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Ontem o Palmeiras escreveu mais um capítulo importante da sua história: a equipe feminina garantiu a Copa do Brasil pela primeira vez, ao vencer a Ferroviária por 4 a 2 na final única realizada na Arena Fonte Luminosa, em Araraquara . A decisão coroou um dia de festa e confirmação do peso do futebol feminino, com gols de Amanda Gutierres, Brena, Tainá Maranhão e Greicy para selar o título , que aparece na cobertura como a primeira taça nacional da instituição . Além da conquista histórica, a tarde destacou a continuidade da gestão de Leila Pereira, que já soma 43 títulos na trajetória do Palmeiras, com menção às conquistas de base (sub-11 e sub-12) sob o corpo técnico de Rosana Augusto e ao conjunto de atletas presentes na decisão . Na esfera masculina, a trama do dia girou em torno da última dança no Allianz Parque em 2025, diante do Fluminense, na expectativa de transformar o algoz de anos anteriores em potencial herói de 2025. Houve referência a Gustavo Gómez exibindo a faixa '90 minutos no Allianz Parque é muito tempo' e ao retrospectivo confronto com Kevin Serna, reforçando o peso da partida . Em termos de desempenho, o Palmeiras aproximou-se do cenário de instabilidade ao igualar sua pior sequência no Campeonato Brasileiro, com três jogos sem vencer, buscando reagir no confronto com o Fluminense no Allianz Parque. A análise aponta que o time permanece na vice-liderança, com 69 pontos, mas a distância para o líder já diminuiu após o tropeço anterior . Por fim, o retrato da temporada revela um duelo entre momentos: a força da torcida e a busca por consistência contrastam com a queda de rendimento narrada pelo colunista Rodrigo Mattos, que compara o desempenho do Palmeiras ao do Flamengo e aponta necessidade de ajustes para o desfecho da competição .