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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: O artigo narra a derrota do Flamengo com tom crítico às falhas individuais e coletivas, destacando a falta de criatividade e a teimosia tática.

Viés da Menção (Score: -0.6)

Motivo: O Lanús é descrito com características positivas como coragem e resiliência, especialmente no contexto de um time argentino jogando fora de casa.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Lanús Flamengo Maracanã Arrascaeta Juca Kfouri Rossi Ayrton Lucas Recopa Sul-Americana Castillo

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Lanús canta na chuva do Maracanazo Juca Kfouri Colunista do UOL 27/02/2026 00h09 Deixe seu comentário Ayrton Lucas dá passe errado e gera gol de Castillo sobre o Flamengo Imagem: X / @clublanus Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Quem esperava o Lanús acuado no Maracanã não apenas se enganou como revelou ignorância sobre o comportamento de times argentinos fora de casa. Até tomar a iniciativa no jogo o Lanús tomou enquanto o Flamengo tentava botar os nervos no lugar. É verdade que depois que pôs, teve duas claras chances de gol, uma com Carrascal que o goleiro defendeu meio de susto com o pé, e outra com Plata, que seria de placa, mas com finalização miserável depois de rush sensacional do meio de campo até a área. Juca Kfouri Lanús canta na chuva do Maracanazo Yara Fantoni Com genialidade, Neymar pede passagem para Copa Wálter Maierovitch Mendonça elimina a separação dos Poderes Daniela Lima PT se divide sobre estratégia de Lula em SP Mas, aos 28 minutos, Rossi e Ayrton Lucas fizeram bela lambança além da intermediária rubro-negra e, com direito a escorregão do goleiro, e drible da vaca nele, Castillo abriu o placar, 2 a 0 no placar agregado. O Maracanã não se calou. Ao contrário. Apoiou o time, embora reservasse vaias a cada vez que Rossi e Ayrton Lucas tocassem a bola. E foi no embalo da Nação que, seis minutos depois, Varela cruzou, Carrera meteu o braço na bola na área e Dom Arrascaeta converteu o pênalti para empatar 1 a 1. A coragem que os argentinos mostraram enquanto estava 0 a 0 se encolheu com o 1 a 0 e a defesa da vantagem foi rapidamente desfeita, embora o empate ainda fosse o suficiente para levar embora a Recopa. O final do primeiro tempo foi de torniquete rubro-negro, embora sem criar chances de gol. Continua após a publicidade O clima, contudo, sob chuva, favorecia a virada brasileira. E o segundo tempo começou com o Lanús acuado. Deixava claro que jogaria, eventualmente, por uma bola em contra-ataque e, certamente, na retranca. Talvez até mesmo se levasse o segundo gol manteria a postura para discutir a copa na prorrogação e na marca da cal. Aos 53, Cebolinha, Paquetá e Pedro no banco já parecia teimosia de Filipe Luis, porque Éverton Araújo era demasiado, Plata tem aversão ao gol e Samuel Lino cisca muito e resolve pouco. Aos 56, Pedro e Cebolinha em campo, nos lugares de Carrascal e Samuel Lino. Aos 65, Jorginho e Paquetá nos lugares de Plata e Evertton Araújo. Estava certo, mas demorou. Continua após a publicidade A Gávea alugava a metade do campo de Lanús, mas criar chances de gol que é bom, nada. Só aos 72, com Paquetá, o goleiro argentino teve trabalho. Bruno Henrique entrou no jogo que ia ficando dramático, e irritante, aos 75, no lugar de Varela. Professor Pardal? Cebolinha foi para a direita e teria de ir e vir na lateral toda. Aos 79, Rossi fez sua primeira defesa. Continua após a publicidade Aos 80, o apitador uruguaio marca novo pênalti, agora em seu compatriota Dom Arrascaeta. Quatro minutos depois Jorginho bateu e fez o 2 a 1 que garantia, ao menos, a prorrogação. E o Lanús se dava conta de que apostar nos pênaltis não era uma boa aposta porque dois já tinham entrado. Mais na marra que na bola, o Flamengo estava na frente. Antes da possível prorrogação, sete minutos de acréscimos e era pouco. Léo Ortiz no lugar de Danilo. Continua após a publicidade A chuva era tamanha que manchas de barro já apareciam no gramado encharcado para lembrar os tempos heróicos do futebol-raiz. Tirante o esforço dos 22 em campo, a primeira metade da prorrogação não apresentou nenhuma grande chance de gol. A arbitragem, registre-se, era exemplar, apesar de pouco generoso na contagem dos acréscimos. Se a Nação gosta de exigir disposição para jogar no Mengão, disposição não faltava e defensores como Léo Ortiz e Ayrton Lucas se arrastavam. Já o futebol era pouco. De todos que vieram do banco, Jorginho era quem mais somava. Aos 117, escanteio, e gol de Canales: 2 a 2. Continua após a publicidade O bicampeão da Copa Sul-Americana ao vencer Ponte Preta e Atlético Mineiro, ganhou sua primeira Recopa contra o Flamengo. Um, dois, três, brasileiro é freguês. Um, dois, três? Pois, em contra-ataque, Aquino fez 3 a 2, e só não foi de bola e tudo porque mostrou humildade em gol. Os argentinos cantavam na chuva do Rio de Janeiro em mais uma jornada em que o Maracanã vira Maranacazo, com mais de 64 mil torcedores. Um tsunami na Gávea. Como o Lanús já havia provocado nas Laranjeiras, Continua após a publicidade Duas copas perdidas como favorito. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Por que Renato Gaúcho se demitiu em coletiva do Fluminense? Técnico explica Flamengo perde segunda taça e liga alerta para não repetir ano de seca Em semana de Paredão Falso, Samira vence 7ª Prova do Líder do BBB 26 Paquistão declara 'guerra aberta' ao governo talibã do Afeganistão Incêndio atinge prédio da Faculdade de Direito da USP no centro de SP