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Foi dia de sorteio, mapa estratégico e curiosidade que invade o idioma da imprensa esportiva. A manchete que circulou ontem aponta que o Brasil não ficará na mesma chave daquela que, por décadas, foi a adversária mais recorrente na primeira fase: a Sérvia, encerrando um capítulo antigo de encontros que virou estatística ao longo das Copas [ ]. Entre as possibilidades para o grupo, Escócia e México aparecem como rivais tradicionais, já cruzando com o Brasil em quatro edições distintas de Mundiais. A Espanha, por sua vez, será cabeça de chave no sorteio de sexta-feira, o que impede que o Brasil cruze com ela já no começo da jornada, uma leitura que mantém o suspense vivo [ ]. O sorteio, que envolve seis das 48 seleções ainda por definir, será realizado no Kennedy Center, em Washington. Das vagas, duas vêm da repescagem global e quatro da europeia; ao lado de Brasil e Espanha, aparecem Argentina, França, Inglaterra, Portugal, Holanda, Bélgica, Alemanha e os três anfitriões (Canadá, EUA e México) liderando as chaves [ ]. Historicamente, o Brasil enfrentou a Sérvia — ou a Iugoslávia que herdou esse histórico — seis vezes nas Copas, com vitórias brasileiras em 1930 (2 a 1) e confrontos em 1950, 1954, 1974, 2018 e 2022. Além disso, a Espanha aparece com quatro duelos, assim como Escócia e México, formando um mosaico de lembranças que o sorteio pode reorganizar novamente [ ]. Enfim, fica o clima de expectativa de quem acompanha a história do futebol brasileiro: convívio entre tradição e renovação, com o próximo sorteio definindo quem cruzará caminhos de 2026. E a torcida, como sempre, acompanha a dança de números, rivalidades e possibilidades, aguardando o desfecho que a noite em Washington pode escrever [ ].