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Análise dos Times

Marrocos

Principal

Motivo: O artigo reconhece a classificação de Marrocos, mas critica a falta de brilho e a postura defensiva, sugerindo que o time joga melhor como "caça" e se sente pressionado por ser anfitrião.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Motivo: Senegal é descrita como uma seleção que "quis jogo, teve volume", chegando ao gol com justiça, e com um histórico recente de finais que sugere força.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: A Nigéria é retratada de forma mais neutra, com sua posse de bola descrita como "sem verticalidade, sem agressividade", o que facilitou a defesa marroquina.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: A menção ao Brasil é contextual, focando na postura tática que Marrocos deve adotar contra a seleção brasileira na Copa do Mundo, sem um viés direto.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Brasil Mané Copa do Mundo de 2026 Nigéria Camarões Egito Marrocos Bono Brahim Díaz Copa Africana de Nações Senegal Regragui

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Sem brilho, Marrocos cumpre missão e chega à final africana contra Senegal Julio Gomes Colunista do UOL 14/01/2026 20h13 Deixe seu comentário Marrocos tem a melhor defesa da CAN e também o artilheiro da competição, Brahim Díaz Imagem: Sebastien Bozon/AFP Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Marrocos e Senegal farão uma final inédita na Copa Africana de Nações, no próximo domingo. Será o confronto da considerada melhor seleção africana do momento, a marroquina, anfitriã do torneio, número 11 do ranking da Fifa, contra a seleção que mais tem se destacado no continente na última década, a senegalesa, número 19 do ranking. Marrocos, é bom lembrar, é o primeiro rival do Brasil na Copa do Mundo de 2026, o que nos faz olhar com toda a atenção do mundo para este time - que, no Qatar em 2022, tirou Espanha e Portugal rumo à primeira semifinal da história de uma seleção da África. O que Marrocos mostrou na Copa Africana de Nações até agora não é exatamente assustador. Mas o futebol é um esporte cheio de contextos, e é muito nítido que Marrocos se sente mais confortável no papel de caça do que no papel de caçador. Sakamoto Cunhado de Vorcaro doou milhões a Bolsonaro Caio Camargo Como a IA assumiu o controle das compras Reinaldo Azevedo Flávio suplicante prova Tarcísio ainda no jogo Joildo Santos O drama de 8,7 milhões entre estudo e trabalho Possivelmente, Marrocos seja uma seleção capaz de jogar melhor do que jogou até agora na Copa Africana, mas que não tem o nível tão alto que tantos proclamaram no dia do sorteio dos grupos da Copa do Mundo. O fato de jogar o torneio em casa, com a total responsabilidade de ficar com o título, pesa. A postura de Igamane, um reserva que perdeu o segundo pênalti de Marrocos na disputa contra a Nigéria, na semifinal, diz tudo - o rapaz perdeu o pênalti e se atirou no chão, como se tivesse perdido um parente, chorou copiosamente e foi amparado pelos companheiros quando Bono pegou o pênalti seguinte, perdido pelos nigerianos. Bono pegaria mais um, e Marrocos venceria a disputa por 4 a 2 após um modorrento 0 a 0 com bola rolando. A pressão de ganhar a Copa "por Marrocos" é uma pressão que os jogadores não terão no Mundial, em junho. Os "Leões do Atlas" jogaram todo o torneio com a responsabilidade de ser protagonista e buscar as vitórias, e não foi assim que esse time foi forjado pelo técnico Regragui. Nos momentos em que pôde, quando ganhava contra Camarões nas quartas e mesmo na semi, contra uma forte Nigéria, Marrocos tentou se retrair e deu a posse de bola para o adversário. É isso o que fará no duelo contra a seleção brasileira, em junho. Mas o torneio continental simplesmente não tem esse script. As semifinais tiveram dois duelos bem marcados entre as escolas da África do Norte contra a África central. Marrocos e Egito de um lado, Nigéria e Senegal do outro. As semifinais norte africanas sempre foram, historicamente, mais aplicadas taticamente e defensivas - mais "europeias". Enquanto as do centro-oeste do continente, mais fortes e ofensivas - mais "brasileiras". É claro que o futebol globalizado foi mudando muitas coisas neste século e, hoje, Marrocos e Argélia, por exemplo, são seleções cheias de talento. Na primeira semifinal, o Egito passou 80 minutos sem dar um chute a gol. Tentou de todas as maneiras levar a disputa para prorrogação e pênaltis com a estratégia ultradefensiva e a tentativa (infrutífera) de achar Salah e Marmoush em algum contra ataque. Senegal quis jogo, teve volume, se aproximou da área no segundo tempo e chegou ao gol, com justiça, em um chute de fora da área de Mané. É a terceira final dos senegaleses nas últimas quatro edições da Copa Africana (foi vice em 2019 e campeão em 2021). Continua após a publicidade Na segunda semifinal, o pepino foi que tanto Marrocos quanto Nigéria estavam com medo da derrota. Marrocos quis se defender e contra atacar, é como gosta de jogar, mas a Nigéria manteve a posse sem verticalidade, sem agressividade - diferente do que havia feito Senegal. Pouco a pouco, Marrocos, empurrado pela torcida, foi chegando mais à frente e finalizou a gol em algumas ocasiões. Não fez o suficiente para vencer, e a disputa acabou indo a pênaltis - o que parecia ser o destino desde o minuto inicial do duelo. A final será domingo, às 16h, na capital marroquina, Rabat. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Julio Gomes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Justiça retira licença de projeto de usina de hidrogênio de R$ 27 bi no PI Malafaia chama Damares de 'linguaruda' por citar igrejas em fraude do INSS Mr. Big x Carrie: entenda nova treta entre astros de 'Sex and The City' Transmissão ao vivo de Palmeiras x Santos pelo Paulista: veja onde assistir Master: Após críticas à PF, Toffoli manda PGR analisar material apreendido