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Corinthians x Palmeiras: informações e palpite para o jogo A primeira condição na busca pela vitória neste clássico é conseguir neutralizar a efetividade adversária a partir do jogo aéreo: tanto Corinthians quanto Palmeiras marcaram sete dos últimos dez gols dessa forma. Nesse quesito, a defesa do Palmeiras tem sido mais eficiente, tendo sofrido após bolas altas apenas três dos últimos dez gols. O Corinthians sofreu cinco dos últimos dez gols dessa forma, mas reduziu essa influência nos jogos mais recentes, tendo sofrido assim dois dos últimos seis gols. Na história dos pontos corridos com 20 equipes, desde 2006, o Corinthians quando mandante leva vantagem neste clássico, com oito vitórias contra seis do Palmeiras e quatro empates. 1 de 1
*Devido aos arredondamentos, a soma das probabilidades é diferente de 100% — Foto: Gato Mestre *Devido aos arredondamentos, a soma das probabilidades é diferente de 100% — Foto: Gato Mestre Com treinador novo após a demissão de Dorival Júnior, o Corinthians passa por momento de pressão de sua torcida e conta com o técnico Fernando Diniz para mudar o ambiente. A vitória fora de casa na estreia da Libertadores (2 a 0 contra o Platense, na Argentina) foi um passo importante nessa direção. Nesse contexto, o Palmeiras tem se mostrado um adversário difícil de ser batido. Será o sexto técnico diferente que o Corinthians terá em jogos em que recebe o Palmeiras pela Série A em seis anos (Sylvinho, Vítor Pereira, Vanderlei Luxemburgo, Ramón Díaz, Dorival e Diniz) enquanto o Palmeiras segue sob o comando de Abel Ferreira. Desde a final do Campeonato Paulista de 2020, quando o Palmeiras acabou campeão sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, o Corinthians tem enfrentado dificuldades para derrotar o arquirrival em casa: desde então, foram 13 confrontos por Paulistão, Copa do Brasil e Brasileirão com mando do Corinthians, que venceu três vezes contra quatro vitórias do Palmeiras e seis empates. O Corinthians fez dez gols nessas partidas, e o Palmeiras, 12. Desta vez, os ataques vivem momentos opostos: o Palmeiras está com o melhor desta edição da Série A, com 21 gols em dez partidas, e o Corinthians tem o pior, oito gols em dez jogos. O Palmeiras marcou em todos os seus jogos, e o Corinthians não fez em três (30%), 13º desempenho. Defensivamente, os desempenhos são muito mais próximos, o Corinthians com 11 gols sofridos, oitava marca, e o Palmeiras com dez, segundo melhor desempenho pela média por partida. O Corinthians está com o pior desempenho mandante (1 V, 1 E, 3 D, 27%), com quatro gols marcados (0,80), segunda pior média, e seis gols sofridos em cinco jogos (1,20), 12ª marca caseira. No ataque, o Corinthians é o sexto mandante que menos finaliza, com média 12,2 por jogo, e está com a quarta menor eficiência, um gol a cada 15,3 tentativas. Defensivamente, o problema é um pouco diferente: embora o Corinthians seja o segundo mandante que menor permite finalizações de adversários (8,2), está com a menor resistência defensiva, um gol sofrido a cada 6,8 conclusões contrárias em casa. Entre os visitantes, o Palmeiras está com a segunda melhor campanha (3 V, 1 E, 1 D, 67%), com o melhor ataque forasteiro, nove gols (1,80) e a quinta melhor defesa, seis gols sofridos (1,20). Entre os visitantes, o Palmeiras também é o sexto que menos finaliza, com a imensa diferença de ser o mais eficaz no ataque, com um gol a cada 5,5 tentativas. Com média de 14,4 finalizações sofridas quando visitante (12ª marca), o Palmeiras está com a segunda maior resistência defensiva, um gol sofrido a cada 14,4 conclusões contrárias. Conheça a análise dos outros jogos da rodada clicando nos links abaixo. Sábado 16h30 Vitória x São Paulo Remo x Vasco 18h30 Mirassol x Bahia 20h Santos x Atlético-MG 20h30 Internacional x Grêmio Domingo 11h Athletico-PR x Chapecoense 16h Botafogo x Coritiba 18h Fluminense x Flamengo 18h30 Corinthians x Palmeiras Cruzeiro x Bragantino Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A *As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Matheus Guimarães, MIllena Paes Leme (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.