🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Milly Lacombe Ayrton Senna Adriane Galisteu João Wainer Meu Ayrton Xuxa

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Adriane Galisteu conta com beleza e tristeza sua história de amor com Senna Milly Lacombe Colunista do UOL 14/11/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Adriane Galisteu em foto para ensaio nunca publicado pela Playboy a pedido de Ayrton Senna Imagem: Reprodução internet O documentário "Meu Ayrton", de Adriane Galisteu e João Wainer, conta uma história de amor com tudo o que uma história de amor carrega. A paixão, as traições, os sonhos, os medos, a tragédia. Como nunca antes, podemos espiar através da perspectiva de Galisteu o que aconteceu no último ano e meio da vida de Senna e da vida deles enquanto um casal. Com depoimentos de amigos de ambos, a gente mergulha numa história de profunda beleza e de profunda tristeza. Na época, com 20 anos, Galisteu foi jogada à fúria do julgamento social sem ter muito como dizer quem era e o que viveu ao lado do ídolo. Trinta anos depois, ela revisita os lugares por onde passou com Senna. E, ao revisitá-los, conta o que viveu. As circunstâncias vão de um conto de fadas a uma tragédia shakespeariana. Talvez a mais dilacerante das cenas seja a do velório, com ela de lado, ignorada pela família de Senna, que naquele dia tratou Xuxa como a parceira oficial. Galisteu foi julgada até pela roupa que estava usando na ocasião, e dessa vez a gente é levado pelas mãos por Wainer para compreender todas as camadas de violências contidas no tratamento dado a ela - pela sociedade, pela imprensa, pela família do namorado. Juca Kfouri O tapa de luvas de Adriane Galisteu na família Senna Josias de Souza Paixão de Eduardo pelo irracional é correspondida A Hora A insegurança pública de Hugo Motta Marco Antonio Sabino Por que as igrejas e templos não pagam IPTU? Adriane Galisteu é uma sobrevivente. O passado na Lapa, a perda do pai e do irmão para o álcool e as drogas, o desespero e a solidão da mãe, ela tendo que sustentar um lar aos 16 anos trabalhando como modelo. Assista às transmissões da Fórmula 1 ao vivo no UOL Play e não perca nenhum GP da temporada Ao final dos dois episódios, que podem ser vistos na HBO Max, ficamos com a certeza de que, aos 20 anos, ela não tinha como compreender tudo o que estava acontecendo em sua vida. E, ainda assim, soube lidar com a situação da forma mais madura possível. Aprendeu desde cedo que o desamparo é força revolucionária. Quem consegue lidar com ele adquire dimensões indestrutíveis. O documentário comove e mostra Ayrton sob uma luz inédita. Hoje seria um bom dia para que você assistisse à mini-série. Entre desarmado e prepare-se para chorar. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Aposta do RS acerta Mega-Sena e ganha R$ 99 milhões; veja dezenas sorteadas Doze alunos são hospitalizados após comerem brigadeiro com maconha em Goiás Em vez de alívio, decreto de Trump provocou confusão no setor do café Imagem de Fátima maior que o Cristo Redentor atrai milhares de fiéis no CE Caso Leandro Lo: PM acusado do homicídio é absolvido por júri em SP