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Ex-líder do ranking mundial e atual 11º, Novak Djokovic é o maior vencedor do Masters 1000 de Paris, com sete troféus. Mas, nesta quarta-feira, o experiente sérvio, de 39 anos, caiu logo na segunda rodada, diante do qualifier australiano Rinky Hijikata (83º do ranking), por 2 sets a 1, com parciais 2/6, 6/3 e 6/3, em 2h14m. ➡️ Luisa Stefani e Dabrowski conhecem adversárias do WTA Finals ➡️ Musetti 'carimba' a faixa de Zverev no Masters 1000 de Paris ➡️ Rafael Jódar estreia no top 10 do ranking da ATP e bate marca de Gustavo Kuerten Com o novo revés, Djokovic vai se despedir de mais uma temporada sem títulos desse nível. O sérvio, que é recordista nesse quesito, com 40 conquistas, não vence um torneio desse porte desde sua última participação na capital francesa, em 2023. Na ocasião, o título veio com vitória na final diante do búlgaro Grigor Dimitrov. O ex-número 1 do mundo soma 51 vitórias em 61 jogos no torneio na capital francesa. ➡️ Tenista britânica denuncia ameaças de morte em retorno ao circuito mundial Desde a última conquista, há três anos, Djokovic só alcançou outras duas finais de Masters 1000: perdeu a de Xangai, em 2024, para o italiano Jannik Sinner, e a de Miami, em 2025, para o tcheco Jakub Mensik. Em um dos muitos rallies da partida desta quarta, o tenista da Austrália encaixou um winner (ponto indefensável) de direita na paralela. Veja no vídeo abaixo: Com a surpreendente vitória sobre o sérvio, o tenista da Austrália iguala sua melhor campanha em Masters 1000 na carreira: oitavas de final. Ano passado, Hijikata alcançou essa fase em Indian Wells, também na quadra rápida, nos EUA. E, para ir ainda mais longe na capital francesa, o australiano terá de superar o argentino Tomas Etcheverry (31º), algoz do australiano Alex De Minaur. Será apenas o segundo confronto entre ambos. No primeiro, em Hangzhou, ano passado, na China, o sul-americano levou a melhor.