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Depois de muito sofrer ao longo da temporada com goleiros, o Botafogo, enfim, pode dizer que achou o titular da posição. Gabriel Batista se firmou na meta alvinegra, empilha boas atuações e virou titular inquestionável desde seu primeiro jogo. Um problema que parece ter sido resolvido com a movimentação na janela do meio do ano.
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Se contra o Atlético-MG a exibição foi de menor exigência, mas ainda assim com três intervenções, a segurança foi ponto destacado por Tite, assim como a evolução dos jogadores da posição.
— Quero enaltecer aqui o Gabriel, que foi muito bem, intervenções, seguro. Tem o Warleson, que é um grande profissional. Tem o Cleber, o terceiro (goleiro), menino, que está crescendo muito. Então você vê todo o trabalho se desenvolvendo, e essa concorrência faz elevar o nível técnico dos atletas.
Gabriel Batista chegou ao Botafogo para disputar posição em um primeiro momento e ficou no banco para Warleson nos primeiros cinco jogos. Quando o então titular se machucou, no duelo de volta com o Cienciano, na Sul-Americana, o ex-Santa Clara, de Portugal, foi acionado e não decepcionou.
Desde então, são treze jogos com a camisa do Glorioso e todos sem a pressão por falha que outros arqueiros sofreram na temporada. Vale lembrar que, só em 2026, o Botafogo teve Neto, Léo Linck, Raul e Warleson. Todos bastante questionados.
Dá para afirmar que Gabriel Batista deu pontos importantes ao Botafogo neste segundo turno de Brasileirão. O goleiro garantiu os empates com Palmeiras e Bragantino, garantiu o empate com o Coritiba fora de casa e foi fundamental nos triunfos diante da Chapecoense e do próprio Galo.
O Botafogo alcançou 42 pontos no Brasileirão, respirou na tabela e agora ocupa a 11ª colocação. O próximo desafio será no dia 18, após a Data Fifa, contra o desesperado Corinthians, em 17º, fora de casa.