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Esporte Cunha descarta "revanche" contra a Croácia e promete Seleção ofensiva: "Sem perder nossa identidade" 30/03/2026 12h16 Deixe seu comentário O atacante Matheus Cunha descartou o clima de revanche contra a Croácia no amistoso marcado para esta terça-feira, o último da Seleção Brasileira antes da convocação final para a Copa do Mundo. A bola rola às 21h (de Brasília), no Camping World Stadium, em Orlando (EUA). Este será o primeiro reencontro do Brasil com os croatas, que foram responsáveis pela eliminação da Seleção nas quartas de final do Mundial de 2022, no Catar. Na oportunidade, a Croácia venceu a equipe brasileira nos pênaltis. Para Matheus Cunha, porém, o cenário é outro quatro anos depois. "Assim como a Croácia, a França, são duas seleções na prateleira mais alta do futebol mundial. Geralmente não temos muita experiência contra eles, geralmente jogamos contra sul-americanos, netão é maravilhoso ter essas oportunidades de nos prepararmos melhor. Não tem como ver como revanche, é outro grupo, vemos como oportunidade. Como qualquer outro jogo, queremos entrar lá e sair vitoriosos, independente de ser amistoso. Com essa camisa, não tem outro pensamento que não seja ganhar o jogo", afirmou o jogador. Alexandre Borges Flávio Bolsonaro provocou, e o lulismo mordeu a isca Josias de Souza Kassab parece ter perdido o 'GPS político' Daniela Lima Lula não obrigará Alckmin a sair da vaga de vice Letícia Casado Aliados de Flávio projetam STF e Lula enfraquecidos ACOMPANHE AO VIVO! ? Coletiva de imprensa com o mister Carlo Ancelotti e Matheus Cunha, às 11h (Brasília). ? AO VIVO NA CBF TV https://t.co/aWF9BpLjzH ? brasil (@CBF_Futebol) March 30, 2026 Cunha também projetou o amistoso contra a Croácia. O atleta do Manchester United citou o estilo de jogo dos croatas e previu que Ancelotti pode trazer a campo um meio-campo mais povoado, mas prometeu que a Seleção não abrirá mão da ofensividade, que se tornou uma característica marcante do time com o italiano. Continua após a publicidade "A parte tática ele sempre conversa conosco para nos adaptarmos conforme o adversário. A França propôs um jogo um pouco mais parecido com o nosso. A Croácia tem um estilo um pouco diferente, com meio campo mais compacto. Sem dúvida, ele [Ancelotti] vai nos preparar para combater esse meio-campo de uma forma mais diferente, mas sem perder nossa identidade, um jogo muito ofensivo, com muitos atacantes, mas um pouco mais estruturado. Ele ainda não nos passou a definição 100%, ainda tem o treino de hoje, mas está bem claro que vamos fazer o possível para estar sempre pronto e à disposição do que ele desejar", projetou. Derrota para a França abalou Seleção? A derrota para a França não abalou a confiança da Seleção Brasileira, de acordo com Cunha, que ainda acredita em uma grande margem de melhora a dois meses da Copa do Mundo. Na última quinta-feira, o Brasil perdeu por 2 a 1, mesmo com um jogador a mais, no primeiro amistoso desta data Fifa. "Não mudou nada da nossa confiança. Tudo que vocês como jornalistas e torcedores e nós como jogadores temos a mesma ideia do que fazer, do que queremos, se Deus quiser sair campeões da Copa. Queremos marcar nosso nome na história. Saber que estamos nesse estádio, muito próximo da Copa e com embates como esse, apesar da derrota, nos demonstra também uma certa tranquilidade de saber que temos um caminho. Eles têm um tempo muito maior e preparação e, mesmo com nossas dificuldades, sentimos que daria para sair com a vitória. É bom saber que temos uma margem de melhora grande e se seguirmos nesse caminho, com a preparação e a cabeça focada, vamos chegar lá com muita humildade para sair com nosso sonho realizado", avaliou. Por fim, Cunha ainda foi questionado sobre o porquê os principais jogadores de ataque da Seleção ainda não conseguiram repetir o desempenho de seus clubes. O jogador, então, descartou a pressão como grande fator e, em vez disso, citou a falta de entrosamento pelo pouco tempo de treinamento. Continua após a publicidade "Dentro de todas as expectativas que todos colocam, temos as nossas também. Queremos demonstrar tudo aquilo que sabemos e deixar todos orgulhosos, mas acredito que tem muitos empecilhos. Cada um tem clube diferente, formações diferentes. Sem dúvida nos decepcionamos quando não entregamos aquilo que tanto queremos, como perder um jogo para a França. Acho que não é muito a questão de vir para a Seleção e ter um peso diferente,uma pressão", disse. "Estar aqui é um privilégio muito grande e vir para cá... para mim, é a camisa mais pesada do futebol mundial. É muito mais sobre adaptação. Chegamos muito animados de nos adaptar para entender e fazer aquilo que sempre quisemos. Mas está bem claro que o objetivo final é a Copa, onde vamos ter um período e preparação maior, mais entrosamento, mas dentro disso, é sobre o pouco tempo que temos para nos adaptar e mudar a chavinha do que propriamente a pressão. Chegar, nos adaptarmos e tentar entregar aquilo que sempre queremos com pouco tempo", concluiu Matheus Cunha. Próximo jogo do Brasil Brasil x Croácia (amistoso internacional) Data e horário: 31/03 (terça-feira), às 21h (de Brasília) Continua após a publicidade Local: Camping World Stadium, em Orlando (EUA) Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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