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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Brasil perde e dá impressão de que não dá tempo de chegar candidato na Copa Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 26/03/2026 19h06 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O gol da França que abriu o marcador aos 31 minutos do primeiro tempo é quase um símbolo da transição de volantes feita pelo Real Madrid. Ao mesmo tempo em que Casemiro trocava o Santiago Bernabéu pelo Manchester United, o Real trazia do Monaco seu novo cabeça-de-área, Aurélien Tchouaméni. Foi o número 8 da França quem tomou a bola do número 5 do Brasil, entregou a Dembélé e, deste, passe preciso para Mbappé. Naquele momento, já era um Brasil à italiana. Não jogava mal, mas tinha 39% de posse de bola e atraía a França para seu campo em busca de contra-ataques. Teve finalizações para fora de Raphinha e Martinelli, depois de Casemiro, quase sempre quando desarmava no ataque. É a razão de Ancelotti optar por Matheus Cunha pelo centro, à frente dos volantes, pouco atrás de Vinicius Júnior, o mais livre do sistema. Cunha é o homem do bote, da pressão. Mas falta a sabedoria para a cadência. Ancelotti confia na dupla Vini e Raphinha, dois dos melhores do mundo em sua opinião. Desistiu momentaneamente de Raphinha no intervalo. PVC Brasil passa impressão de que pode não chegar bem Alicia Klein Expulsão da França foi ruim para o Brasil Letícia Casado Brasil e os legisladores que ignoram as leis Josias de Souza STF abre trilha para CPMI do Master Raphinha jogou mal e deu lugar a Luiz Henrique. O ponta, ex-Botafogo, deu a coragem do drible e mudou a cara da partida, no início da segunda etapa. O Brasil tinha 42% de posse de bola na primeira etapa, passou a 70%. Wesley conseguiu a expulsão de Upamecano, a seleção de Ancelotti finalizou cinco vezes nos primeiros vinte minutos e... levou 2 x 0. O técnico começou a fazer alterações e testes, com Danilo, do Botafogo, no meio-de-campo, Ibañez improvisado na lateral direita, Igor Thiago no ataque. Com mais reservas do que já havia sem sete titulares do início (Alisson, Militão, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Alex Sandro, Bruno Guimarães e Estêvão), a seleção ainda encontrou um gol de bola parada. Cruzamento da esquerda, rebote com Luiz Henrique, chute cruzado que Bremer colocou para o fundo da rede: 1x2. Está bom, mas está ruim. Porque ficaram duas impressões. A primeira, de que o Brasil foi mais competitivo do que há um ano contra a Argentina. Também, se não fosse. A segunda, de que o tempo é escasso e o trabalho insano para chegar em forma competitiva até junho. Continua após a publicidade Em nove jogos com Ancelotti, só quatro vitórias. É pouco para quem sonha em ser Brasil na Copa do Mundo. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Marrone passa por nova cirurgia e anuncia pausa em shows de dupla com Bruno É vexame sim, Brasa O que acontece no corpo quando você toma água com limão todo dia Resumo novela 'Três Graças' da semana: confira capítulos de 27/3 a 4/4 Justiça nega pedido de insanidade mental de acusada de matar 5 filhos em MG