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Internacional X Grêmio: informações e palpite para o jogo O Grêmio venceu no ano passado, encerrando uma sequência de seis jogos como visitante pela Série A sem um triunfo. Em 18 jogos desde 2006 com este mando pelo Brasileirão por pontos corridos, o Inter venceu dez contra quatro vitórias gremistas e quatro empates. Nos últimos dez Gre-Nais com mando do Inter por qualquer competição, foram seis vitórias caseiras, dois empates e duas vitórias do Grêmio, atual campeão gaúcho com um empate fora de casa (1 a 1) na final após vitória em casa por 3 a 0 no jogo de ida. 1 de 1
— Foto: Gato Mestre — Foto: Gato Mestre Desta vez, o Inter chega para a partida com a pior campanha mandante nesta Série A (1 V, 1 E, 3 D, 27%), com o terceiro pior ataque caseiro, com quatro gols em cinco jogos. Embora seja o sexto mandante que mais finaliza (14,8), está com a segunda pior eficiência ofensiva, um gol a cada 18,5 tentativas. Não fez gol em dois dos cinco jogos em casa (40%), pior desempenho. Só que o Grêmio ainda não venceu como visitante neste Brasileirão e está com a pior campanha forasteira na Série A (0 V, 1 E, 4 D, 7%), com a 13ª defesa, nove gols sofridos, média 1,80. Sofreu gol em todos os cinco jogos fora. Defensivamente, o Grêmio sofre com a baixa resistência de sua defesa fora de casa, um gol sofrido a cada 6,9 conclusões contrárias, embora seja a quinta defesa visitante que menos permite finalizações de mandantes (12,4). Precisará de atenção ao contra-ataque porque já sofreu dois gols assim como visitante, segunda pior marca, em 12 finalizações sofridas, também a segunda pior marca. O Internacional já fez dois gols em contragolpes, porém, ambos quando visitante. Em casa fez seis dessas conclusões, mas ainda não marcou. No ataque, o Grêmio tem média de 0,80 gol por partida, 14º desempenho ofensivo forasteiro (quatro gols em cinco jogos). A equipe é a 11ª visitante em finalizações (9,8 em média), com um gol a cada 12,3 tentativas (13º). O Internacional sofre em casa com a terceira menor resistência defensiva, um gol sofrido a cada 7,8 conclusões contrárias, mesmo sendo o sétimo mandante que menos permite finalizações de visitantes, com média 9,4). A questão da resistência é muito importante porque os arquirrivais estão entre as cinco defesas que menos permitem finalizações certas aos adversários: o Inter é o que menos sofre (3,1 por jogo), e o Grêmio, o quinto (3,6) no agregado dos mandos. Com a decisão do Campeonato Gaúcho tendo ocorrido há tão pouco tempo, apenas um mês, é de se esperar por um jogo muito aguerrido. Neste Brasileirão, o Internacional tem se apresentado com a quarta maior média de ações de combate: é o nono em desarmes (14,2) e o time mais faltoso do campeonato (16,2), totalizando 30,4 dessas ações por partida. O Grêmio tem média de 25 ações de combate por partida, a sexta menor do campeonato, com 13,3 desarmes (13ª marca) e 11,7 faltas (quinta menor marca). O Internacional marcou e o Grêmio sofreu metade dos últimos dez gols usando bolas altas e metade em trocas de passes rasteiros, sem contar pênaltis. O Grêmio está sendo mais efetivo usando bolas altas, com sete dos últimos dez gols marcados assim e seis dos últimos sete. O Internacional sofreu quatro dos últimos dez gols após bolas altas (dois dos últimos seis). Conheça a análise dos outros jogos da rodada clicando nos links abaixo. Sábado 16h30 Vitória x São Paulo Remo x Vasco 18h30 Mirassol x Bahia 20h Santos x Atlético-MG 20h30 Internacional x Grêmio Domingo 11h Athletico-PR x Chapecoense 16h Botafogo x Coritiba 18h Fluminense x Flamengo 18h30 Corinthians x Palmeiras Cruzeiro x Bragantino Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A *As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Matheus Guimarães, MIllena Paes Leme (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.