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O Flamengo desembarcou em Salvador com a liderança do Brasileirão por um ponto sobre o Palmeiras e uma missão espinhosa diante do Bahia, na Arena Fonte Nova: administrar o desgaste sem deixar escapar a ponta. [ ] Entre as notícias que aliviaram a tensão, a recuperação de Rossi: depois das críticas, o goleiro foi decisivo contra o Fluminense e seguro no 0 a 0 com o Estudiantes, em La Plata. O Flamengo soma dez partidas sem perder, sustentado por uma defesa firme, embora o empate argentino tenha deixado o ataque sem sequer acertar o gol. [ , ] Também houve conversa de bastidor: Marcelo Valeri, empresário de Rossi, encontrou-se com o goleiro e dirigentes na Argentina. A renovação, ainda em estágio inicial, não parece tirar o foco do camisa 1, que tem contrato até o fim de 2027 e diz querer permanecer. [ ] Para o duelo com o Bahia, Leonardo Jardim ganhou o retorno de Jorginho, mas perdeu Saúl, que se juntou aos ausentes Arrascaeta, Ayrton Lucas, Danilo e Evertton Araújo. Cinco desfalques, portanto, numa partida em que cada ponto pesa. [ , ] O nervosismo também entrou na pauta: o Flamengo já recebeu dez expulsões em 56 jogos na temporada, e Jorginho lidera a conta interna, com três vermelhos. Contra o Bahia, os rubro-negros terão de trocar a tensão por lucidez para não transformar a disputa por títulos numa batalha contra o próprio temperamento. [ ] Depois de Salvador, o calendário aperta ainda mais: vem a volta da semifinal da Libertadores contra o Estudiantes, no Maracanã, seguida por uma sequência de cinco jogos em casa; mais adiante, o confronto com o Palmeiras pode pesar na corrida pelo título. E, fora das quatro linhas, o clube voltará a levar à camisa a mensagem “proibir não é proteger”, em campanha contra o veto às bets. [ , , ]