🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Conteúdo Original

Multicampeão como preparador de goleiros do Flamengo e atualmente no Santa Cruz , que garantiu acesso à Série B do Brasileirão após uma década, Wagner Miranda, o Gigante, considera que a Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti precisa desde já bancar um novo titular para o gol. Miranda deixa claro que a ideia não é encerrar o ciclo de Alisson na equipe nacional, mas sim preparar um eventual substituto com "casca" suficiente para o Mundial de 2030. ➡️ Campanha vitoriosa do Santa Cruz tem ajuda de campeão da América pelo Flamengo — Não estou falando em aposentar o Alisson (da Seleção) , não. Ele é o melhor goleiro que nós temos para atender a Seleção Brasileira hoje, ele sobra, e tem total capacidade de jogar a próxima Copa do Mundo. O que eu estou sugerindo é preparar um goleiro que numa Copa do Mundo, se acontecer um percalço com o Alisson, ele possa entrar e consiga dar o resultado esperado — declarou Gigante, ao Lance! . Com mais de duas décadas de experiência na preparação de goleiros, Wagner Miranda também atua como instrutor na CBF Academy. Ele ressalta a importância de dar sequência de jogos aos goleiros, sobretudo em uma Seleção Brasileira. — Você não tem noção do emocional e da confiança do jogador quando ele sabe que vai jogar. É diferente do goleiro que vai entrar para um jogo sabendo que não pode errar, senão ele está morto — observou. Na primeira Data Fifa após a Copa do Mundo, Carlo Ancelotti optou por testar três goleiros diferentes nas três partidas. A intenção da comissão técnica é justamente dar rodagem aos jovens, mas Miranda aponta um efeito colateral: eventuais falhas num único jogo podem causar insegurança futura e mesmo críticas desproporcionais nas redes sociais. — Nós temos pela frente quatro anos de trabalho até a próxima Copa do Mundo.Temos que chegar a uma definição e a certeza de qual será esse nome e dar sequência para ele. Ele tem que criar a casca, ele tem que viver os bons momentos e viver os momentos ruins. Os momentos ruins é que vão dar casca para ele, comportamento, apoio. E quanto mais o goleiro joga, menor o gol fica, mais confiança ele tem, mais forte ele fica. Ele passa a viver na Seleção Brasileira o que ele vive no seu clube, que é jogar. Aquilo vai se tornando familiar para ele. Na opinião de Wagner Miranda, o escolhido deveria inclusive ser o titular da Copa América de 2028, competição que a CBF definiu como prioritária nesta primeira metade de ciclo para 2030. — Nós não vamos renovar goleiro na Seleção Brasileira se ele não tiver sequência de jogos, se esse não jogar uma Copa América. Se todas as vezes que tiver um incêndio tiver que trazer o Alisson, a gente vai matar a probabilidade de formar um goleiro, um substituto. Nós temos que bancar, nós temos que ser fortes em achar, ter convicção desse nome. "Ah, mas vamos tirar o Alisson da Copa América?" Tira. Quantas Copas do Mundo o Alisson tem? Quantos jogos pela Seleção Brasileira o Alisson tem? A casca que esse novato precisa o Alisson já tem. Eu posso trazer o Alisson a qualquer momento para a Seleção Brasileira.