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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Neymar suspende parceria com empresa investigada por Mounjaro ilegal Pedro Lopes Colunista do UOL 27/11/2025 19h03 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Jatinho que pertenceria à Unikka foi apreendido em operação contra 'falso Mounjaro" Imagem: Divulgação/PF A NR Sports, que gere a carreira de Neymar suspendeu o contrato de parceria de exploração de imagem com a empresa Unikka Pharma, alvo de operação da Polícia Federal nesta quinta-feira. Com a suspensão, todas as ativações de marketing ficam interrompidas até que a investigação avance e a empresa apresente sua defesa. Ainda não é, neste primeiro momento, uma rescisão, mas novas decisões podem ser tomadas conforme fatos se tornem públicos. A Unikka é um dos alvos da Operação Slim, que investiga a produção e venda ilegal de medicamentos contendo a tirzepatida, o princípio ativo do Mounjaro. Reinaldo Azevedo Tarcísio se ajoelha, mas Eduardo Bolsonaro o rejeita Juca Kfouri O fair play financeiro da CBF será para valer? Milly Lacombe Só mais um dia horroroso para ser mulher no futebol Sakamoto Falta prender os políticos cúmplices de sonegadores Operação da Polícia Federal A ação ocorreu hoje em quatro estados. A operação cumpre mandados de busca em cidades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco. A Polícia Federal apreendeu um jatinho e carros de luxo na Operação Slim. O jatinho, segundo apurou o colunista do UOL Fabio Serapião, tem relação como a Unikka Pharma, principal alvo da operação. Também foram apreendidas uma Ferrari e uma Land Rover Defender. São alvos da corporação clínicas, laboratórios, estabelecimentos comerciais e residências ligadas aos investigados. "A investigação identificou que o grupo mantinha estrutura de fabricação em condições incompatíveis com padrões sanitários, realizando envase, rotulagem e distribuição do produto de forma irregular. Foram encontrados indícios de produção em série em escala industrial, prática não permitida no âmbito da manipulação magistral autorizada pela legislação vigente", diz a PF em nota. Segundo a investigação, o medicamento era comercializado em plataformas digitais, sem qualquer tipo de controle de qualidade. "Além disso, estratégias de marketing digital induziam o público a acreditar, de maneira equivocada, que a produção rotineira da tirzepatida seria permitida", ainda segundo a PF. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Pedro Lopes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Suspeito de matar mãe: dedo de pessoa morta funciona em biometria do banco? Intubada, Isabel Veloso tem excesso de magnésio no sangue: qual a causa? Santos: Neymar quer adiar cirurgia e jogar no sacrifício, diz Musetti PL suspende salário e atividades partidárias de Bolsonaro após prisão Governo não descarta judicialização após derrubada de vetos, diz Gleisi