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Nesta quarta-feira, no Nilton Santos, o Vasco foi dominado pelo Botafogo e levou 3 a 0, um resultado que expõe a distância entre as equipes e acende o debate sobre a reta final do Brasileirão [ ]. Desde o apito inicial ficou claro que o Botafogo ditou o ritmo, criou chances e deixou o Vasco sem resposta. A derrota ganhou consistência, com o time de Diniz sendo amassado pela pressão alheia; o placar parece refletir não apenas uma noite infeliz, mas uma soma de encaixes mal ajustados e de momentos que não chegaram a se confirmar. Como resumiu a voz da arquibancada, “O Vasco foi amassado pelo Botafogo”. [fonte 1] Diniz levou a público as limitações da equipe, e a leitura do jogo apontou vulnerabilidades no meio-campo: sem finalizações para incomodar Léo Jardim, e com a desatenção que permitiu os contra-ataques adversários. No fim do primeiro tempo, um pênalti bobo gerou uma vantagem que o Botafogo não desperdiçou, com Cuesta cometendo a falta dentro da área e Alex Telles convertendo. [fonte 1] Para o segundo tempo, houve mudanças táticas, inclusive a tentativa de acelerar com Matheus França no meio-campo, após a saída de Tchê Tchê, mas o desequilíbrio se manteve. Enquanto o Botafogo ampliava, o Vasco não encontrava espaços e via os espaços centrais serem explorados, com o ataque vascaíno pouco inspirado frente a uma marcação bem ajustada. [fonte 1] O contexto da tabela não ajuda: o Vasco segue na nona posição, com 42 pontos, a oito pontos do G-7 dependendo de resultados de outros jogos. Restam seis partidas para fechar o campeonato, e a derrota da noite alimenta a expectativa de reformas para manter a briga por Libertadores. O recado, claro, fica no campo: há lições de o que não fazer nesta reta final. [fonte 1] Em meio ao amargo, o torcedor ouviu novamente que o placar não mente, que as respostas precisam aparecer, e que a noite serviu como um espelho duro das fragilidades que o Vasco precisa vencer para sonhar com o futuro.