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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: O jogador se declara fanático torcedor, expressa grande emoção pela transferência e considera o clube o maior que já jogou, mostrando profundo afeto e lealdade.

Viés da Menção (Score: 0.9)

Motivo: O jogador mencionou ter aberto mão de conquistas e dificuldades em sua saída, indicando que a mudança para o Corinthians foi prioritária mesmo com possíveis sacrifícios no clube turco.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Dorival Valencia Fabinho Soldado Atlético de Madri Memphis Marcelo Paz Besiktas Renan Bloise Gabriel Paulista

Conteúdo Original

Esporte Gabriel Paulista chora e se declara ao Corinthians: 'O maior que eu joguei' Fábio Lázaro e Renan Liskai Do UOL, em São Paulo 12/01/2026 13h57 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Gabriel Paulista se emociona durante apresentação no Corinthians Imagem: Reprodução Primeiro reforço do Corinthians para 2026, o zagueiro Gabriel Paulista se emocionou em sua apresentação. Com passagens por Arsenal, Atlético de Madri, Valencia, Besiktas, Villarreal e Vitória, ele vê o Timão como o maior clube que já jogou. Às vezes nem acredito que estou aqui. Se estiver sonhando, não quero acordar nunca mais. A ansiedade aumenta todos os dias. Quando eu estava negociando não conseguia nem dormir. Queremos que as coisas aconteçam rápido, mas é tudo no tempo de Deus. Estou aqui hoje e espero poder jogar o próximo jogo. Vou fazer o meu melhor. De todos os times que joguei, esse é o maior. A grandeza do Corinthians é inexplicável, esse time é tudo para mim. Vou fazer de tudo. Se precisar me matar no campo por essa camisa, vou fazer. Gabriel Paulista O jogador, que nunca escondeu sua torcida pelo Corinthians, se emocionou por uma questão familiar: o irmão corintiano que morreu há alguns anos . Segundo o defensor, ele está realizando um sonho que era não só dele. Daniela Lima Trump tenta naturalizar postura de imperador Reinaldo Azevedo Regime do Irã é detestável, mas Trump é a solução? Luciana Bugni Reconhecimento a Wagner Moura é para poucos José Trajano Luciano revela tamanho do drama do São Paulo A ficha não caiu. Venho de casa até aqui pensando muito... Queria muito que uma pessoa estivesse aqui comigo, que é meu irmão, que me influenciou muito a ser torcedor do Corinthians. Ele nos deixou. Tentou ser jogador e não conseguiu. Muitas vezes eu falo que realizei o sonho dele. Estou aqui para continuar realizando o sonho dele. Ele era dos Gaviões da Fiel e tudo isso me fortaleceu para estar aqui e vestir esse manto sagrado. Gabriel Paulista Gabriel ainda detalhou como foram as negociações com o Corinthians e revelou um drama familiar . Segundo ele, conversas aconteceram há cerca de um ano e foram retomadas agora. Um problema da mãe, que tem demência, também ajudou na decisão de deixar o Besiktas e fechar com o Corinthians dessa vez. É um sonho de criança. Sou torcedor do Corinthians. Nos últimos dias despertou muito mais, já vinha querendo isso há um tempo. Já venho um ano falando com o Renan [Bloise, do scout] e com o Fabinho Soldado [ex-executivo]. Minha mãe tem demência e os últimos dias foram complicados. Não foi fácil abrir mão de tudo aquilo que eu conquistei, mas o dinheiro não é tão importante quando você está com a família. Entrei em um acordo com o Besiktas e abrimos novas conversas com o Corinthians e tivemos um final feliz. Gabriel Paulista O que mais ele disse? Como foram as negociações dessa vez . "Tive uma conversa com o Fabinho e com o Renan, tinha o interesse dos dois lados, mas o Corinthians não podia contratar. Alguns clubes souberam que eu queria voltar, tive uma proposta de um clube brasileiro, mas disse que não queria. Fizeram uma outra, chegou um momento que eu falei para o meu empresário que não queria escutar mais nenhuma. Ele me ligou dizendo que apareceram mais dois ou três clubes, mas eu falei que tinha que ser a proposta do Corinthians. Ele começou a