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Análise dos Times

Motivo: Mencionado como clube atual de Scarpa, mas o foco principal não é o desempenho esportivo do time.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Mencionado como clube atual de Willian Bigode, mas o foco principal não é o desempenho esportivo do time.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado apenas como o clube onde Scarpa e Bigode se conheceram, sem viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Palmeiras América-MG Atlético-MG Gustavo Scarpa Mayke Willian Bigode Rafael Menin WLJC Gestão Financeira Xland Holding Ltda

Conteúdo Original

Lembra da treta? Scarpa e Bigode brigaram por criptomoedas A disputa jurídica entre Gustavo Scarpa, meia do Atlético-MG , e Willian Bigode, no caso das criptomoedas, parece longe de terminar. A Justiça de São Paulo negou recurso solicitado pelo atacante do América-MG e classificou o pedido como tentativa de causar "tumulto". Dono da SAF do Atlético, Rafael Menin anuncia afastamento O Tribunal sequer analisou o recurso apresentado pela defesa de Bigode. Isso porque, segundo o acordão, os advogados pediram o recurso em nome de outras pessoas relacionadas no processo, o que não é permitido pela Lei. A empresa WLJC, envolvida no caso, reclamava que outros dois réus foram citados por edital - e não pessoalmente, com envio de ofício. 1 de 2 Willian Bigode e Gustavo Scarpa; Atlético-MG x América_MG — Foto: Pedro Souza / Atlético-MG Willian Bigode e Gustavo Scarpa; Atlético-MG x América_MG — Foto: Pedro Souza / Atlético-MG A Justiça, então, classificou o recurso como tentativa de atrasar o processo. No momento, não foi aplicada nenhuma punição, mas a defesa pode ser penalizada, caso ocorra situação parecida novamente. O imbróglio se arrasta desde 2022. O processo seguirá normalmente. Os outros réus continuarão citados por edital. Isto é, por meio de uma publicação pública. Entenda o caso No início de 2023, o Fantástico revelou que Gustavo Scarpa e Mayke investiram cerca de R$ 10,4 milhões em criptomoedas em uma empresa indicada por Willian Bigode. O trio fez amizade quando defendeu o Palmeiras. Os valores deveriam ter sido resgatados em 2022. Isso não ocorreu. Scarpa e Mayke acionaram a Justiça para tentar recuperar a quantia. Desde então, o processo está em andamento. 2 de 2 Gustavo Scarpa e Willian Bigode na época que atuaram juntos pelo Palmeiras — Foto: Cesar Greco/Palmeiras Gustavo Scarpa e Willian Bigode na época que atuaram juntos pelo Palmeiras — Foto: Cesar Greco/Palmeiras Em boletim de ocorrência, Gustavo Scarpa diz que investiu R$ 6,3 milhões, enquanto Mayke fez o aporte de mais de R$ 4 milhões na empresa Xland Holding Ltda. A promessa era de retorno de 3,5% a 5% ao mês. De acordo com o juiz, há indícios claros de pirâmide financeira. À polícia, ambos contaram terem feito o negócio por indicação de Willian Bigode, que é dono da empresa WLJC Gestão Financeira. Em 2024, Scarpa obteve o bloqueio dos salários de Willian Bigode, na época no Santos. No início do ano passado, a Justiça deu ganho de causa parcial a Mayke para recuperar o valor aportado. Assista: tudo sobre o Atlético no ge, na Globo e no Sportv 50 vídeos 🎧 Ouça o podcast ge Atlético 🎧