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Análise dos Times

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Caio Bonfim Jamaica Rússia Quênia Turquia Nigéria World Athletics Rojé Stona Brigid Kosgei Rajindra Campbell Ronald Kwemoi Wayne Pinnock Jaydon Hibbert Favour Ofili Brian Kibor Catherine Relin Nevin Jepkemboin Sophia Yakushina

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Curiosidades da medalha do Caio Bonfim na copa do mundo de marcha atlética A World Athletics anunciou nesta quinta-feira (16) a rejeição de pedidos de troca de nacionalidade de 11 atletas de quatro países - Quênia, Jamaica, Nigéria e Rússia - para a Turquia. A entidade responsável por administrar o atletismo em todo mundo alegou "estratégia coordenada de recrutamento liderada pelo governo da Turquia" para não dar sequência às solicitações que envolvem, por exemplo, cinco medalhistas olímpicos. O processo identificou uma ação estruturada por um clube estatal turco para financiar contratos lucrativos e, assim, atrair atletas para representar o país em competições, como os Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028. Apesar de ressaltar que os esportistas não estão autorizados a defender a bandeira turca, a federação afirma que não há impedimento para atuações em clubes ou para morar e treinar no país. 1 de 1 Medalhista de ouro no lançamento de disco em Paris 2024, jamaicano Rojé Stona é um dos 11 atletas com transferência de nacionalidade negada — Foto: Elsa/Getty Images Medalhista de ouro no lançamento de disco em Paris 2024, jamaicano Rojé Stona é um dos 11 atletas com transferência de nacionalidade negada — Foto: Elsa/Getty Images Entre os afetados estão o jamaicano Rojé Stona - medalhista de ouro no lançamento de disco em Paris 2024, a queniana Brigid Kosgei - prata na maratona em Tóquio 2020, o jamaicano Rajindra Campbell - bronze no arremesso de peso em Paris 2024, o queniano Ronald Kwemoi - prata nos 5.000m em Paris 2024, e o jamaicano Wayne Pinnock - prata no salto em distância em Paris 2024. A lista conta ainda com atletas em ascensão na modalidade, como Jaydon Hibbert (JAM) e Favour Ofili (NGR), que contam com participação em jogos olímpicos, além de Brian Kibor (KEN), Catherine Relin (KEN), Nevin Jepkemboin (KEN) e Sophia Yakushina (RUS). Para o Painel de Revisão de Nacionalidade do órgão, aprovar os pedidos "comprometeria os princípios fundamentais das regras de elegibilidade", como "salvaguardar a credibilidade da competição internacional, incentivar as federações membros a investir no desenvolvimento de talentos nacionais e manter a confiança entre os atletas de que as seleções nacionais não são formadas principalmente por meio de recrutamento externo". + Caio Bonfim é bronze na meia-maratona no Mundial de Marcha Atlética: "Para mim é tudo ouro" + Brasil conquista bronze inédito por equipes femininas no Mundial de Marcha Atlética + Fenômeno australiano supera Bolt e se torna o atleta de 18 anos mais rápido nos 200m; veja vídeo + World Aquatics libera bandeira da Rússia em competições, e Ucrânia protesta no polo aquático + Atividades abertas ao público retornam parcialmente no Velódromo após incêndio - Embora a cidadania seja um ponto de partida, critérios adicionais são aplicados para garantir uma conexão genuína entre o atleta e o país que ele representa, além de proteger a integridade, credibilidade e desenvolvimento do esporte globalmente - afirma a World Athletics em comunicado. Entre as regras estabelecidas para mudanças de nacionalidade está o prazo de três anos entre a troca de bandeira e a estreia internacional representando o novo país, além da demonstração de raízes em sua nova pátria nesses mesmos três anos.