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Jonatan Lucca, do Brusque, conta como foi a passagem pelo futebol europeu e asiático Experiência é o que não falta para o volante Jonatan Lucca, do Brusque . Aos 31 anos, o jogador vive uma readaptação ao futebol brasileiro, após 11 anos na Europa e Ásia. Titular nas duas primeiras rodadas da Série C, ele tem se tornado peça importante da equipe de Higo Magalhães. 1 de 4
Jonatan Lucca, volante do Brusque — Foto: Redes sociais/Reprodução Jonatan Lucca, volante do Brusque — Foto: Redes sociais/Reprodução + Cliquer aqui e leia mais notícias do Brusque Revelado pelo Internacional, Jonatan Lucca viveu uma história curiosa logo no início da carreira. Isso porque, com apenas 17 anos, ele foi vendido à Roma antes mesmo de estrear no profissional do Colorado. Na equipe italiana, ele jogou durante a pré-temporada e, mesmo sem atuar nas principais competições, seguiu no elenco, sendo relacionado até o fim da temporada. Na época, a Roma pagou 700 mil euros. No segundo semestre de 2012, o meio-campista foi apresentado junto aos brasileiros Dodô, lateral ex-Santos e Atlético-MG, e o zagueiro Leandro Castán, ex-Corinthians. Além deles, foram apresentados no mesmo dia o australiano Bradley e o grego Tachtsidis, atualmente no Remo, no Estádio Olímpico. Para o ge , ele contou como foi a experiência e sobre os aprendizados com grandes jogadores do elenco da Roma. — Tive a oportunidade de aprender com De Rossi e Pjanic, que são da minha posição , jogadores extraclasse mundial. E o Totti dispensa comentários, todo mundo sabe o amor dele pela Roma e o craque que ele foi — relembrou. 2 de 4
Dodô, Bradley, Tachtsidis, Castán e Lucca em apresentação no Roma — Foto: Reprodução / Facebook Roma Dodô, Bradley, Tachtsidis, Castán e Lucca em apresentação no Roma — Foto: Reprodução / Facebook Roma Ele retornou ao Brasil em 2014 para jogar no Athletico-PR, passando pelo Guaratinguetá e retornando ao exterior, mas, desta vez, para ligas alternativas. Entre 2015 e 2018, jogou pelo FC Goa, da Índia, Kelantan FA, da Malásia, e o Pune City, também da Índia. Na Ásia, ele ainda teve mais uma experiência, seu último clube antes do Quadricolor, o Pakhator, do Uzbequistão, em 2025. — Na Ásia, a maioria dos treinadores também são europeus, porque eles querem evoluir bastante. Lá tive a felicidade de trabalhar com diversos técnicos, e no ano passado estava com o Pedro Moreira (no Pakhtakor, do Uzbequistão) e a gente teve a felicidade de chagar nas oitavas de final da Champions League da Ásia — conta. Na Liga dos Campeões da Ásia, o Pakhtakor foi eliminado pelo Al-Hilal, de Malcom, Marcos Leonardo, Rúben Neves, Bounou e Koulibaly. 3 de 4
Jonatan Lucca pelo Pakhtakor contra o Al-Hilall, na Liga dos Campeões da Ásia — Foto: Redes sociais/Reprodução Jonatan Lucca pelo Pakhtakor contra o Al-Hilall, na Liga dos Campeões da Ásia — Foto: Redes sociais/Reprodução Porém, apesar das passagens no futebol asiático, ele viveu mais temporadas na Europa, jogando no B SAD, Farense e AFS, de Portugal, e no Stabaek, da Noruega, tendo que se adaptar à novas culturas, culinárias e formas de jogar. — O futebol europeu é bem intenso, bem dinâmico. São poucos toques na bola, os campos em sua maioria são bons de jogar. Os jogadores da minha posição tem pouco tempo para pensar. — Foi uma experiência boa, foram quase 12 anos no exterior. Pude vivenciar a Europa, a Ásia, cada país tem a sua cultura. Houve dificuldades para mudar de país, por questão de adaptação da alimentação, língua, mas o futebol tem uma linguagem própria, e aos poucos você vai se adaptando, entrando no ritmo dos jogadores do país — completa. 4 de 4
Jonatan Lucca marca contra o Benfica, pela Liga NOS, de Portugal — Foto: Kapta+ Jonatan Lucca marca contra o Benfica, pela Liga NOS, de Portugal — Foto: Kapta+ Retorno ao Brasil Agora em solo brasileiro, Jonatan Lucca vive um desafio inédito na carreira: a disputa da Série C do Campeonato Brasileiro. No Brusque, ele esteve em campo nas duas primeiras rodadas da competição, como titular, atuando os 90 minutos em ambos os jogos. — A competição da Série C sabemos que é difícil. Não são tantos jogos como parece ser, é dividida em duas etapas, então a gente está bem focado para cumprir o objetivo do Brusque na competição — conta o volante. Com o Quadricolor, o camisa 8 começou bem a competição, com uma vitória e um empate no começa da terceirona. Agora, mais experiente, ele é um dos líderes do elenco que busca o acesso à Série B do Brasileiro. Brusque empata com o Paysandu em Belém Mais notícias do esporte catarinense no ge.globo/sc