conversar com o Marcelo Paz, ele passou as dificuldades que o clube vive e nos aprofundamos para conseguirmos o melhor para os dois lados. Abri mão de um contrato, mas acho que esse aqui vale mais, independente de valores. Deixei tudo para trás para realizar esse sonho e não importa o que eu deixei. O que é importa é isso aqui, estar perto da família e viver o sonho. Que eu possa jogar logo, olhar nos espelho e dizer que realizei." Sonho da Libertadores . "Calendário europeu é diferente do Brasil. Se adaptar a esse número de jogos. Na Europa, já tem um certo tempo para descanso. Já falei de tudo sobre meu sonho e o de vestir essa camiseta é antigo. Ganhar o Paulista já é um título gigantesco, mas a Libertadores eu nem sei a palavra. Vim para cá para contagiar mais ainda esse grupo, com a experiência que tenho. Esse grupo é vencedor, com toda dificuldade, eles são merecedores de terem ganhado o Paulista e a Copa do Brasil. Espero agregar com a minha experiência e colocar na cabeça deles para sermos melhores e ganhar também a Libertadores." Continua após a publicidade Relacionadas Corinthians tem três novidades na reapresentação após estreia no Paulistão Corinthians encaminha a contratação do lateral Pedro Milans, ex-Peñarol Paulinho recebeu sondagem do Corinthians; 'Me ligaram' Briga por posição . "Sou torcedor e acompanho o Corinthians mesmo fora, com dificuldades de horário. Ia para o treino virado, mas assistia. Vim para buscar meu espaço. Hoje, comecei com o grupo definitivamente e estou para mostrar para o professor Dorival que estou bem tecnicamente e fisicamente, isso é bom para o treinador, ter jogadores de nível e quem ele colocar vai dar conta do recado. Eu vim para procurar meu espaço." Físico e calendário brasileiro . "Nos últimos anos eu tive problemas físicos, acho que é normal. Já consegui recuperar a forma física. Me encontro bem, sem problemas. Calendário brasileiro é um problema, mas já venho me preparando psicologicamente e fisicamente, já vinha treinando com o Besiktas, estávamos no meio da temporada. Se o Dorival precisar, estarei pronto para dar meu melhor." Primeiro contato com o clube . "Tenho até uma foto no celular quando cheguei no CT, daquele portão o símbolo do CT, mandei para amigos e família e disse que nem acredito que estou aqui." Jogadores incríveis . "Joguei com o Memphis no Atlético de Madri. Ficou feliz e contente quando me viu. Aquele nervosismo de treinar, de estar com o grupo, testes, fazer exames médicos e tudo aquilo passando na cabeça se era verdade ou não. Hoje foi o dia que eu parei e pensei que é verdade, porque eu treinei com o grupo. E é isso, se adaptar ao grupo, estilo de jogo do professor e estar pronto para jogar e fazer o embora." Espírito de liderança . "Fui capitão do Valencia durante seis anos e no Besiktas eu era um dos capitães. E desde o Taboão da Serra eu mostrava um jeito de liderança em campo. Fui tirando isso dentro de mim. Falo pouco, mas as pessoas me respeitam no olhar e pelo o que eu faço em campo. Não precisa falar muito, a gente impõe respeito no que faz. Se olhar todos os clubes que passei, as despedidas foram emocionantes porque deixei um legado. É o respeito que você conquista nos clubes, desde o rapaz que corta a grama até o presidente. No Corinthians, é claro que as coisas serão a mais porque tenho essa responsabilidade de ser torcedor e atleta. Preciso ter inteligência e saber o emocional disso." Pode jogar onde e conversa com Dorival . "No início da carreira eu joguei de lateral, no Besiktas joguei por fora, em linha de três. A conversa com Dorival foi rápida, a gente se encontrou, ele perguntou como eu estava, quando foi meu último jogo, que foi dia 23 de dezembro, contra o Fenerbache, por isso estou bem fisicamente. Hoje, os atletas se preparam melhor. Voltei para o Besiktas e tive tempo de treinar com o grupo e não tenho problemas físicos. Continua após a publicidade Principais características . "Sempre fui rápido, boa saída de bola, e quando fui para Europa