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O dia do Palmeiras começou com a expectativa virando rumor confirmado: Marlon Freitas está cada vez mais perto de vestir o manto alviverde em 2026, com o acordo encaminhado, salários alinhados e exames médicos na agenda [ ]. O valor circula em torno de R$ 32 milhões, e o contrato deve ter três temporadas, enquanto o Verdão disputava não apenas a assinatura, mas manter a artilharia de barganhas contra o interesse do São Paulo [ ]. Também no topo da pauta, Mauricio mostrou que 2025 foi apenas o aquecimento: 53 jogos, 10 gols e 11 assistências, consolidando-se como a peça-chave do meio-campo sob a batuta de Abel Ferreira e deixando a impressão de um 2026 ainda mais protagonista [ ]. A sequência de números coloca Mauricio entre as grandes referencias técnicas do elenco e sela a ideia de que o time ganhou uma engrenagem vital para atravessar as oscilações da temporada. A temporada de 2025 não ficou apenas nos números: veio à tona uma sequência de lances polêmicos de arbitragem que testaram a paciência da torcida. Do pênalti considerado "vergonhoso" no Choque-Rei do Paulista à falhas admitidas pela CBF, o apito foi protagonista e manteve acesa a rivalidade com o Flamengo, além de acender debates sobre o júri do futebol brasileiro [ ]. O clima do Allianz Parque também ganhou seus contornos nessa narrativa: tensões, gestos e manobras que acompanharam o time pelas finais e pela sequência que levou ao balanço de fim de ano, com o tribunal de opinião apontando falhas no VAR e decisões que inflamaram torcidas diversas [ ]. Encerrando 2025, o Palmeiras atravessa o nosso diário com uma dupla de marcas: a chegada quase certa de Marlon Freitas reforçando o meio-campo e a consolidação de Mauricio como pilar criativo, enquanto as memórias das polêmicas de arbitragem ainda ecoam na cabeça de quem vive o dia a dia do clube e da torcida, prenunciando um 2026 com mais intensidade e expectativas [ , ].