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Às vésperas da semifinal, o Flamengo chega ao Maracanã com a classificação em aberto: o empate sem gols na Argentina faz da vitória o caminho direto para a final; nova igualdade leva a decisão aos pênaltis. A confiança ganhou combustível com o 3 a 0 sobre o Bahia, enquanto o Estudiantes chega pressionado por uma fase recente menos convincente. [ ] Na preparação, Leonardo Jardim conta com o retorno de Jorginho, ausente no jogo de ida por suspensão. A expectativa em torno da escalação, porém, convive com baixas importantes: Danilo e Arrascaeta seguem fora, e Ayrton Lucas aparece como possível opção após voltar a treinar com o grupo. [ ] Antes mesmo de a bola rolar, o Maracanã virou personagem por outro motivo. Depois de Vasco x Boca Juniors, o Flamengo relatou cadeiras quebradas e danos a banheiros, bares e acessos; uma força-tarefa trabalhava para deixar o estádio pronto para receber a torcida rubro-negra. A festa se anuncia grande, mas o alerta sobre o cuidado com a casa veio em tom severo. [ ] Entre as esperanças para a noite decisiva está Lucas Paquetá, em sua temporada mais goleadora: chegou a 13 gols em 2026 e busca transformar números e identificação com o clube em protagonismo. Gonzalo Plata também reaparece na conversa com uma história de altos e baixos: após a transferência frustrada para a Rússia, marcou contra o Bahia e, segundo relatos do clube, mantém dedicação nos treinos. [ ] [ ] Do outro lado da imaginação rubro-negra já está o Palmeiras, classificado à final após eliminar o Fluminense nos pênaltis. Rodrigo Caio resumiu o apelo de um possível reencontro: para ele, até quem não torce pelos clubes gostaria de ver essa decisão, reflexo de uma rivalidade que também atravessa a disputa pelo Brasileirão. Mas, antes do sonho da final, há um Estudiantes a superar. Nos bastidores da competição nacional, o STJD ainda alertou a CBF sobre o risco de “mala branca” ligado à tabela das rodadas finais, sem apontar qualquer oferta ou irregularidade concreta dos clubes. [ ] [ ] [ ]