cresci muito. Tive muita dificuldade no futebol espanhol, a gente acha que o futebol brasileiro e Europa era parecido. Agora, talvez, mas antes, não. Na Europa se treina muito reduzido, dois toques na bola, tive dificuldades e achei que não era para mim." Relação com Memphis . "Foi uma passagem rápida com o Memphis no Atlético de Madri, mas sempre foi um jogador que mostrou muita qualidade com a bola. Brinco que ele jogou futsal, porque ele faz jogadas de futsal no campo. Jogador top mundial. A única coisa que ele falou e que eu posso falar é que eles precisavam de mim, jogador com experiência na Europa." Promessa de empenho . "Não vou falar que sou um zagueiro muito técnico, mas garra e vontade não faltam. Posso estar em dia ruim, mas vontade não vai faltar. Disso eu tenho quase certeza que não vou ter cobrança, de correr em campo e lutar. As outras eu posso ter, pode acontecer, difícil o atleta jogar 50, 60 jogos em alto nível." Escolha do número 20 . "Quando eu fui pro Villarreal foi número 20, dia que o Miguel [filho] nasceu, especial para mim e o que estava disponível, então escolhi o número 20 porque tem uma história." Pensa em se aposentar no Corinthians? "Não penso em me aposentar quando acabar meu contrato com o Corinthians, espero fazer um bom trabalho e renovar por mais tempo, mas, se for da vontade de Deus acabar a carreira, eu estarei realizado e não faltará mais nada." Ídolo no Corinthians . "Marcelinho Carioca. É um cara que encontrei no fim do ano, no jogo do Fabinho [Soldado] e fiquei muito nervoso quando o vi. Maior ídolo do Corinthians, tudo que ele conquistou, nos deu muitas alegrias." Continua após a publicidade Filme da carreira . "Passa um filme. Sou nascido e criado na zona sul de São Paulo. Tive muitas dificuldades para ter a oportunidade ser jogador. A gente rala muito na comunidade com poucas oportunidades. Tentava ver se alguém dava oportunidade para uma molecada. Tinha uma bola para 200 garotos. Com isso, agora posso ajudar com a comunidade. Fui para o Taboão com oportunidade de jogar a Copinha. Conheci um amigo do meu irmão, que soube que eu jogava futebol. Ele era amigo de infância do meu irmão. Ele entrou no Taboão para disputar a Copinha, me chamou para fazer um teste, fiz com ajuda dele. Eu vinha de um problema físico. Na USP tinha uma escolinha, tive a oportunidade de fazer uns testes, mas acabei quebrando o pé. Mas depois fiz o teste, joguei contra o Vitória na Copinha. Fui para o Vitória fazer teste e depois as coisas aconteceram." Carreira até aqui . "Vou levar o Vitória para sempre comigo porque foi onde as portas foram abertas. As coisas aconteceram depois, fui um dos destaques do time, fui para o Villarreal. Nunca tinha saído da cidade e assustei com o Vitória. Depois, fui para a Espanha e foi complicado, eu queria voltar já na primeira semana. Minha mãe falou para eu ficar. A família é tudo. Joguei um ano e meio no Villarreal, despertei interesse de outros gigantes, fui para o Arsenal e depois ao Valencia. Profissionalmente, o Valencia foi o melhor clube para mim, me adaptei bem. Penso em voltar para lá quando me aposentar. Passei pelo Atlético de Madri, cheguei no meio do ano, foi complicado. Jogar com o Simeone foi muito bom. No Besiktas, tive um carinho enorme pela torcida, pelo país. Foi muito bom. Estou aqui. Sempre sonhei. Evolução da preparação . "Foram 12 anos na Europa, estava até conversando com os mais jovens, porque tive essa fase de chegar no campo, treinar, ir embora e acabou. No início não se preparava tanto. Hoje, cada atleta tem seu treinador pessoal, suas alimentações... Quero me preparar melhor, condição física, alimentação. Futebol é mais dinâmico. Futebol brasileiro já se fala muito mais. Antigamente se fala do jogador em si e hoje fala do futebol. Os estádios e campos são melhores, tudo que tinha uma certa dificuldade no passado. Hoje, os atletas se preparam melhor." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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