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Foi um dia de bastidores no Corinthians, com Bruno Spindel abrindo a boca da vitrine da diretoria e o eco das demissões de Dorival Júnior ainda pairando sobre o clube. A leitura aponta que Spindel esteve envolvido em duas decisões que afastaram Dorival no Flamengo, uma memória que se esfrega no presente enquanto o Timão mira um futuro executivo [ ]. Os bastidores ganharam tom de corrida: o Corinthians agiu rápido para garantir o OK do técnico-financeiro, em meio a um interesse do Botafogo e a um rigor de compliance que, segundo o noticiário, serviu de blindagem no processo de contratação de Spindel. A expressão do momento foi o tal “chapéu” e a checagem minuciosa, que moldaram o caminho até aqui [ ]. No aspecto financeiro, a LFU distribuiu cerca de R$ 1,5 bilhão em direitos de transmissão do Brasileirão-25, e o Corinthians aparece entre os grandes ganhadores com estimativas de aproximadamente R$ 220 milhões por ano, sem venda de fatia de direitos, num bolo repartido 45% de forma igual, 30% por posição e 25% por audiência. A reportagem que expendiu os números indica que o aumento médio foi significativo e que o Timão lidera em remuneração entre os clubes, com dados de que o valor global para os clubes fica entre R$ 1,350 e R$ 1,4 bilhão [ ]. Entre as conversas, o meia Gérson, hoje no Zenit, surgiu como opção para reforçar o elenco, mantendo boa relação com o staff do jogador e com o novo executivo, o que facilita a eventual volta do jogador ao Brasil caso haja acordo, ainda dependendo de questões contratuais com o clube russo [ ]. A costura também envolve cenários diferentes: o Timão já sabe que a negociação com Spindel está pronta para avançar, mas o desfecho depende de custos, com a direção buscando reduzir despesas para 2026 e avaliando caminhos que preservem o planejamento sem desequilibrar o equilíbrio financeiro [ ]. O pilar técnico em campo, Gustavo Henrique, manteve regularidade e foi peça-chave na Copa do Brasil, inclusive marcando gols na temporada e se firmando como titular após retorno de lesão, o que acelerou a renovação de contrato até 2027 e consolidou a permanência dele no sistema de Dorival Júnior em 2026 [ ]. Fechando o dia, as viradas da temporada de 2025 ficaram marcadas na memória: o Corinthians terminou com dois títulos — Paulista e Copa do Brasil — e mostrou que as mudanças de elenco, ajustes táticos e o brilho de momentos decisivos valeram o investimento. Entre as viradas, vale lembrar o 2 a 1 sobre Bragantino, o 2 a 1 sobre o Sport e o 4 a 2 sobre o Internacional, jogos que consolidaram a leitura de 2025 como ano de afirmação, apesar das incertezas. O torcedor viu o clube converter riscos em conquistas, sob o rótulo da temporada que ficou para a história [ ].