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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Phillippe Coutinho não é vilão do Vasco, mas símbolo de uma esperança vã Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 19/02/2026 16h01 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Philippe Coutinho durante Vasco x Volta Redonda Imagem: André Mourão/AGIF O Vasco do século 21 destrói reputações de seus ídolos. Phillippe Coutinho não é o primeiro. Não será o último se a resposta não for a reconstrução do Vasco, que passa pela construção de novos ídolos. Sakamoto 'Defesa' da família mobiliza; soltar Bolsonaro, não Milly Lacombe Marta, a mulher que estendeu o horizonte Sílvio Crespo É o fim do CDB como um investimento seguro? Gustavo Miller Como Bad Bunny fez o Brasil se reconhecer latino E como mantê-los se, quando surgem, têm de ir embora pela vontade deles, de seus empresários e dos cofres do clube? Caso de Rayan. Roberto Dinamite foi é e sempre será o maior ídolo cruzmaltino. Mas sua passagem pela presidência criou uma página que só os mais sábios conseguem separar do que foi como craque. Edmundo é um gênio incontestável. Passou pelo clube na campanha do rebaixamento de 2008. Pedrinho estava lá, junto. Hoje, Pedrinho é o presidente e criticado por tentar solucionar questões que vão muito além de um dirigente. Continua após a publicidade A crise do Vasco é de duríssima solução. O clube sobrevive por sua torcida. Mas magoa os que o amam, do roupeiro ao ídolo que retorna da Europa. É questionável se Coutinho tem de se sentir no fim de sua relação com o clube como jogador pelas críticas e xingamentos que recebeu. Importante ponderar as questões de sua saúde e de sua família. Sempre. Tem o direito de rescindir o contrato. O Vasco tem o dever de descobrir o que ninguém conseguiu nos últimos 25 anos: como vai se reconstruir. Continua após a publicidade A culpa não é de Roberto, Edmundo, Pedrinho, Coutinho, Souza, Alex Teixeira... Vem muito de trás. Tem de ter uma saída. Sempre parece que o futuro do Vasco está em olhar para sua história. Descobrir novos talentos, formar novos ídolos, não apostar em que volta ao clube, mas em quem vai chegar. Também não é fácil. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Ministro do TCU segurou processo bilionário de energia por oito anos São Paulo não vai negociar Alisson, diz Rui Costa Ex-príncipe Andrew deixa a prisão após 12 horas de interrogatório Tartarugas fêmeas saltam de penhasco para escapar de machos agressivos Wagner Moura diz ter medo da ação do ICE nos EUA: 'Esses caras podem matar'