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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: Descrito como um dos favoritos explícitos, com elenco forte e potencial inquestionável, recebendo elogios sobre reforços e trabalho técnico.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Palmeiras

Principal

Motivo: Posicionado como favorito explícito junto ao Flamengo, com menção a elenco melhor da América, reforços de peso e time na ponta dos cascos.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Citado como um dos favoritos abaixo dos principais, com destaque para a solidez do time e capacidade de bater de frente com adversários.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: Considerado favorito abaixo dos principais, com esperança renovada pela chegada de novo técnico e potencial de entrega do elenco.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: Mencionado mais para o fim da prateleira de favoritos, com incerteza sobre o rumo do time, mas com potencial de mata-mata reconhecido.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: Mencionado como um time pesado que poderia fazer frente aos brasileiros, mas envolvido com a Sul-Americana, diminuindo sua força na Libertadores.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Apesar de bom grupo, encontra dificuldades na gestão e o desempenho é descrito como 'sofrível' sob o comando do técnico questionado.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Motivo: Destacado como outsider com potencial, equipe bem estruturada e com nomes diferenciados, mas com montanha para escalar devido à diferença econômica.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Considerado um outsider que não é mais tão 'outsider' após bater brasileiros, mas ainda com poucas chances de epopeia devido à diferença econômica.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Gigante uruguaio que não lidera seu campeonato e possui orçamento inferior a times que brigam para não cair no Brasileiro, com valor de mercado significativamente menor.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: Gigante uruguaio que não lidera seu campeonato e possui orçamento inferior a times que brigam para não cair no Brasileiro, com valor de mercado significativamente menor.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Lanús Flamengo Botafogo Corinthians Jhon Arias Palmeiras Abel Ferreira River Plate Boca Juniors Bahia Cruzeiro Luis Zubeldía Racing Fernando Diniz Independiente Medellín Platense Mirassol Marlon Freitas Di Maria Rosario Central Artur Jorge Galo Atlético Nacional Nacional Eduardo Domínguez Peñarol Independiente Rivadavia Universitário John Kennedy Santa Fe Bareiro Leo Jardim Junior Barranquilla LDU Quito Thiago Nunes Paredes Cusco Tolima Claudio Úbeda Estudiantes de La Plata Alejo Véliz Cacique Medina Ascacíbar Jaminton Campaz

