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Foi um dia em que a narrativa da renovação de Abel Ferreira dominou o radar, com a imprensa e a torcida acompanhando cada rumor e cada silêncio. Massini, num tom que conversa com quem entende de organizar uma casa que vive há 11 anos entre títulos, sugeriu que o Palmeiras não depende dele para seguir competitivo; o clube pode manter o ritmo mesmo sem o treinador, reconhecendo a importância de Abel sem transformar a eleição em novela. O registro também aponta que o salário pago pelo clube é atraente e que a continuidade de trabalho pode manter o time na dianteira nos próximos dois ou três anos. (com fontes [fonte 1]) [ ]. Atlético-MG x Palmeiras chegou com o peso de um duelo que já nasce melancólico: duas torcidas amigas que hoje compartilham a dor de finais perdidas e de expectativas não atingidas. O texto aponta Vitor Roque e Gabriel Menino em ação, reforçando que o jogo vale a honra mais do que os três pontos. Há faixas contra a SAF e um clima de que o futebol, por mais deslumbrante, às vezes cobra um preço emocional alto. O cenário é de questionamentos sobre o momento e a identidade de quem quer reconquistar o chão. (fonte 2) [ ]. Leila Pereira voltou a colocar o debate político do clube na ordem do dia: a presidente do Palmeiras quer aprovar um terceiro mandato, mas o estatuto atual só permite uma reeleição. O caminho passa pelo Conselho Deliberativo, onde Alcyr Ramos da Silva Junior precisava pautar a reforma e a votação, exigindo 50% mais um votos (151 de 300 conselheiros). O cenário atual aponta que a maioria está ao alcance da gestão, com uma narrativa de que benfeitorias no clube social — piscina reformada, festa de Natal adiantada — ajudam a projetar popularidade. Ainda assim, o tema envolve a Lei Geral do Esporte, que poderia impedir a operação caso haja mudança de governança. (fonte 3) [ ].