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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo descreve o Brasil como tendo sofrido na Copa de 2026 e enfrentando um sarrafo mais alto, com menções a eliminações e derrotas.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Motivo: A matéria descreve a contratação de Klopp como um movimento lógico e esperado para a seleção alemã, indicando uma expectativa positiva.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: A contratação de Jorge Jesus é apresentada como uma resposta a resultados que deixaram a desejar, mas com um tom de esperança pela sua admiração no Brasil.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: A mudança de Deschamps para Zidane é apresentada como natural para uma 'forte candidata a mais um título mundial', indicando continuidade e força.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: O Flamengo é descrito com 'múltiplos títulos e o jogo para lá de agradável', evidenciando um tom positivo e de admiração pelo trabalho de Jorge Jesus.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Palavras-Chave

Entidades Principais

flamengo liverpool manchester city copa do mundo real madrid cbf brasil jorge jesus franca portugal ancelotti guardiola zidane alemanha klopp

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Klopp, JJ, Zidane: próxima Copa promete sarrafo ainda mais alto para Brasil Rafael Reis Colunista do UOL 09/07/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Jürgen Klopp é o favorito para dirigir a Alemanha depois da Copa do Mundo-2026 Imagem: Ari Ferreira | #RedBullBragantino Depois de três ciclos com resultados decepcionantes, a Alemanha deve entregar o comando da sua seleção para Jürgen Klopp, técnico que fez história no Liverpool e que teve papel fundamental no desenho do futebol contemporâneo. Portugal, que também deixou a desejar na Copa, está em vias de anunciar a contratação de Jorge Jesus, treinador idolatrado no Brasil graças aos múltiplos títulos e o jogo para lá de agradável demonstrado pelo seu Flamengo. Forte candidata a mais um título mundial, a França já não terá mais em seu banco de reservas Didier Deschamps, que deixará a seleção ao término desta Copa. Seu substituto, embora ainda não exista um anúncio oficial, será Zinédine Zidane, comandante de três conquistas consecutivas da Liga dos Campeões da Europa com o Real Madrid. Juca Kfouri O VAR seletivo e a proteção à Argentina Julio Gomes Marrocos melhorou e jogo é perigoso para a França João Paulo Charleaux Flávio calcula errado, e estratégia sai pela culatra José Paulo Kupfer FMI está mais otimista com o Brasil que os brasileiros E ainda tem Pep Guardiola , simplesmente o treinador mais badalado da sua geração, que está disponível no mercado para quem quiser contratar (e pagar caro por ele) desde que encerrou a vitoriosa passagem de uma década pelo Manchester City. Se o Brasil já sofreu na Copa do Mundo-2026 e foi eliminado ainda nas oitavas de final, resultado que havia acontecido pela última vez lá na Itália-1990, tudo indica que o sarrafo para o próximo Mundial deva ser ainda mais alto. Afinal, algumas das mais poderosas seleções do planeta parecem ter resolvido adotar o mesmo expediente implantado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) quando foi atrás de Carlo Ancelotti e contratar treinadores que realmente estão na prateleira mais alta do futebol mundial. O movimento não é tão comum assim. Globalmente falando, os treinadores de ponta trabalham em clubes que são capazes de pagar salários mais altos e têm uma rotina mais intensa de jogos. Com raras exceções, restam às seleções técnicos de alto nível que já estão em um novo momento de carreira, mais propensos a "desacelerar", ex-jogadores históricos com pouca experiência nos bancos de reservas ou profissionais de carreiras mais modestas. Quanto ao Brasil, nada indica que haverá uma mudança de gestão após a derrota para a Noruega e o fim antecipado de jornada no Mundial-2026. Antes da Copa, Ancelotti assinou uma extensão contratual válida por mais quatro anos, ou seja, até a próxima Copa. Continua após a publicidade Quando o Brasil joga novamente? As primeiras apresentações do Brasil no ciclo preparatório da Copa-2030 estão previstas para uma versão turbinada da Data Fifa que será disputada entre os dias 21 de setembro e 6 de outubro. De acordo com o regulamento da entidade que gerencia a modalidade, cada seleção pode marcar até quatro jogos para esse período de duas semanas inteiras. Por enquanto, o que está certo é que a equipe canarinho aproveitará essa janela para fazer dois amistosos contra a Austrália, em 25 e 29 de setembro. No entanto, é bem provável que entre pelo menos mais uma vez em campo. As eliminatórias para a próxima Copa devem começar no segundo semestre do próximo ano. Como Argentina, Paraguai e Uruguai já têm vaga assegurada no Mundial por serem países-sedes (nem que seja de um jogo apenas), é bem provável que o qualificatório da Conmebol adote um novo formato. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Irã deve enterrar Ali Khamenei hoje em meio à escalada de ataques dos EUA PF apreende espingarda de Bolsonaro que estava sob guarda de empresa de armamento no RS Governo determina expulsão de suposto espião russo preso em Brasília desde 2022 Hóspede relata astral de Neymar em resort nos EUA após a Copa do Mundo Resumo da novela 'Quem Ama Cuida' da semana: capítulos de 9/7 a 18/7