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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: A matéria foca na visão do técnico do Flamengo, Filipe Torres, e utiliza suas falas para contextualizar a importância do torneio para o clube. O viés é positivo ao apresentar a estratégia e a mentalidade do time.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O Grêmio é mencionado apenas como adversário na final. Não há elementos que sugiram viés, positivo ou negativo, em relação ao time gaúcho.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Grêmio Flamengo Botafogo Corinthians Palmeiras Ferroviária Internacional Remo Criciúma Copinha Feminina Filipe Torres Aliança Anna Luíza Fernandes

Conteúdo Original

O fato de ser o primeiro campeão da Copinha Feminina e estar na busca pelo bicampeonato não pressiona o Flamengo. Para Filipe Torres, técnico da equipe de base rubro-negra, representar o clube é um privilégio e o elenco será capaz de administrar o favoritismo. As Meninas da Gávea enfrentam o Grêmio neste sábado, a partir das 18h, na Mercado Livre Arena Pacaembu, em partida válida pela final da competição. O treinador falou à imprensa em coletiva na sede da Federação Paulista. Mais notícias: + Como será o centro de excelência que o Palmeiras terá para o futebol feminino + Líder de liga espanhola feminina evita comparação com masculino — Deixamos isso totalmente de lado. Não é pressão, é privilégio ser Flamengo e representá-lo em mais uma grande final. Sabemos da importância da Copinha para nós. Costumo falar que é um jogo de Copa, encaramos cada desafio como um jogo de Copa — disse. 1 de 3 Flamengo foi campeão da primeira Copinha Feminina da história — Foto: Diego Soares/Ag.Paulistão Flamengo foi campeão da primeira Copinha Feminina da história — Foto: Diego Soares/Ag.Paulistão Em 2023, o Flamengo levou a taça após derrotar o Botafogo na decisão. Neste ano, o time passou por Internacional, na semifinal, e por Ferroviária, nas quartas. Na fase de grupos, bateu o Aliança e o Criciúma e empatou com o Corinthians. — É um privilégio jogar uma grande final buscando o bicampeonato. Em cada competição que entramos, o futebol nos leva para o lado do favoritismo, por conta de sermos o Flamengo. Mas dentro do nosso grupo, administramos isso da melhor forma possível. Tenho certeza que as meninas estão preparadas para fazer essa grande final. Melhor ataque da competição O Flamengo chega à final do torneio com o melhor ataque. Ao todo, são 23 gols em cinco partidas. O número foi acumulado graças principalmente a duas goleadas: um 11 a 0 contra o Aliança e um 7 a 1 contra o Criciúma. — Mérito das nossas atletas de terem a capacidade de desenvolver aquele jogo e fazer os gols. O Aliança teve uma resistência, as meninas se doaram muito. Nos outros jogos, de equilíbrio, sabíamos que seriam clássicos do futebol feminino, e elas crescem com isso. Vivenciar grandes jogos faz com que elas se desenvolvam e tenham capacidade para resolver jogos grandes — analisou Torres. 2 de 3 Filipe Torres é técnico da equipe sub-20 do Flamengo — Foto: Diego Soares/Ag.Paulistão Filipe Torres é técnico da equipe sub-20 do Flamengo — Foto: Diego Soares/Ag.Paulistão Na opinião de Anna Luíza Fernandes, o time passou por uma virada de chave mental durante a competição, sobretudo depois das quartas. — Saímos atrás do placar contra a Ferroviária e não desistimos de nenhuma bola. Contra o Inter também fomos buscar. É muito essa virada de chave de não perder a concentração, batalhar o tempo inteiro. Nos fez crescer como grupo, dentro de campo, no vestiário. Juntas — comentou. Crescendo como cidadãs Segundo Filipe Torres, a intenção do trabalho rubro-negro não é apenas formar jogadoras. O desenvolvimento do clube passa por inserir as garotas da melhor maneira na sociedade. Isso é refletido nos resultados de campo. Além de títulos como o do Carioca desta temporada, o Flamengo conta com atletas convocadas para a seleção brasileira desde o sub-15. 3 de 3 Anna Luíza Fernandes é uma das integrantes do elenco do Flamengo, que disputa a final da Copinha Feminina neste sábado — Foto: Diego Soares/Ag.Paulistão Anna Luíza Fernandes é uma das integrantes do elenco do Flamengo, que disputa a final da Copinha Feminina neste sábado — Foto: Diego Soares/Ag.Paulistão — Buscamos dar todos os atributos para que elas possam se desenvolver diariamente, não só como atletas, mas como cidadãs. Elas estão colhendo, é uma boa fase da equipe e isso transborda em atletas convocadas na Seleção. A Copinha Feminina também aposta nesse potencial. Durante os períodos de tempo livre, a organização do torneio fez formações com os clubes, incluindo atletas e comissões técnicas. Além disso, o contato com outras equipes — que, pela primeira vez nesta edição, vieram de todas as regiões do país — também foi relevante. — Foi muito legal. No nosso hotel estavam o Aliança e o Remo. Pudemos conversar com as meninas, coisas de dentro de campo e de fora também, costumes. É bem maneira toda essa integração, todo mundo ali é muito importante — concluiu Anna Luíza. + Veja mais notícias sobre futebol feminino *Colaborou sob supervisão de Leandro Canônico.