Conteúdo Original

Seleção monta tier list dos brasileiros na disputa da Libertadores Os grandes favoritos ao título da Libertadores, todos brasileiros, estrearam na competição jogando fora de casa. Foram duas vitórias (Cruzeiro e Flamengo) e dois empates (Palmeiras e Fluminense). As dificuldades ocasionais podem até passar a ideia de algum equilíbrio, mas essa impressão logo deve ser desfeita, pois vários fatores levam a crer que apenas eventos muito excepcionais podem tirar mais um título da Libertadores do Brasil. Quem é leitor frequente sabe que esse blog busca olhar com interesse (e, às vezes, até desmedido otimismo) para o futebol sul-americano, mas nesta edição da Libertadores a situação parece clara demais: são escassas as chances de que algum adversário da América hispanohablante interrompa a série de títulos brasileiros. Faz sete anos seguidos que o futebol brasileiro vence o principal torneio do continente -- nesse intervalo, dos 14 finalistas, apenas River (2019) e Boca (2023) ameaçaram interromper o domínio dos clubes do Brasil. Cusco 0 x 2 Flamengo | Melhores momentos | Fase de grupos | Libertadores 2026 Mesmo com a queda de Botafogo e Bahia na fase preliminar, os outros cinco brasileiros que permanecem têm bala na agulha (na verdade, um arsenal) para manter a recente supremacia continental. E, nesse ponto, é impossível não destacar, como favoritos explícitos, Palmeiras e Flamengo. Finalistas do ano passado e melhores elencos da América, ambos têm cancha aberta para alcançar mais uma decisão. Com reforços pontuais de peso, como Jhon Arias e Marlon Freitas, o time de Abel Ferreira está na ponta dos cascos, enquanto os rubro-negros, com trabalho incipiente de Leo Jardim, possuem um potencial que jamais pode ser questionado. Se algum deles fracassar pelo caminho, e as armadilhas espalhadas pela veredas sul-americanas nunca devem ser desconsideradas, um pouco abaixo na escala de favoritismo surgem Fluminense e Cruzeiro. Sob a batuta de Luis Zubeldía, os tricolores hoje contam com um dos times mais sólidos do país e já mostraram que podem bater de frente contra qualquer adversário, qualquer que seja o cenário -- a campanha no Brasileiro comprova. 1 de 2 Gol de Danilo garantiu o tetra ao Flamengo, ano passado — Foto: Hector Vivas/Getty Images Gol de Danilo garantiu o tetra ao Flamengo, ano passado — Foto: Hector Vivas/Getty Images Já o Cruzeiro vislumbra novos horizontes com a chegada de Artur Jorge, que renova a esperança de que o estrelado elenco finalmente entregue tudo o que promete. Em competições eliminatórias, um grupo poderoso, quando o time encaixa, é capaz de fazer chover. Mais para o fim da fila dessa primeira prateleira, aparece o Corinthians, que ninguém sabe ao certo que rumo vai tomar com Fernando Diniz, mas ano passado já mostrou seu potencial para disputar (e vencer) torneios de mata-mata. Em sua estreia no torneio, o Mirassol escreveu uma página histórica ao vencer o Lanús, mas provavelmente será coadjuvante, pois em algum momento deve voltar suas atenções para a permanência na série A. O favoritismo brasileiro torna-se ainda mais evidente, mesmo considerando o domínio dos anos anteriores, porque nesta temporada camisas pesadas, que em condições ideais de temperatura e pressão poderiam fazer frente aos nossos clubes, estão envolvidas com a Sul-Americana. Esse é o caso, por exemplo, de River Plate, Racing e Atlético Nacional -- todos eles com times superiores a vários participantes da Libertadores. Junior Barranquilla 1 x 1 Palmeiras | Melhores Momentos | Conmebol Libertadores Pelas bandas argentinas, restou outro emblema da Libertadores: o Boca Juniors. No entanto, ainda que conte com um bom grupo de jogadores (entre eles, o excelente Paredes, atual campeão do Mundo com a Argentina, além do volante Ascacíbar e do centroavante Bareiro), os xeneizes vêm encontrando extremas dificuldades na gestão de Riquelme no que se refere ao futebol . Apesar da sequência positiva de resultados, com dez jogos de invencibilidade, o desempenho muitas vezes é sofrível sob o comando do questionado técnico Claudio Úbeda. Depois, temos uma imensa prateleira de coadjuvantes dispostos a fazer história. Nesse nível, destacam-se Liga de Quito, Rosário Central, Lanús e o sempre brigador Estudiantes de La Plata, comandado por ninguém menos que Cacique Medina (de triste lembrança para os colorados) e com potencial inferior ao time que deu trabalho ao Flamengo em 2025, após as saídas de Medina e Ascacíbar, além do próprio técnico Eduardo Domínguez, hoje no Galo. A LDU, sob o comando de Thiago Nunes, historicamente costuma impor dificuldades mesmo diante de adversários brasileiros, mas vive temporada instável: ocupa apenas a oitava colocação no campeonato equatoriano. 2 de 2 Em 2023, John Kennedy marcou o gol da vitória contra o Boca, último clube não brasileiro a chegar na decisão — Foto: André Durão/ge Em 2023, John Kennedy marcou o gol da vitória contra o Boca, último clube não brasileiro a chegar na decisão — Foto: André Durão/ge Uma impressão pessoal me obriga a recomendar que se fique de olho em outra dupla de outsiders , ainda que um deles, o Lanús, não seja mais tão outsider assim após bater Galo e Flamengo em recentes decisões continentais. O outro é o Rosário Central, time muito bem estruturado por Jorge Almirón, que conta com nomes diferenciados como Angel Di María, o meia colombiano Jaminton Campaz (ex-Grêmio, um dos melhores jogadores atuando na Argentina) e o jovem atacante Alejo Véliz, de apenas 22 anos. Esses postulantes menos gabaritados têm uma montanha para escalar, pois a diferença econômica (logo, técnica) é abissal em relação aos favoritos brasileiros. Os gigantes uruguaios, Peñarol e Nacional, por exemplo, hoje sequer lideram o seu campeonato e possuem orçamento inferior a times que brigam para não cair no Brasileiro. O valor de mercado dos elencos de Peñarol e Rosário Central é seis vezes menor do que Flamengo e Palmeiras. Di María faz golaço de falta e decide clássico entre Rosário Central e Newell's Old Boys E, por mais que sejam lindas as histórias de Platense e Independiente Rivadavia (que, aliás, é líder disparado do campeonato argentino), ninguém imagina que tenham estofo para transformar a aventura em epopeia. Tradicionais times cafeteros , Santa Fe, Independiente Medellín e mesmo Junior, atual campeão nacional, apresentam equipes instáveis, enquanto o Tolima, terceiro colocado na atual liga colombiana, decepcionou ao estrear empatando em casa contra o Universitário, do Peru. Durante muito tempo, os clubes argentinos tiveram ampla superioridade em títulos da Libertadores. Hoje, com a ascensão brasileira, há um empate, com 25 taças para cada lado. Pelo andar da carruagem, a menos que apareça um quebra-molas (ou lombada, para os não gaúchos) da altura da Cordilheira dos Andes, só um milagre (ou milagro , em espanhol) vai impedir a consolidação da hegemonia brasileira em termos históricos. Brasil pode se isolar pela primeira vez na história como país com mais títulos da Libertadores