileiros. Letícia Casado Caso Ana Clara: campanha acha que Flávio foi bem João Paulo Charleaux Lula foi melhor que Flávio em dois blocos do debate A Hora Abstenção menor não garante virada de Lula Paulo Camargo Ganhar a eleição é uma coisa. Liderar o país é outra O departamento de futebol e o setor de registros do Corinthians conduziram o processo. O supervisor de futebol Júlio Manso ficou responsável pela parte operacional, enquanto o ex-executivo de futebol Marcelo Paz atuou diretamente na articulação com contatos no Brasil e no exterior antes de ser demitido, na terça-feira (20). Classificação e jogos Brasileirão Corrida chegou à presidenta do Suriname Jennifer Geerlings-Simons é presidenta do Suriname desde junho de 2025 Imagem: Reprodução/Instagram A busca por documentos levou o Corinthians ao Suriname, país onde Seedorf nasceu. O clube precisava da certidão de nascimento do treinador, um dos documentos exigidos para a emissão do visto de trabalho no Brasil. A procura mobilizou familiares de Seedorf que poderiam ajudar a localizar e obter o documento dentro do prazo. Segundo apurou o UOL , as articulações chegaram a Jennifer Geerlings-Simons, presidenta do Suriname, que foi acionada pessoalmente pelo treinador durante as tentativas de conseguir a certidão. O documento foi emitido no Suriname e enviado fisicamente ao Brasil por um emissário que mora no Pará. Ele foi até o país caribenho e, depois, viajou a São Paulo para entregar a certidão, que passou a integrar a documentação apresentada pelo treinador. Continua após a publicidade Outro documento necessário era o atestado de antecedentes criminais. Como os papéis precisavam ser reunidos em diferentes países, os envolvidos organizaram as tarefas de acordo com os horários locais para acelerar cada etapa. A rede de contatos de Seedorf e dos dirigentes do Corinthians ajudou a abrir canais de comunicação com os responsáveis pelos procedimentos. A articulação facilitou contatos e agendamentos, mas não dispensou nenhuma das exigências previstas pela legislação brasileira. Embaixador e emissário nos Emirados Os Emirados Árabes Unidos também tiveram participação na operação por terem sido o último país onde Seedorf morou antes de chegar ao Corinthians. Parte das informações e dos documentos necessários para regularizar sua situação passou por interlocutores ligados ao país. Marcelo Paz participou diretamente das tratativas e conseguiu contato com o embaixador brasileiro nos Emirados Árabes Unidos. A conversa fez parte do esforço para reunir a documentação e encaminhá-la às autoridades responsáveis pela análise do pedido no Brasil. O Corinthians também encontrou um emissário para agilizar o transporte dos documentos. Segundo apurou o UOL , o clube localizou um brasileiro residente no país árabe que recebeu os papéis fisicamente e viajou ao Brasil para entregá-los ao Corinthians a tempo de concluir o registro até esta sexta-feira (23). Continua após a publicidade A Holanda também entrou na equação porque Seedorf utiliza passaporte holandês. As informações relacionadas ao documento foram incluídas no pedido de regularização do treinador. Enquanto os contatos no exterior buscavam os documentos necessários, outra frente acompanhava o andamento da autorização em Brasília. De acordo com a apuração do UOL , os envolvidos mantiveram conversas por telefone e e-mail para fazer as diferentes etapas avançarem simultaneamente. Corinthians considerou alternativa familiar Seedorf e Denzel, um dos filhos brasieiros do treinador corintiano Imagem: Reprodução/Instagram Durante a busca pela liberação, o Corinthians também avaliou uma alternativa. Como Seedorf tem filhos brasileiros, o clube considerou a possibilidade de o treinador obter autorização para morar no país com base no vínculo familiar. A opção, porém, não precisou ser concluída porque o pedido de autorização de trabalho avançou dentro do prazo. A liberação foi aprovada em Brasília e oficializada por meio de publicação no Diário Oficial da União. Continua após a publicidade Conmebol demorou para reconhecer licença O Corinthians ainda precisou que a Conmebol reconhecesse a licença Uefa Pro apresentada por Seedorf para concluir o registro do treinador. A certificação permite que o holandês exerça a função de técnico. O regulamento da CBF, porém, exige que licenças emitidas fora da América do Sul sejam reconhecidas pela entidade sul-americana antes do registro no futebol brasileiro. Segundo apurou o UOL, essa etapa levou três dias e exigiu sucessivas trocas de e-mails. O reconhecimento saiu somente na tarde desta sexta-feira (23), enquanto o clube também aguardava a conclusão do processo migratório no Brasil. A validação da licença foi a última etapa necessária para finalizar o registro. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Mega-Sena: quanto R$ 230 milhões rendem todo mês na poupança e no Tesouro Por quanto a SAF do Vasco será vendida à Almirante SA Fla rejeita troca imediata, mas tem data para selar futuro de Jardim e Boto Corinthians paga dívidas ligadas a Stabile enquanto acumula atrasos WhatsApp vira arma do PT na reta final ante viralismo da direita nas redes