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O Fluminense saiu do Maracanã com uma derrota por 2 a 1 para o Santos, a terceira consecutiva, e com o alerta defensivo piscando: depois de abrir o placar com Castillo, o time de Marcão perdeu intensidade, sofreu a virada e ainda escapou de um placar mais pesado. A análise do jogo também apontou dificuldades de recomposição e compactação, enquanto a ausência de John Kennedy segue como assunto — não tanto pelos números recentes do ataque, mas pelo peso decisivo que seus gols tiveram na temporada. [ , , ] Agora, a semana não oferece tempo para ruminar: o Palmeiras chega à volta da semifinal da Libertadores com vantagem de 2 a 1, e o Fluminense precisa vencer por dois gols para avançar no tempo normal; vitória por um leva aos pênaltis. Martinelli evoluiu e trabalhou com bola, mas ainda depende de avaliação para saber se estará disponível. Para quem ficar no Rio, Laranjeiras terá telão e pagode — um jeito de transformar a espera em arquibancada, mesmo à distância. [ , , , , ] Em contraste com a tensão do time principal, a base teve motivo para festa: Fred conquistou seu primeiro título como treinador ao comandar a equipe na Taça Guanabara Sub-20, coroada com goleada por 4 a 1 sobre a Portuguesa. E, no feminino, o Fluminense leva vantagem de 2 a 1 sobre o Flamengo para o jogo de volta das quartas da Copa do Brasil: um empate basta para chegar à semifinal. [ , , ] Entre a apreensão e a leveza, também houve cenas de futebol que escapam do roteiro tático: Neymar distribuiu atenção aos filhos de jogadores no vestiário, enquanto Gabigol transformou a provocação de Matheus Nogueira Racca em parte da história da virada santista. O torcedor levou a cena na esportiva; para o Fluminense, porém, o próximo capítulo já tem outro tamanho e outro peso. [ , ]